Reptilianos na mitologia e na história

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

O fenótipo reptiliano dos ETs acabou inevitavelmente associado aos dragões-serpente das lendas e mitologias, aos anjos caídos ou ao próprio Satanás. O fator imediato que predispõe a isso reside em nossos instintos primários, nas emoções que comumente experimentamos frente aos répteis: a visão de uma serpente provoca em nós um movimento anímico de medo e repulsão.

A universal coincidência da associação “antepassados humanos-répteis-deuses poderosos” está muito de acordo com a teoria paleontológica da evolução da vida no planeta, que afirma a derivação de aves e mamíferos de formas reptilianas anteriores. Durante centenas de milhões de anos, a forma de vida mais apta sobre a Terra era a reptiliana, a ponto de ser animal significava ser peixe, anfíbio ou réptil e nada mais.

Na aparente fabulosidade dos relatos mitológicos, serpentes e dragões atuam inteligentemente, são sábios e poderosos, são superiores aos homens – quando não seus próprios criadores –, realizam prodígios mas também maldades, de tal maneira que seu comportamento, globalmente considerado, é muito semelhante ao humano, tanto que são inumeráveis os combates, as guerras e as disputas.

Nos meios ufológicos, essa fabulosidade desaparece e em seu lugar surgem um quadro e uma paisagem de sabor fortemente realista. Acredita-se que alguns deles coexistam conosco pacificamente em dimensões vibracionais diferentes da nossa, enquanto outros possuem nossos corpos, escravizam nossas mentes, sugam nossas energias, manipulam nossa sociedade secretamente e não quer que evoluamos e nos tornemos iguais a eles.

Serpentes – boas e más – desempenham papel importante em lendas e religiões pelo motivo óbvio de estar relacionada com a ressurreição e transformação. O trocar de pele (como cobra) se manifesta claramente no misticismo judaico-cristão.

A tentação de Eva por uma serpente no Jardim do Éden leva a queda do homem e a uma inimizade eterna, a uma implacável hostilidade mútua entre este e os répteis, justamente na primeira e única ocasião relatada na Bíblia em que o homem compreende a linguagem dos animais.

Paradoxalmente, na tradição judaica, a serpente santa era identificada com o esperado Messias. João 3:14 assim fala sobre Cristo: “E da mesma forma que Moisés ergueu a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja erguido”, enquanto os gnósticos cristãos – ofitas (do grego “serpente”) e naassenos (do hebraico “serpente”) da Síria e do Egito que se desenvolveram no ano 100 – descreviam o Salvador como tendo “forma de cobra”.

O Caduceu, um dos símbolos mais antigos, usado pela profissão médica, apresenta uma serpente espiralada como uma estrutura de DNA. Como os antigos poderiam saber da estrutura de DNA? Da antiga Mesopotâmia, o caduceu apresenta duas serpentes entrelaçadas (sistema nervoso central) em torno de uma equipe (coluna) com asas (“Cisne”) em ambos os lados (os dois hemisférios do cérebro, com o círculo no centro que representa a glândula pineal ou o sol central e centro psíquico interior). Também simbolizava a energia kundalini.

A Serpente da Sabedoria na Cabala.

O ovo da serpente

Em Tsodilo, a noroeste de Botswana, no Deserto do Kalahari, sul da África, está uma das mais importantes coleções de arte rupestre do mundo. As mais de 4.500 pinturas (algumas com quase 24 mil anos) da “Louvre do Deserto” se encontram numa área de apenas 10 km2.

Outros vestígios arqueológicos (entre eles artefatos com mais de 70 mil anos) fornecem um retrato cronológico das atividades humanas e das mudanças ambientais ao longo de cerca de 100 mil anos.

O povo San acredita que as várias cavernas na Colina de Female são o local do descanso eterno dos falecidos deuses que governaram o mundo desde este local. De todos o considerado mais sagrado é a Colina de Male, onde o primeiro espírito se ajoelhou e rezou após ter criado o mundo. Os San acreditam que as marcas dos joelhos do primeiro espírito ainda são visíveis hoje.

Em 2006, a arqueóloga canadense Sheila Coulson, quando realizava pesquisas sobre o Paleolítico Médio para a Universidade de Oslo, descobriu uma caverna com uma pedra em forma de serpente com características muito especiais, pois em determinadas horas do dia ela parecia estar coberta de escamas, e à luz de uma fogueira parecia estar se movendo. Ao escavar na frente da cabeça da serpente, Sheila descobriu cerca de treze mil artefatos líticos, alguns deles com uma idade de 70 mil anos. Esses artefatos foram provavelmente utilizados em algum tipo de ritual realizado no local. A maioria são pontas de lança, talvez queimadas intencionalmente.

No sítio arqueológico a oeste de Ur, no Iraque, foram encontrados inúmeros objetos e artefatos de um período pré-sumério (correspondente a cultura pré-histórica de cerâmica do Período Neolítico e da Idade do Bronze, que representa a primeira ocupação na planície aluvial da mesopotâmia meridional) chamado período al-Ubaid (6.500 a 3.800 a.C.).

Assim como os sumérios, a origem da cultura ubaidiana permanece um mistério profundo e um desafio e tanto, pois é como se essas culturas antigas tivessem surgido com todo o seu avanço do nada.  A cultura de Ubaid teve uma longa duração, tendo se encerrado com o período de Uruque. Os arqueólogos concordam que foi durante o período Ubaid que a sociedade se organizou social, cultural, política e economicamente para a forma que temos hoje.

Farei uma breve síntese e referências de todas as teorias acadêmicas e populares sobre a aparência e a exclusividade das figuras reptilianas de Ubaid. A mais controversa é a que as relaciona aos Annunaki, alienígenas reptilianos que teriam chegado a Terra e criado o homem para servir como sua mão de obra escrava.

As figuras humanóides e zoomórficas, com características semelhantes a lagartos, com mais de 7.000 anos de idade, tanto masculinas e femininas, exibem poses e vestes únicas e sem cerimônia, dramaticamente diferentes das estátuas das vênus e das figuras das deusas-mãe da fertilidade. São muito realistas e parecem estar envergando indumentárias modernas, coladas ao corpo, de material flexível. Alguns parecem estar usando capacetes, enquanto outros têm acolchoados (!) nos ombros. Outras figuras seguram um cetro ou cajado, enquanto outras estátuas amamentam ou seguram bebês com características igualmente reptilianas!

Com suas cabeças longas, olhos amendoados, rostos alongados e narizes parecidos com lagartos, não podemos deixar de imaginar por que eles eram tão importantes para o povo ubaidiano. As figuras enfatizam o dimorfismo sexual enquanto destacam formas de ornamentação corporal (assumindo que as marcas representam tatuagens ou escarificação ritual) e deformação craniana comum a ambas.

Suas posturas, como uma figura feminina amamentando, não sugerem que fossem objetos ornamentais ou ritualísticos. A serpente era um símbolo importante em muitas sociedades, mas de acordo com os arqueólogos, essas criaturas semelhantes a lagartos não eram adoradas como no Egito Antigo.

Então isso leva a várias perguntas sobre o que exatamente essas figuras representam. Eram de fato divindades reptilianas? Não conheço uma teoria melhor para explicar essas estátuas de 7.000 anos de idade. Ao que parece, a humanidade estava realmente em contato e à mercê dessa raça.

Nas primeiras comunidades sumérias de al-Ubaid, há uma associação clara com os deuses, e variações na ideia de que os crânios alongados eram um símbolo de status, posição alta ou sabedoria foram registradas nas tradições de diferentes culturas ao redor do mundo, oferecendo um tema que existe na mente das pessoas até hoje. A questão pertinente com relação a esse fenômeno é se essa deformidade craniana (dolicocefalia) já existiu naturalmente em humanos e, em caso afirmativo, qual é o significado dessa emulação persistente por deformidade artificial.

