Vaticano Reptiliano: A Sala de Audiências Paulo VI em forma de cabeça de serpente

A Sala de Audiências Pontifícias Paulo VI foi inaugurada em 1971, mas seu design reptiliano só começou a chamar a atenção dos teóricos da conspiração em 2017. Sempre houve uma curiosidade estranha em torno da sala, e quando alguns finalmente perceberam seu verdadeiro significado – e devemos nos perguntar como pudemos permanecer cegos por tanto tempo – todo o inferno foi escancarado. Não apenas a sala de audiências não contém absolutamente nenhum símbolo católico tradicional, como também a escultura ao fundo do palco, de onde o Papa se dirige aos seus fiéis, longe de representar Cristo, revelou-se a própria imagem de Baphomet. Com tanta apostasia, cabe-nos perguntar se a Igreja Católica ainda é dirigida por cristãos, e se estes não foram usurpados por satanistas desde pelo menos o Concílio Vaticano II, e quais poderes estão de fato por trás do Vaticano, e se este não tem sido um enclave reptiliano.

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Em 1964, enquanto se desenrolava o famigerado Concílio Ecumênico Vaticano II, que se reuniu de 1962 a 1965 no próprio Vaticano, sob a presidência dos papas João XXIII (1881-1963, eleito em 1958) e Paulo VI (1897-1978, eleito em 1963), e que foi e continua sendo elogiado por muitos como o Concílio que promoveu “a abertura para os grandes temas da atualidade no mundo”, mas que não foi senão um deliberado e devastador assalto à Igreja e à fé católicas, começou um projeto que originou, para fazer jus às deliberações do tal Concílio, uma sala no Vaticano com formato de cabeça de serpente e uma escultura horripilante e significado oculto satânico.

Pier Luigi Nervi

Projetado pelo engenheiro civil italiano modernista Pier Luigi Nervi (1891-1979), formado pela Universidade de Bolonha, que já havia projetado, entre outras, a Sede da UNESCO em Paris (1950), e a Catedral de Santa Maria da Assunção em São Francisco, na Califórnia (1967), a sala foi inaugurada pelo Papa Paulo VI em 1971, e após a morte deste, foi batizada de “Sala de Audiências Paulo VI”.

Não se sabe muito sobre as razões ou a intenção do projeto, mas o que sabemos é que nossos olhos não estão nos enganando. Não desta vez. A nossa percepção foi toldada foi por muito tempo pelos programadores da Matrix, mas paulatinamente estamos acordando e percebendo a verdadeira realidade em que vivemos, e a realidade é que há uma mensagem deliberada ou símbolo embutido por trás de todo esse design.

Ocorre que todo o edifício, que acomoda cerca de 6.300 pessoas, foi concebido para ter o formato de uma serpente, a serpente antiga, o diabo.

O teto tem forma parecida à pele da serpente, e a curva do teto, que se vê pelo lado de fora, lembra os olhos da serpente que ligeiramente se levantam à altura da cabeça-testa da serpente.

Claro, a sala só assume a aparência de uma cabeça reptiliana maciça de cobra de certos ângulos, mas olhando diretamente do fundo da sala, onde grande parte do público fica, percebe-se a finalidade do projeto arquitetônico.

As duas janelas simétricas, redondas, são iguais aos olhos da serpente.

As duas colunas brancas do palco terminam no chão em forma pontiaguda, iguais aos dentes da serpente. O Papa se dirige à audiência de uma cadeira que o situa bem entre o que claramente parecem ser duas presas. Os dois vitrais de cada lado dão a aparência de olhos.

Notem que toda a sala não contém crucifixos ou quaisquer símbolos católicos.

Como se não fosse suficientemente tributária aos reptilianos a sala ter formato de serpente, uma escultura horripilante que “adorna” o cenário em volta do Vigário de Cristo, que ali costuma fazer audiências públicas desde a inauguração da sala, explicita uma série de formas satânicas.