Nammu, deusa sumeriana, amamentando:

O fato é que as figuras de al-Ubaid mostram uma estranha semelhança com as representações modernas de humanóides e ETs reptilianos, e é bastante lógico que a adoração dos deuses reptilianos estaria estritamente ligada aos antigos Anunnaki (“aqueles que do céu vieram para a Terra), uma raça de “deuses” que trouxe um avançado conhecimento para o planeta e cruzou com humanos para criar uma descendência de seres híbridos. Aí estaria a origem de tantas lendas e contos antigos a respeito de “deuses” que cruzam com a humanidade para criar uma linhagem híbrida. O Velho Testamento fala sobre os “filhos dos deuses” que cruzaram com a filhas dos homens para criar os gigantes semi-deuses nefilim.

Tablete sumério, retratando humanóides reptilianos. Análise rápida:

  1. A coruja é uma entidade cultuada como uma divindade pelos Illuminati e por reptilianos;
  2. Os 7 planetas representam as Plêiades, igualmente culturadas pelos Illuminati;
  3. O Sol representado não é o nosso! É a antiga “Estrela dos deuses”;
  4. Uma nave voadora dos anunnaki também é visível.

Enki, um dos quatro deuses primordiais sumerianos, foi fruto de um relacionamento entre o deus An com uma concubina de origem réptil, daí ser retratado com um corpo de serpente. An e sua esposa Ki, já tinham gerado o deus Enlil. Enki era um engenheiro habilidoso, e junto com seu meio irmão Enlil e sua meia irmã Ninmahm, desenvolveram cidades e um grande império. Seus filhos e filhas foram chamados anuna-kis (ki – terra, ou seja, “aqueles que vieram do céu para a terra”). Enki pertencia ao clã do sol e da serpente e dominava o Mediterrâneo, enquanto Enlil se estabeleceu na Líbia, a terra dos cedros. Enki criou o homem para servirem de mão de obra escrava para o exaustivo trabalho de extração de minério. O símbolo do caduceu, referido anteriormente, foi originalmente baseado no corpo em forma de serpente de Enki.

As escamas do dragão

Uma estátua reptiliana que estava exposta no Templo Hōryū-ji (Templo da Lei Florescente), fundado em 607 pelo príncipe Shotoku (574-622), que foi um dos promotores do budismo no Japão, apresenta uma semelhança espantosa com a de al-Ubaid. A estátua, que parece estar usando uma armadura metálica, foi removida em 2017 do templo na cidade de Ikaruga, província de Nara, e hoje se encontra em uma coleção particular em um local desconhecido, conforme fui informado. Suspeita-se, no entanto, que apenas tenha sido vedada à exposição ao público visitante e ainda se encontre escondida em suas instalações. O motivo de sua retirada teria sido, obviamente, o aspecto reptiliano da estátua, como se as autoridades estivessem querendo evitar especulações sobre a participação desses seres não humanos na história do país. Pelo mesmo motivo, achados arqueológicos semelhantes ao redor do mundo são igualmente escondidos do público.

Hōryū-ji, um dos templos mais antigos do país com as estruturas de madeira originais mais antigas do mundo, foi designado patrimônio mundial em 1993. O portão central é guardado pelas duas estátuas mais antigas do Japão, Kongo Rikishi, o par de divindades frequentemente vistas ladeando grandes portões do templo. O salão principal abriga algumas das estátuas mais antigas do Buda no Japão. Um dos maiores tesouros do templo é uma cápsula do tempo da arte budista do sexto e sétimo século, isso mesmo.

O fato é que a presença de seres não humanos é uma constante na história do mundo e também, como não poderia deixar de ser, do Japão.

Na Era Edo (1603-1868), governado pelos shoguns (chefes militares e governantes de territórios) e marcado por um forte isolamento político-econômico do país e rígido controle interno feudal por meio de códigos de leis, havia uma hierarquia bem definida: no topo, os shoguns, acompanhado pelos samurais, os guerreiros que protegeram o reino, seguidos pelos agricultores, pelos trabalhadores industriais e pela quarta classe, a dos comerciantes.

A última classe, na parte inferior da hierarquia, pertencia a uma raça marginalizada do resto da população conhecida como “não-humanos”, isso mesmo. Conta-se que pareciam répteis e moravam longe das cidades, em vilas remotas onde havia florestas por perto, daí serem bons caçadores. A população temia esses párias pela fama de serem carnívoros. Os shoguns pediram a essa raça para fabricar armaduras de couro e armas resistentes. A milícia japonesa ainda não existia como tal, e foram esses seres reptilianos que se tornaram a raça guerreira dos shoguns, que deu origem ao samurais. A própria indumentária usada pelos samurais, uma couraça que cobre o corpo inteiro, lembra em muito o aspecto de animais reptilianos.

O próprio formato do Japão é o de um dragão, e o seu arquipélago, composto por 6.852 ilhas, compõe em si uma imagem total de todos os continentes e países da Terra. Seria mera coincidência ou pareidolia que o Japão, habitado por um povo descendente de seres celestiais reptilianos, tenha o formato de um dragão? E não só um dragão, mas um dragão de duas cabeças cuspindo fogo?

Estive em Asuka-mura, uma vila localizada no distrito de Takaichi, província de Nara, no Japão, e ao cruzar uma ponte sobre um rio, fotografei estes dragões.

Amendoim apimentado com a marca do dragão vendido nos supermercados do Japão.

Os Três Tesouros Sagrados do Japão ou as Joias da Coroa Japonesa (Sanshu no Jingi), consistem na Espada Santa Kusanagi no Tsurugi, a Joia Santa Yasakani no Magatama e o Espelho Santo Yata no Kagami. Eles representariam, respectivamente, o valor, a sabedoria e a benevolência. Pela mitologia, esses artefatos foram dados por Ninigi-no-Mikoto, o lendário ancestral da linhagem imperial, quando a sua avó, a deusa solar Amaterasu, enviou-os para pacificar o Japão, ou seja, seriam objetos de origem divina. A Espada Sagrada teria sido retirada por Susanoo, o deus dos oceanos e irmão de Amaterasu, de uma das caudas de um dragão de oito cabeças que ele havia matado. Assim como o Espelho, a Joia, provavelmente composta de pedras de jade, foi pendurada para atrair Amaterasu para fora de sua caverna quando a terra ficou envolta em escuridão.

Dos três, o mais notório é a “Joia”, que é verde e tem o formato de um embrião de lagarto (!) com uma flor de oito pétalas esculpida nela, ao redor do que parece ser um olho. Sua origem seria a Suméria, onde raças reptilianas estavam presentes. A flor é o mais antigo exemplo conhecido da estrela de oito pontas ou o selo dos profetas e representa o gnosticismo, portador da luz, muito usado pelos sumérios. Indicaria a “Joia” a descendência direta da família imperial japonesa, e por conseguinte de todas as linhagens nobres pelo planeta, de seres reptilianos, daí a associação com os dragões?

A deusa chinesa Nu Kua, Nu Gua ou Nüwa, metade humana e metade serpente, associada à água, às criaturas anfíbias e aos peixes, é tida como criadora da humanidade, equivalente a indiana Kali, a babilônica Tiamat, a egípcia Temut, a grega pré-helênica Têmis e a cananeia Tehom. Sua lenda remonta há mais de 7 mil anos e se conecta ao mito universal de que todos os seres são provenientes do útero de uma Mãe Cósmica.

Fuxi, o macho (yang), dá ordem à terra (yin), e Nüwa, a fêmea (yin), dá ordem ao céu (yang).

Dragões chineses imperiais na Muralha dos Nove-Dragões no Parque Beihai, jardim imperial a noroeste da Cidade Proibida em Pequim, construído no século X. É o maior dentre os jardins chineses, com numerosos palácios e templos. A Muralha dos Nove-Dragões foi construída em 1756 e é uma das três muralhas de seu tipo em toda a China. É feita de vidro partido de sete-cores. Nove Dragões nas nuvens decoram ambos os lados da muralha.Wat Sampran Dragon Temple em Nakhon Pathom, província na região central da Tailândia. Torre vermelha de 16 andares com a estátua de um dragão enrolado em torno. Há um santuário localizado na cabeça do dragão, e toda a extensão de seu corpo até o andar térreo é oco. O complexo do templo é constituído por templos menores e muitas estátuas inspiradas em dragões e no zodíaco chinês. O local tem uma má reputação devido a um estupro cometido por um monge budista do templo nos anos 1980.

Ananta (“infinito” em sânscrito), é um personagem da mitologia hindu em forma de serpente que simboliza a eternidade e a ausência do tempo. Consta no Baghavad Gita, canto X, onde Krisna diz: “Sou Ananta entre os nagas”.

A serpente-dragão era o símbolo de Marduk, o deus patrono da Babilônia, conforme aparece no painel de tijolos de barro vidrados da Porta de Ishtar (604 a.C.-562 a.C.). Festivais rituais eram celebrados em honra a Marduk, representado por um substituto sacrifical escolhido – este era preso, julgado, sentenciado, castigado e então executado juntamente com um criminoso, enquanto outro criminoso era libertado. Uma mulher lavava então o corpo do deus morto, que havia sido trespassado por uma lança; o corpo do deus era então levado para uma montanha e depositado em uma sepultura dentro da rocha. Após três ou quatro dias, Marduk – presumivelmente representado por outra pessoa mais afortunada – retornava vivo. Ou seja, vários séculos antes do nascimento e da morte de Jesus de Nazaré, semideuses ou deuses eram colocados em uma cova ou sepulcro e em seguida passavam por uma completa ressurreição corporal e ascendiam ao céu, transformados de alguma forma.

Serpente-Dragão, símbolo de Marduk, o deus patrono da Babilônia, no Painel da Porta de Ishtar (604-562 a.C.), feito de tijolos de barro vidrados.

Os antigos egípcios adoravam o deus-crocodilo Sobek ou Sebek (em grego Suchos). Seu culto foi ativo e predominante nas 12ª e 13ª dinastias, na transição do Império Médio para o Segundo Período Intermédio, por volta dos séculos XVIII e XVII a.C. Atribuíam-lhe poderes de fertilidade e proteção da gravidez, bem como em relação à morte e ao enterramento, por ser um necrófago. A sua faceta negativa o associava a Set. Acreditava-se que Sebek, em forma de crocodilo, foi o devorador do coração de Osíris. Assim como o Sol todos os dias saía da terra e se elevava no céu, também todos os dias o crocodilo saía da água.

Ísis como Agathe Tyche e Osíris como Agathos Daimon:

Hermes Trismegisto (em latim Hermes Trismegistus, de “Hermes, o três vezes grande”), foi um legislador egípcio e filósofo que viveu na região de Ninus por volta de 1.330 a.C. ou antes desse período (de 1.500 a.C a 2.500 a.C.). Hermes era o nome dado pelos neoplatônicos, místicos e alquimistas ao deus egípcio Thoth, identificado com o deus grego Hermes, ambos deuses da escrita e da magia. Thoth simbolizava a lógica organizada e se relacionava aos ciclos lunares, cujas fases expressam a harmonia do universo.

Os maias chamavam Quetzalcoátl (da palavra náhuatl quetzal, ave de belíssima plumagem, e cóatl, serpente) de Kukulcán (que também significa serpente emplumada), e os adoravam como aquele que lhes transmitira ensinamentos religiosos, políticos e artísticos. A primeira aparição de Quetzalcoátl – na forma de um homem branco, barbado e de olhos claros – se deu na cultura olmeca por volta de 1150 a.C., e a última na cultura asteca, em 1521 d.C. O deus foi adotado pelos astecas, maias, toltecas e mixtecas, embora cada cultura tenha sua própria maneira de representar e adorar a serpente emplumada. Para os astecas, Quetzalcoátl era um réptil voador, uma divindade que contribuiu para a criação da humanidade.

Entre as figuras esculpidas no sítio olmeca de La Venta (1200-400 a.C.), em Tabasco, no México, há uma de serpente com penas na cabeça (Monument 19 – Villahermosa – The Ambassador Monument).

O imperador asteca Montezuma confundiu Hernán Cortés, que chegava a cidade de Tenochtitlán em 8 de novembro de 1519, com Quetzalcoátl, acreditando que o deus havia retornado para vingar-se.

Em Teotihuacán, a Pirâmide da Serpente Emplumada, próxima a Pirâmide do Sol, foi construída para honrar Quetzalcoátl que, segundo a lenda, era o governante de Tollan (Teotihuacán ou Tula, a capital Tolteca), um lugar de perfeição universal.

Chichén Itzá (em maia, “pessoas que vivem à beira da água”), no Estado mexicano de Iucatã, foi fundada por volta de 435 a.C. e abandonada em 670 d.C. Foi reconstruída 300 anos mais tarde, quando se tornou o centro da cultura maia e a cidade mais importante do nordeste de Yucátan. A ascensão de Chichen Itzá está relacionada ao declínio de outros centros regionais das planícies do sul de Iucatã, como, por exemplo, Tikal.

Durante o seu reinado na época de ouro, Quetzalcoátl estava cada vez mais imerso em sua própria perfeição espiritual, o que incluía rituais de banho, orações, jejuns, penitências e outras rotinas ligadas à vida sacerdotal. Com o tempo, essa obsessão com o aprimoramento interior fez com que perdesse a noção do que estava acontecendo no mundo exterior. Certo dia, ascendeu ao céu e se transformou na estrela da manhã, daí a ideia de que, para nascer no leste, teria de retornar para o mesmo lugar onde surge.

Templo de Quetzalcoátl com a Pirâmide do Sol ao fundo em Teotihuacán, México. Em Teotihuacán, o Templo Pirâmide da Serpente Emplumada foi construído para honrar Quetzalcoátl. Segundo a lenda, Quetzalcoátl era o governante de Tollan (Teotihuacán ou Tula, a capital Tolteca) durante sua época de ouro. Tollan era um lugar de perfeição universal. Durante o seu reinado, Quetzalcoátl estava cada vez mais imerso em sua própria perfeição espiritual, o que incluía rituais de banho, orações, jejuns, penitências e outras rotinas ligadas à vida sacerdotal. Com o tempo, essa obsessão com o aprimoramento interior fez com que perdesse a noção do que estava acontecendo no mundo exterior. Certo dia, ascendeu ao céu e se transformou na estrela da manhã, daí a idéia de que, para nascer no leste, teria de retornar para o mesmo lugar onde surge.

Em Teotihuacán, a 48 km a nordeste da Cidade do México, estão as Pirâmides do Sol e da Lua e a Avenida dos Mortos. Sede da civilização clássica no Vale do México (o período clássico vai de 292 a.C. até 900 d.C.), floresceu entre 100 a.C., sendo que os principais monumentos foram construídos até cerca de 250 d.C., até por volta de 550 d.C., quando seus principais monumentos foram saqueados e queimados. No seu apogeu, na primeira metade do primeiro milênio d.C., Teotihuacán foi a maior cidade da América pré-colombiana, com uma população de mais de 125 mil pessoas, a sexta maior cidade do mundo naquela época.

Os astecas podem ter sido influenciados por esta cidade. Teotihuacán era provavelmente um Estado multiétnico, incluindo zapotecas, mixtecas, maias e mesmo nahuas. Os totonacas sempre afirmaram que haviam sido eles a construir esta cidade, o que era corroborado pelos astecas.

Na página 14 do Codex Borbonicus, o deus Xipe Totec, “Nosso senhor, o esfolado”, que encarna a primavera e a renovação da vegetação. O sacerdote que representava Xipe Totec esfolava sua vítima e vestia a sua pele como uma peça de roupa durante vinte dias. Em seguida, ele anunciava o renascimento da natureza.

O cacau era usado durante os rituais ao deus Quetzalcoátl como uma bebida quente, o xocóatl, que deu origem ao chocolate.