Pericle Fazzini
Enrico Pietro Galeazzi

A escultura foi encomendada em 1965 pelo conde Enrico Pietro Galeazzi (1896-1986), membro da Ordem de Malta desde 1943 e arquiteto dos Santos Palácios Apostólicos, que pretendia representar a ameaça de guerra nuclear no século XX, ao escultor modernista Pericle Fazzini (1913-1987), que sempre teve a tendência de criar formas mais parecidas com ídolos do que qualquer outra coisa. Fazzini concluiu “Resurezzione” em 1977, e explicou que quis retratar Jesus Cristo como um ser que “emerge de uma cratera produzida por uma bomba nuclear; uma explosão atroz, um vórtice de violência e energia”, e que essa explosão se dá no Horto das Oliveiras, lugar onde Nosso Senhor rezou só em sua agonia e manteve a sua fé e os propósitos de sua missão meditando nos eventos futuros da Paixão, enquanto os apóstolos dormiam. Não se trata, portanto, da Ressurreição histórica, mas de um Deus que é explodido atrozmente.

De certa forma, esse cenário terrível afigura-se hoje como um anúncio de que a fé e a própria doutrina da Igreja seriam explodidas, e pouco sobrariam delas nestes tempos sombrios de apostasia, perdição e desesperança. Ou que a ciência (com a sua bomba) é que engendraria um novo Deus, que ressurgiria não do poder de Deus, mas da matéria (fissão nuclear).

Combinada com os aspectos reptilianos da sala, a escultura faz todo o sentido e revela a finalidade de certos elementos da imagem e até mesmo uma “mão” das profundezas das trevas guiando o artista para esses detalhes que talvez nem ele tivesse pensado.

Notem que se o lado esquerdo da imagem do “Cristo” for espelhado no direito, forma dois chifres e uma imagem que lembra o bode, símbolo do demônio chamado Baphomet, que preside os pecados de idolatria e ocultismo.

O vento sopra sobre o “Cristo” da direita para a esquerda como se vê pela roupa e barba esvoaçantes. Visto de certos ângulos, os galhos que se projetam do rosto de “Cristo” formam o perfil de uma criatura reptiliana.

As ditas “raízes, terra e outros elementos da natureza” que explodem junto do “Cristo”, mais parecem caveiras e formas macabras que lembram as figuras dos anjos decaídos.

Conferir a forma de serpente a uma sala papal de audiências dentro do próprio Vaticano, como uma celebração ao reptiliano, configura uma total blasfêmia contra “Aquela que esmagará a cabeça da serpente”, conforme está profetizado no Gênesis III, 15: “Ela esmagará a tua cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Ipsa conteret caput tuum et tu insidiaberis calcaneo eius).

No Concílio Vaticano II, os “reformistas” ou “neomodernistas” lograram destruir todo e qualquer vestígio da Igreja e da fé tradicionais ao orientarem a Igreja para uma direção completamente nova, no que a atualização do rito da Missa, que passou a ser rezada não mais em latim, mas em língua vernácula, constitui um tímido exemplo quando comparada às nefandas resoluções de se estabelecer um “diálogo” com comunistas e maçons, seus inimigos declarados, e de se abandonar o ensinamento de que a Igreja Católica Romana é exclusivamente a única e verdadeira Igreja de Cristo, dispensando-a assim de procurar a reconversão e o regresso dos hereges e cismáticos. Como se não bastasse tamanhos disparates de tão novas e estranhas ideias, a Igreja pós-Vaticano II incorreu na demolição da Liturgia, da Teologia e da própria Alma da Igreja.

Como resultado, o que presenciamos hoje é a apostasia no seio da própria Igreja. Muitos eclesiásticos só amam o mundo e seu espírito conciliatório com o mal. A doutrina de Cristo está sendo substituída aos poucos, passo a passo, sutil e imperceptivelmente, pela de seus inimigos, destruída pelos “lobos em pele de cordeiro”, comparsas de demônios, reptilianos, extraterrestres ou como se queira chamá-los. Títeres inspirados e controlados pelo demônio usam da palavra misericórdia para tornar o pecado uma coisa comum e aceitável até mesmo dentro da Igreja. Cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos: a Igreja vai sendo esfacelada em todo o mundo. A hierarquia católica está cada vez mais dividida e afastada dos ensinamentos de Cristo.

O cenário mundial para o aparecimento do Anticristo e instalação de seu reino (A Nova Ordem Mundial) está pronto, ainda mais com a pandemia do Covid-19, que veio, com a condescendência do próprio Vaticano, que referenda essa farsa em vez de denunciá-la e combatê-la, para controlar, subjugar e escravizar de vez a humanidade.

Vaticano tem a forma de uma serpente coroada

“The snake is long. Seven miles. Ride the snake. He’s old and his skin is cold”. (Jim Morrison in The End)

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