Yaxchilan (“pedras verdes” em maia), antiga cidade na margem do rio Usumacinta, no atual estado mexicano de Chiapas. Grande centro durante o período clássico e potência dominante na região. Era rival de Palenque, com quem esteve em guerra em 654. Yat-Balam, fundador de uma longa dinastia, ascendeu ao trono em 320, quando Yaxchilan ainda era um centro menor. A cidade-estado cresceu até tornar-se capital regional e a dinastia durou até ao início do século IX.

A escultura “Anões do Submundo” descreve o Rei Pássaro-Jaguar IV durante um jogo de bola. Pode ser vista quando se sobe para a Acrópole. Figuras únicas, ainda não descobertas em qualquer outro local.

No dia 23 de novembro e na véspera de Natal, o povo da cidade de Metz, no nordeste da França, celebra e festeja a derrota do dragão Graoully. São Clemente de Metz, São Clemente I ou Clemente Romano (35-97, o quarto Papa da Igreja Católica, a partir de 88), é venerado como o primeiro Bispo de Metz, e de acordo com a tradição, ele foi enviado por São Pedro durante o primeiro século para derrotar o dragão local e outros dragões-serpente que habitavam o anfiteatro romano local. O Graoully rapidamente se tornou um símbolo da cidade de Metz e pode ser visto em inúmeras manifestações da cidade desde o século X. Na Idade Média, uma grande efígie do Graoully era carregada durante as procissões da cidade.

Seres híbridos animalescos foram retratados no altar mitraico do período romano tardio, sudoeste da França, construído entre 175 e 225 d.C. Mede 105 cm x 58 cm e pesa 210 kg.

São Jorge (nascido em 275) foi um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na umbanda é Ogum. Foi torturado e degolado (em 23 de abril de 303 em Nicomédia, Ásia Menor) por Diocleciano por ter se negado a adorar e oferecer sacrifícios aos deuses romanos.

Melusina, personagem da lenda e folclore europeus medievais, era um espírito feminino das águas doces em rios e fontes sagradas, representada geralmente como uma mulher serpente ou peixe da cintura para baixo. Algumas vezes, é também representada com asas e duas caudas escamosas, ou ambos.

Raimundo de Poitiers ou Raimundo de Antioquia (1099-1149) tornou-se príncipe de Antioquia (atual Turquia) em 1136 ao se casar com Constança de Antioquia, que tinha apenas 10 anos de idade, filha e herdeira de Boemundo II de Antioquia e de Alice de Jerusalém. Conta a lenda que Raimundo encontrou Melusina numa floresta da França e lhe propôs casamento. Melusina aceitou com uma condição: a de que ele nunca entrasse em seu quarto aos sábados. Mas certo dia ele quebrou a promessa e a viu sob a sua verdadeira forma de mulher metade serpente. Ela o perdoou. Somente quando, durante uma discussão, ele a chamou de “serpente” em plena corte, é que ela assumiu a forma de um dragão, deu-lhe dois anéis mágicos e partiu para nunca mais voltar.

Família Visconti, família Lombarda da nobreza italiana que governou o ducado de Milão de 1277 a 1447. Na extrema esquerda, o Beato Gregório X, nascido Teobaldo Visconti (1210-1276), eleito Papa em 1271. O conclave que o elegeu foi o mais longo da história da Igreja, durando quase três anos. Foi amigo de São Tomás de Aquino e conselheiro dos reis da Inglaterra e da França.

Note o olho reptiliano de Galeazzo I Visconti e o símbolo que traz ao pescoço. Note também o dragão devorando a criança no elmo de Luchino Visconti.

Aliás, o símbolo da galante e aprazível Família Visconti (reptilianos assumidos) era a serpente ou dragão devorando uma criança. Meu Deus! Por que alguém adotaria algo assim como símbolo? E por que as pessoas aceitam tal coisa placidamente? A fábrica de automóveis Alfa Romeo adotou-a como logotipo e todos acham lindo!

O empresário bilionário e político neoliberal italiano Silvio Berlusconi, tal como a Família Visconti natural de Milão, e que foi primeiro-ministro da Itália entre 1994 e 1995, de 2001 a 2005, entre 2005 e 2006 e de 2008 a 2011, visto nesta foto fazendo o sinal satânico da mão chifrada, tinha o símbolo do dragão devorando uma criança desenhado no solo de sua imensa propriedade. Berlusconi, membro do parlamento europeu desde julho de 2019, é o acionista controlador da Mediaset e foi dono do clube de futebol Milan, que vendeu por R$ 2,5 bilhões a um grupo chinês.

O Diabo reptiliano mostrando a Santo Agostinho (354-430) o Livro dos Vícios. Óleo sobre madeira pintado entre 1471 e 1475 pelo artista alemão Michael Pacher (1435–1498).

Serpentes, dragões e criaturas híbridas reptilianas são uma constante em brasões de armas e escudos heráldicos de famílias nobres – o brasão de armas de Ugo Buoncompagni, o Papa Gregório XIII (1502-1585, eleito em 1572), por exemplo, mostra um dragão cortado pela metade, mostrando a cabeça e as asas, mas sem pés e sem cauda. Isso provavelmente não é casual, já que corresponde a um fenômeno de distribuição mundial.

Ugo Buoncompagni introduziu o Calendário Gregoriano em 24 de fevereiro de 1582, reformando o antigo Calendário Juliano. Gregório XIII conspirou em vão para destronar a rainha Elizabeth I da Inglaterra, uma protestante, e enviou em 1578 o capitão Thomas Stukeley para a Irlanda, de forma a minar o poder da rainha. Mas Stukeley desviou-se do plano inicial e juntou-se ao rei Dom Sebastião na sua cruzada em Marrocos, que destroçaria Portugal. Esses planos só resultaram no afastamento maior entre a Igreja da Inglaterra e Roma.

Sua obsessão em converter a Inglaterra ao catolicismo esgotou os cofres do Vaticano, que passou a confiscar bens daqueles nobres – cujos feudos e baronias a Igreja tinha cedido – que estavam em dívidas. A aristocracia interpretou isso como uma declaração de guerra. Pilhagens, motins e matanças se espalharam como uma epidemia e estimularam todo tipo de atos de banditismo na zona em torno de Roma. Quando de sua morte em 1585, os Estados Papais ainda se encontravam em plena desordem e turbulência.

O Massacre da Noite de São Bartolomeu, em 23 de agosto de 1572, em Paris, no dia de São Bartolomeu, quando foram assassinados pelo menos quatro mil protestantes franceses, conhecidos como huguenotes, a mando de Catarina de Médici (1519-1589), esposa do rei Henrique II, e perpetrado por seu filho Carlos IX (1550-1574), que ordenou: “Matem todos!” As matanças continuaram por vários meses, espalhando-se para outras cidades francesas. O total de mortos é avaliado em até 70 mil. Esse evento acabou com qualquer esperança de reconciliação entre os protestantes e a Igreja Católica. Gregório XIII não tinha conhecimento prévio desses fatos, mas mandou cunhar uma medalha de bronze em comemoração ao massacre.

Dragão Alado (símbolo da família Buoncompagni), de autoria do escultor italiano Camillo Rusconi (1658-1728), no monumento do Papa Gregório XIII, na Basílica de São Pedro. O Papa Gregório XIII está sentado em seu trono, quando a pessoa à sua esquerda levanta o véu e descortina uma figura reptiliana…

Brasão de Armas do Papa GregórioXIII: Um dragão cortado pela metade, mostrando a cabeça e as asas, mas sem pés e sem cauda.

O Papa Paulo V (1552-1621, eleito em 1605) condenou as teorias de Copérnico e vetou as obras de Galileu Galilei. Ordenou a construção da fachada da Basílica de São Pedro, projetada por Carlo Maderno.

Em Piazza Navona, estátuas de criaturas reptilianas emergem da água simbolizando o culto secreto de Oannes e Dagon.

Dragões e criaturas híbridas na Iluminura medieval do livro Histoire Naturelle (séc. XV):

A Ordem do Dragão (do latim Societas Draconistarum, literalmente “Sociedade dos Dragonistas”) foi uma ordem monárquica da alta nobreza fundada em 1408 após as Cruzadas por Sigismundo de Luxemburgo (1368-1437), rei da Boêmia, da Alemanha, da Lombardia e da Hungria (1410-1437) e depois do Sacro Imperador Romano-Germânico, para defender a Europa (principalmente a Alemanha e a Itália) contra os invasores turcos otomanos no século XV. Após a morte de Sigismundo em 1437, sua importância diminuiu na Europa Ocidental, mas depois da Queda de Constantinopla em 1453, continuou a desempenhar um papel importante na Hungria, incluindo a Croácia, Bósnia, Bulgária, Sérvia e Romênia, que suportou o peso das incursões otomanas.

Em 1431, Sigismundo investiu Vladislaus (Vlad) II (1400-1447), príncipe da Wallachia, com a Ordem do Dragão e o nomeou duque dos distritos de Almas e Fagaras, na Transilvânia. Os camponeses, ao virem Vlad II empunhando o estandarte do dragão, tomaram-no imediatamente como a encarnação do demônio (Dracul). Vlad II morreria assassinado por John Hunyadi, príncipe papal e duque de Bistrita, encarregado dos negócios do reino da Hungria, que controlava o destino político dos espólios deixados pelos turcos na Europa Central e Oriental.

Naquele mesmo ano de 1431, nasceu na Transilvânia, mais precisamente na cidade alemã fortificada de Schassburg (Sighisoara em romeno), centro-norte da Romênia, o segundo dos quatro filhos de Vlad II, batizado de Vlad Tepes III (1431-1477), por associação imediatamente apelidado de Drácula (diminutivo de Dracul), “Filho do Demônio” ou “Filho do Dragão”.

“Gib Frid” retrata três bruxas batendo em um diabo. Obra de Daniel Hopfer (1470-1536), artista alemão que muitos acreditam ter sido o primeiro a usar água-forte em impressões, ainda no final do século XV. Também trabalhou com xilogravura.

O temido nome em sânscrito Naga designa um grupo de criaturas da mitologia hindu e budista possuidoras de poderes sobrenaturais que vivem no subterrâneo e têm a forma de uma enorme cobra-real, com uma ou várias cabeças.

Muitas esculturas de nagas podem ser vistas na fronteira da Tailândia com o Cambodja. Essas criaturas malignas podem acasalar-se com as serpentes gerando criaturas monstruosas praticamente indestrutíveis que, visíveis ou invisíveis, permanecem próximas às aldeias de seu povo, dando-lhe proteção.

Há um povo tão antigo quanto enigmático com o mesmo nome que habita a região fronteiriça entre a Índia e a Birmânia em aldeias situadas no estado confederado de Assa (o de menor densidade demográfica da Índia), em pontos estratégicos de uma área rodeada por montanhas e florestas tropicais contestada pela Índia e pela Birmânia.

Os Nagas descendem de um povo de origem local que nos últimos 2.500 anos mesclou-se com grupos oriundos da China e do Tibete. O idioma tem muitas afinidades com as línguas arianas da Índia, notadamente o tamil, porém, com a adição de palavras chinesas e tibetanas, aconteceram profundas alterações gramaticais que acabaram resultando num outro idioma. Sofreram uma forte influência ariana, evidenciada pela lenda dos espíritos subterrâneos, comum à cultura antiga do Camboja em Angkor. Na região dos nagas, porém, o budismo não conseguiu penetrar, e mesmo as divindades do panteão hindu não são reconhecidas senão raramente. O isolamento das tribos nagas impediu que ocorresse qualquer tipo de sincretismo e as práticas animistas não correspondem às que são praticadas por outros povos asiáticos. Os nagas acreditam que as forças da natureza e os espíritos devem ser apaziguados permanentemente com oferendas e sacrifícios.

Os nagas são caçadores de cabeças, que degolam com longas facas e submetem a um processo especial de conservação, uma espécie de defumação. O líquido que escorre das cabeças durante a operação é recolhido em taças e vertido juntamente com bebidas alcoólicas, fabricadas com destilado de palmeira. Segundo os nagas, tal procedimento é uma das maneiras pelas quais eles adquirem seus poderes sobrenaturais. As cabeças mumificadas são colocadas em pontos especiais das cabanas e têm a função de guardiãs e protetoras, pois, segundo as concepções dos nagas e da maioria dos povos que têm esse mesmo costume, é nessa parte do corpo que reside a alma. Assim, o possuidor de uma cabeça conservada é o senhor da alma do defunto, que somente se libertará no dia em que a cabeça se decompuser. Essa é a razão da mumificação, pois na cabeça conservada permanece o espírito, servo de seu conquistador.

Em 1962 foi criado o estado de Nagalândia, compreendendo a união do distrito de Montes Nagas com Tuesang, totalizando uma extensão de 15.527 km2. Nesse novo estado foram colocados cerca de quatrocentos mil nagas, bem como outros duzentos mil de raças e origens diversas, além da população nativa da própria área.[1]

O xamã zulu Credo Mutwa com o colar que diz muito sobre a história do seu povo. Observe o ET reptiliano
tendo relações sexuais com uma fêmea humana, bem como o cinturão de Órion altamente adorado pelos Illuminati, junto com as Plêiades. Mutwa, em entrevista a David Icke, contou que
ETs reptilianos chegaram à Terra e modificaram geneticamente a humanidade. 

Um trabalho científico de detetive coordenado por Tarnya Cooper em uma pintura sob a guarda da National Portrait Gallery, em Londres, revelou uma serpente enrolada nas mãos de Elizabeth I (1533-1603, rainha da Inglaterra e da Irlanda a partir de 1558), cujo reinado, conhecido por Período Elisabetano, marcou a fundação do Império Britânico.[2]

O retrato de Elizabeth I com a serpente foi pintado por um artista desconhecido por volta da década de 1580. A análise feita na pintura revelou que Elizabeth I foi originalmente pintada segurando a serpente.

A cobra era parte do projeto original, pintado ao mesmo tempo que o resto do retrato, e os dedos de Elizabeth estavam originalmente entrelaçadas ao redor da cobra. O que ocorreu foi que na fase final de pintura, tomou-se a decisão de não incluir este emblema, e a rainha foi mostrada segurando um pequeno buquê de rosas em seu lugar.

A serpente às vezes era usada para representar sabedoria, prudência e juízo fundamentado – todos os atributos desejáveis para uma rainha –, mas como na tradição cristã representa Satanás e o pecado original, a remoção da cobra pode ter sido devido à ambiguidade do emblema.

O quadro permaneceu exposto entre 13 março e 26 setembro de 2010 na National Portrait Gallery como parte da exposição “Concealed and Revealed: The Changing Faces of Elizabeth I” (“Escondido e Revelado: As Mudanças Faciais de Elizabeth I”).

Saiba tudo sobre a linhagem reptiliana da Família Real Britanica clicando aqui.

Os dragões da City of London, o centro financeiro e histórico de Londres: The Modern Babylon don

Estátuas de ferro de dragões em pedestais de pedra ou metal, as Dragon Boundary Marks (Marcas de Fronteira Dragão), marcam os limites da City of London, o centro financeiro e histórico de Londres,[3] principal centro financeiro da Europa e considerada uma “babilônia cultural” por ser a terceira maior patrocinadora das artes no Reino Unido e responsável pela preservação de grande parte do seu patrimônio histórico – tudo isso em uma área de apenas 2,6 km2 em que vivem pouco mais de oito mil habitantes. Os dragões, pintados de prata com detalhes de suas asas e línguas em vermelho, estão em suas duas patas traseiras, com a pata dianteira direita levantada e a pata dianteira esquerda segurando um escudo que tem o brasão da City of London pintado em vermelho e branco.

Duas grandes esculturas de dragões com 2,10 metros de altura se encontram acima da entrada da Coal Exchange (Bolsa de Carvão), projetada pelo arquiteto da City of London, James Bunstone Bunning (1802-1863), na Lower Thames Street. Os dragões foram preservados quando a Bolsa de Carvão foi demolida em 1962-3.

Réplicas com a metade do tamanho dos dragões originais foram feitas pela Birmingham Guild Limited (Birmingham Aliança Limitada) e colocadas nas principais entradas da Cidade de Londres no final dos anos 60.

Uma estátua de dragão no topo do monumento Temple Bar, de autoria do escultor inglês Charles Bell Birch (1832-1893), marca a fronteira entre a City of London e Westminster.

Temple Bar, ao lado da Royal Courts of Justice, é a entrada principal para Londres a partir de Westminster, erguido como uma barreira para regular o comércio na cidade. A Corte Real sempre pára no Temple Bar antes de entrar na Cidade de Londres para que o prefeito lhe ofereça a “Pérola da Cidade” incrustada na “Espada de Estado”, que é um símbolo de lealdade.

Além do dragão de Birch em Temple Bar e as duas estátuas originais da Bolsa de Carvão em Victoria Embankment, há duas réplicas dos dragões da Bolsa de Carvão no extremo sul da London Bridge, duas em High Holborn, perto de Gray’s Inn Road, e réplicas em Aldgate High Street, Bishopsgate, Moorgate, Goswell Road (norte de Aldersgate Street), Farringdon Street, e na extremidade sul da Blackfriars Bridge.

Leadenhall Market Gracechurch Street, centro histórico da City of London. Edifício de ferro e vidro projetado em 1881 pelo arquiteto Horace Jones (1819-1887). Mercado coberto em estilo vitoriano, um dos mercados mais antigos de Londres, situado em um local onde já havia um mercado no século I.

A “Ponte do Dragão”, ponte rodoviária de 33,34 metros em Liubliana, capital da Eslovênia, que atravessa o rio Liublianica. A ponte, inaugurada em 1901, foi originalmente batizada de “A Ponte Jubileu do Imperador Francisco José I” [em alemão, Franz Joseph I (1830-1916), imperador da Áustria de 1848 a 1916, rei da Hungria de 1867 a 1916, e último governante influente da dinastia dos Habsburgo], mas em julho de 1919, foi renomeada como “Ponte do Dragão”. A lenda diz que Jasão foi o fundador de Liubliana, e que ele e seus Argonautas mataram um dragão. De acordo com as lendas locais, quando uma virgem atravessa a ponte, os dragões abanam o rabo.

O Dragão Dourado de Den Bosh ou A Fonte do Dragão no meio do cruzamento bastante movimentado da Queens Avenue, bem em frente à estação de Den Bosch. Antigamente era uma fonte de água potável. A estátua foi colocada em 1903 como parte de um concurso promovido pelo município. Den Bosch, cidade histórica fortificada (ao sul da Holanda, a cerca de 80 km de Amsterdã), manteve sua atmosfera medieval. Destaque para o Centro de Arte Jheronimus Bosch, que homenageia o mais famoso morador de Den Bosch, o pintor do século XV Hieronymus Bosch (1450-1516).

Dragões em Neues Rathaus (Nova Câmara Municipal ou Town Hall, em inglês), Marienplatz, Munique, Alemanha. Construído entre 1867 e 1908 em estilo neogótico.

Parque Vigeland, em Parque Frogner, a 3 km do centro de Oslo, capital da Noruega. Em uma área de 450.000 metros quadrados, há 212 esculturas em bronze e granito da autoria do escultor norueguês Gustav Vigeland (1869-1943), finalizadas entre 1920 e 1943. Na entrada principal do parque existem quatro grandes portões que dão acesso a uma ponte, um obelisco, uma fonte e uma área recreativa para crianças.

Já nos portões, há serpentes enroladas…

O Parque Vigeland deve ser, sem dúvida, um dos mais estranhos e bizarros do mundo. As esculturas retratam invariavelmente pessoas nuas, incluindo crianças e adolescentes, entrelaçadas sensualmente ou em atitudes violentas e sádicas…

Pessoas nuas entrelaçadas compõem um imenso obelisco que nada mais é do que um fálus…

Também há representações astrológicas dos signos do zodíaco, o que sugere uma ligação com o oculto…

Criaturas reptilianas em simbiose e entrelaçadas com humanos…

Por que retratar uma garota nua e tristonha ajoelhada ao lado de um réptil que parece vigiá-la?

Pessoas lutando contra reptilianos, como que tentando não serem apossados por eles…

Mas, apesar da resistência inicial, acabam por fim totalmente apossados e dominados por grotescas criaturas reptilianas…

Família Dragão em Varna, a terceira maior cidade da Bulgária, a leste, banhada pelo Mar Negro. É a principal estância balneária da Bulgária, com praias extensas e famosas. As estátuas de bronze foram esculpidas por Eugene Ivanov e instaladas em outubro de 2010 defronte a um complexo de natação, no topo de uma fonte, cujas torneiras (informação não confirmada) verteriam água quente com alto teor de enxofre. O casal de dragões está de pé sobre as patas traseiras. O dragão paiestá pedindo ao dragão mãe para cuidar de seu tesouro, o ovo, enquanto ele voa para longe, para terras distantes. Chegou a haver uma petição por parte de religiosos para que as estátuas fossem removidas sob a alegação de que profanavam as tradições e os valores cristãos da velha Bulgária.

O fenômeno dos olhos reptilianos

Atinente à possessão demoníaca, típica dela e tida como indicadora da forma de possessão demoníaca mais intensa e poderosa, o fenômeno dos olhos reptilianos se viralizou no YouTube e passou a ser indicadora de que tal e qual celebridade seria sem dúvida um ser reptiliano. Haveria alguma captura de fato verdadeira ou seriam todos efeitos de certas condições de iluminação refletidas preferencialmente em olhos claros ou farsas clamorosas via cgi (computer-generated imagery), meros efeitos visuais criados por meio de softwares

Em 1968, Anton Szandor LaVey (1930-1997), o satanista que fundou a Igreja de Satanás em 30 de abril de 1966 e escreveria A Bíblia Satânica em 1969, fez o papel do demônio com olhos reptilianos que engravida Mia Farrow no filme Rosemary’s Baby (O Bebê de Rosemary), de Roman Polanski. Além de atuar, LaVey foi “conselheiro técnico” e participou em eventos promocionais para o filme.

Atores e atrizes célebres como Angelina Jolie, Brad Pitt e Robert De Niro, bem como músicos, esportistas, políticos e personalidades influentes foram capturados de perto pelas lentes do fotógrafo alemão (baseado em Nova York) Martin Schoeller nos últimos anos. O resultado desses close-ups extremos foi exibido em uma galeria em Beverly Hills, Califórnia, e circula desde então pela internet. O mais curioso é que Schoeller confere aos instantâneos uma iluminação que faz os olhos ficarem “reptilianos”, uma marca registrada que levou muitos partidários de David Icke a especularem se de fato todos eles não seriam “reptilianos” disfarçados.

Revenge (“Vingança”), sexto álbum da dupla pop britânica Annie Lennox  e Dave Stewart, que compunham o Eurythmics, lançado em 1986, incluía vários singles e foi um sucesso comercial. Seu lançamento foi seguido por uma extensa turnê mundial.

A cadeia norte-americana de restaurantes fast-food Taco Bell, especializada em cozinha mexicana, fundada por Glen William Bell, Jr. (1923-2010) em 1954, logo após ter visitado uma franquia da McDonald’s, tem como símbolo um sino com um sutil olho reptiliano. Seu principal produto é o mexicano taco, que consiste em uma massa à base de milho, dobrada como um guardanapo, recheada de tomate, alface e carne moída com pimenta.

As massas, em sua incapacidade intrínseca de enxergar o que está diante dos seus próprios olhos, sequer se dá conta de que há um olho reptiliano estampado no verso da nota de um dólar, simbolizado no Grande Selo dos Estados Unidos. O responsável por incorporar o “Olho Radiante” ou “Olho que Tudo Vê” (que nada mais é do que o “Olho de Hórus” ou o “Olho de Lúcifer”) no pináculo da pirâmide inacabada ou truncada, foi o maçom do 32º grau Henry A. Wallace, quando ocupava o cargo de Secretário da Agricultura na gestão do presidente Roosevelt (igualmente maçom do 32º grau). Os 13 degraus da pirâmide representam os 13 Estados originais, bem como as 13 linhagens de sangue (bloodlines) Illuminati que governam o planeta. O ano de 1776 se refere tanto à data da Independência Americana, como a da fundação dos Illuminati da Baviera por Adam Weishaupt. As frases “Pluribus Unum”, “Annuit Coeptis” e “Novus Ordo Seclorum” significam respectivamente “Uma nação de muitos povos”, “Nossos empreendimentos têm sido bem sucedidos” e “Nova Ordem Secular” ou “Nova Ordem Mundial”.

O “Olho de Sauron” do universo fictício da Terra-média criado por J.R.R. Tolkien, antagonista da trilogia O Senhor dos Anéis, é um olho reptiliano!

Os reptilianos teriam decidido se revelar abertamente? É o que sugere Zhanna, uma mulher ucraniana que em 2019 se tornou viral por ter a aparente capacidade de, ao piscar seus olhos diante das câmeras, fazê-los ficarem reptilianos. Ninguém ainda conseguiu demonstrar cabalmente que se trata de uma fraude, de um mero efeito computacional CGI (Computergenerated imagery), e como era de se esperar, a maioria acha que ela seja mesmo uma reptiliana. Especialistas consultados opiniram ser muito difícil fazer algo assim com um software.

Na verdade, infelizmente, ela é promotora de uma obscura seita ucraniana new age chamada Allatra, muito parecida com a Cientologia e que apela à ufologia para atrair adeptos e doadores. A impressionante habilidade de Zhanna é manifestada quando o próprio líder da seita Allatra, que também é ucraniano, pede a ela que pisque os olhos para a câmera. Um genial golpe de marketing nestes tempos de internet.

Cultura reptiliana

Seres reptilianos têm sido representados massivamente na ficção literária, cinematográfica, televisiva e em todos os campos da cultura popular das mais variadas formas.

The Lizard King” (“O Rei Lagarto”), era o epíteto autoproclamado por Jim Morrison (1943-1971), o líder do grupo de rock californiano dos anos 60 The Doors. Saiba mais sobre o lado reptilianos de Morrison clicando aqui.

Jim Morrison usando calça e jaqueta confeccionadas inteiramente com couro de cobra.

O túmulo de Jim Morrison no Cemitério de Père-Lachaise, em Paris.

O seriado Star Trek, criado pelo maçom do grau 33 Eugene Wesley “Gene” Roddenberry (1921-1991), foi um dos que mais contribuíram para compor e ampliar a extensa galeria, a começar pelo episódio “Arena” (o 18º da primeira temporada da série clássica, exibido pela primeira vez em 19 de janeiro de 1967), em que o lagarto antropoide Gornarian Archosaur (Homo lacertae), ou simplesmente Gorn, do planeta Gornar, do Quadrante Beta, trava um duelo de vida ou morte com o capitão Kirk. Saiba mais sobre Star Trek clicando aqui.

Nas demais derivações do seriado, apareceriam muitas outras raças reptilianas, como os cardassianos, os jem’hadar, os saurianos, os voth, os tosk, os xaranitas e os xindi. Os xindi, introduzidos no terceiro ano (2003) de Star Trek: Enterprise (2001-2005), são reptilianos do planeta Xindus, de uma região da galáxia conhecida como a Expansão Délfica. Determinados a aniquilar a humanidade por meio de uma arma que destrói planetas, os xindi são na verdade formados por cinco (outrora seis) espécies diferentes, com origens genéticas idênticas mas desenvolvimento distinto: aquáticos, arbórios, aviários, insetoides, primatas e répteis.

Não há quem não se lembre dos sleestaks, homens-lagartos que viviam no período anterior aos homens pré-históricos e eram guardiões de um portal do tempo em plena Era Jurássica no seriado Land of The Lost [O Elo Perdido (1974-1976)], criado e dirigido pelos irmãos Sid e Marty Krofft.

Levado ao ar pela primeira vez em 28 de março de 1975, o episódio “The Sentry” (“O Sentinela”), do seriado Kolchak: The Night Stalker [Kolchak e os Demônios da Noite (1974-1975)], coloca o repórter Carl Kolchak [Darren McGavin (1922-2006)] no encalço de um crocodilo antropoide que anda matando os trabalhadores de uma instalação subterrânea por tentarem roubar seus ovos. Criada por Jeffrey Grant Rice (1944-), Kolchak girava em torno de casos misteriosos e inexplicáveis, geralmente envolvendo assassinos monstruosos e sobrenaturais, o que serviu de inspiração para Chris Carter criar a sua série Arquivo X.

No filme de 1976 The Man Who Fell to Earth (O Homem que Caiu na Terra), roteirizado por Paul Mayersberg (baseado na novela homônima de Walter Trevis, lançada em 1963) e dirigido por Nicolas Roeg (1928-), um humanoide reptiliano (disfarçado de humano, interpretado pelo camaleônico David Bowie) vem a Terra em busca de uma maneira de enviar água ao seu planeta, que está sofrendo uma grave seca.

Até mesmo o escritor, músico, ator e cineasta Allan Stewart Königsberg, mais conhecido como Woody Allen (1935-), se fez passar por uma criatura reptiliana e ainda por cima metamórfica, ou seja, capaz de mudar de forma (shapeshifter) em seu filme Zelig, de 1983. Leonard Zelig é um homem ordinário, desinteressante e de baixa auto-estima que anseia tão fortemente por aprovação que é capaz de alterar em certos aspectos a sua forma física sempre de acordo com as pessoas e o meio que o cercam, o que lhe vale o apelido de “camaleão humano”.

Mas o estereótipo dos répteis como alienígenas invasores, manipuladores e predadores só se firmou no imaginário coletivo com a minissérie V, criada, roteirizada e dirigida por Kenneth Johnson (1942-) e levada ao ar pela rede NBC dividida em duas partes (com duração total de 197 minutos) nos dias 1 e 2 de maio de 1983 (curiosamente na mesma data de fundação da Ordem Illuminati e pouco mais dois meses antes do lançamento de Zelig, que se deu em 15 de julho). Para os cépticos, a ideia para os reptilianos de David Icke adviria de V, que no ano seguinte, devido ao enorme sucesso (quarenta milhões de espectadores), contou com uma continuação em três episódios (com duração total de 272 minutos): V: The Final Battle (Os Extraterrestres na Batalha Final), sem a aprovação do criador Kenneth Johnson e dirigida por Richard T. Heffron. No mesmo ano foi produzida uma série regular chamada V: The Series, que durou uma única temporada de 19 episódios, exibidos entre 26 de outubro de 1984 e 22 de março de 1985.

No Brasil, as duas primeiras séries foram exibidas como uma única série de dez episódios chamadas de V – A Batalha Final pela Rede Globo em 1984, em pleno horário nobre. A série regular foi exibida pelo SBT em 1986 com o título Os Extraterrestres no Planeta Terra e reprisada pela mesma nos anos 90. Lembro-me do impacto gerado à época (1984) que se refletia em comentários efusivos de vários colegas de classe na escola, impressionados pelo “realismo” do que era mostrado, como se a Terra estivesse de fato sendo invadida por reptilianos.

O remake de V, sem o envolvimento de Johnson mas com alguns dos atores originais fazendo participações especiais, estreou na ABC em 3 de novembro de 2009 e os seus 22 episódios foram exibidos em duas temporadas até 15 de março de 2011. Os destaques ficaram para Jane Badler (que havia interpretado a reptiliana Diana) novamente como Diana, só que envelhecida e mantida prisioneira na nave-mãe pela sua própria filha Anna, e Marc Singer (que havia interpretado o jornalista Mike Donovan) como Lars Tremont (um membro de uma organização ultrassecreta de militares de alto escalão e líder do governo que está se preparando uma reação contundente contra os visitantes e que só aparece rapidamente no último episódio).

Saiba mais sobre a série V clicando aqui.

Até mesmo na série criminal CSI: Crime Scene Investigation (CSI: Las Vegas), criada por Anthony E. Zuiker e exibida pela CBS desde 2000, centrada nas investigações do grupo de cientistas forenses do Departamento de Criminalística da Polícia de Las Vegas, Nevada, que desvendam crimes e mortes em circunstâncias misteriosas e pouco comuns, os reptilianos foram abordados.

Rakka (Reptilianos), um curta-metragem de ficção científica americano-canadense de 2017 da Oats Studios, dirigido por Neill Blomkamp (diretor de Distrito 9, Elizium e Chappie), mostra a Terra em 2020 completamente dominada por alienígenas reptilianos tecnologicamente superiores e altamente agressivos, os Klum. A humanidade está chegando à extinção com milhões de mortos ou escravizados na condição de zumbis. Os Klum alteraram o clima e o meio ambiente da Terra de acordo com suas condições de vida, queimando florestas, destruindo cidades, construindo megaestruturas e bombeando metano, tornando cada vez mais difícil respirar, enquanto inundam cidades próximas aos oceanos. Os humanos capturados são usados como incubadoras vivas pelos Klum que matam dolorosamente as vítimas, as dissecam ou as convertem em “alto-falantes humanos”, instando-as a se renderem nos chamados “conservatórios”. Eles “hackearam” a psique humana e passaram a controlar por completo as nossas mentes, paralisando-nos. Assumiram o controle do nosso sistema límbico e do cérebro, tornando-nos escravos. Rakka conta no elenco com a participação da atriz Sigourney Weaver, de Alien (1979), que faz um dos membros da resistência.

“A Mulher de 6 Trilhões de Dólares”, como é chamada, Janet Louise Yellen nasceu em uma família judia do Brooklyn, Nova Iorque, em 1946. Economista e professora, em 9 de outubro de 2013 tornou-se a primeira mulher a assumir o comando do Federal Reserve Board (FED). Em 6 de janeiro de 2014, após ser aprovada pelo Senado, começou um mandato de 14 anos como membro do Conselho de Administração, que irá até 2024. Professora emérita da Universidade da Califórnia em Berkeley, onde ingressou em 1980, atuou como Presidenta e Chief Executive Officer do 12º Distrito Federal do Reserve Bank, em São Francisco. Yellen tem sido uma defensora das medidas agressivas do FED para impulsionar a economia dos EUA. No fim de 2008, o FED cortou as taxas de juros para perto de zero e desde então conduziu uma série de programas de grandes compras de títulos com o objetivo de manter os custos de empréstimos baixos. Seus gélidos olhos reptilianos indicam sua verdadeira identidade.

A linhagem híbrida e a agenda reptiliana expostas por David Icke

Quem de fato estabeleceu o conceito usual de reptilianos como seres que só existem fora da gama de frequência de nossos sentidos físicos e que se infiltraram na forma humana para controlar esta dimensão, foi o inglês David Icke (1952-). Em seus livros O Maior Segredo: O Livro que Mudará o Mundo, de 1999, e Filhos da Matriz: Como uma Raça Interdimensional Tem Controlado o Mundo Durante Milhares de Anos – E Ainda o Faz, de 2001, Icke demonstra que a elite religiosa, política e financeira mundial, os Illuminati, que também chama de Fraternidade Babilônica – por descender consanguineamente dos primeiros monarcas babilônios, cujos descendentes foram faraós egípcios, líderes da Grécia antiga e imperadores romanos –, é composta em sua maioria por seres híbridos humano-reptilianos que necessitam ingerir sangue humano (de preferência de bebês ou crianças loiras de olhos azuis e/ou cabelos ruivos, que teriam maior “energia”) para que o seu DNA híbrido não sofra mutação e vire humano em definitivo.

As famílias reais e aristocráticas da Europa seriam esses híbridos que graças ao Grande Império Britânico e aos outros impérios europeus, foram exportados para as Américas, África, Austrália, Nova Zelândia e diretamente para o distante Oriente onde conectaram-se com outros híbridos reptilianos, como aqueles, mais obviamente, na China, onde o simbolismo do dragão é a base da cultura deles, e no Japão.

Para Icke, os reptilianos dominam o mundo utilizando-se de frequências distintas de nossa realidade, aprisionando-nos em nós mesmos (Realidade Matrix) em uma “volta” de tempo fabricada na qual o “tempo” é um círculo constantemente se repetindo, um “eterno retorno”, impedindo-nos de ver a verdadeira realidade, fragmentando nossas mentes e reprogramando os fragmentos, utilizando as linhagens sanguíneas Illuminati para ativar, por meio de diversos canais (rádio, televisão, cinema, rituais, orações, competições esportivas, etc.) os programas mentais do fragmento que desejarem, a fim de levarem a cabo uma agenda mundial. Ao encontrar pontos fracos em nossa mente, eles conseguem “tomar o controle”. Uma vez possuída, aquela mente deixa de ser humana para ser totalmente reptiliana, tornando-se mero veículo para que essas entidades manipulem esta realidade.

Esses reptilianos e os seus aliados corromperam o DNA da Terra com os seus próprios e essa infiltração genética permanece dormente até que seja ativada pelos campos vibracionais gerados pelos rituais secretos illuminatis e outros à vista de todos, como as cuidadosamente projetadas coroações e cerimônias oficiais de muitos tipos, incluindo até mesmo a Abertura do Parlamento do Reino Unido e aqueles das várias religiões. Uma vez ativado, o DNA abre o corpo para a possessão por esses reptilianos e outros seres interdimensionais, o que estaria acontecendo, por exemplo, aos maçônicos nos seus rituais.

Os seres reptilianos lançam mão tanto de intervenções genéticas para criarem seres híbridos (homem-réptil) e assim propiciar a “transformação”, quanto apenas da manipulação de nossa mente, quando nosso DNA é puramente humano. Para controlar mentalmente as pessoas, os Illuminati as desconectam do verdadeiro conhecimento a respeito delas mesmas e do potencial infinito que possuem. É por isso que a religião – “a melhor forma de controle mental em massa já inventado”, nas palavras de Icke – tem sido uma das armas mais efetivas dos Illuminati e das linhagens genéticas reptilianas.

A supressão do verdadeiro conhecimento passa, crucialmente, pela debilitação de nossa saúde física e mental mediante a imposição de dietas alimentares nocivas (suplementos alimentares, conservantes, comida fast-food, transgênicos, agrotóxicos, etc.), flúor nos suprimentos de água e consumo de drogas. Intoxicadas pela propaganda e por todo tipo de vícios e hábitos nocivos, as pessoas permanecem obnubiladas, operando muito longe do seu potencial máximo.

A possessão reptiliana:

O controle da mente para a produção de literalmente milhões de robôs programados para levar a cabo a Agenda Illuminati de escravização total do ser humano, segundo Icke, iria ainda muito mais longe do que isso e incluiria operações para eliminar pessoas e organizações que são uma ameaça para a Agenda, a infiltração de agentes em posições de poder para a implementação da Agenda e a criação de eventos de grande magnitude (colapsos econômicos, atentados terroristas, guerras, catástrofes ecológicas, falsas invasões extraterrestres, etc.) que farão o público aceitar e apoiar essa Agenda. Desta maneira, fatos aparentemente desconexos tornam-se aspectos da mesma conspiração para introduzir a mesma Agenda.

A origem desses reptilianos é apontada por Icke como sendo, sugestivamente, a Constelação de Draco, no hemisfério celestial norte, próxima do pólo celeste norte e das Ursas Maior e Menor, de onde os antigos acreditavam que vinham seus deuses chamados por eles de “Povo do Dragão” ou “da Serpente”, os quais eram vistos voando pelo céu em naves que se pareciam com dragões ígneos.

A “realeza” das muitas sub-raças e raças cruzadas de reptilianos é conhecida como os Dracos, que medem entre 2,10 metros e 3,65 metros de altura e têm asas que são saliências de pele suportadas por costelas prolongadas. As asas podem ser retraídas contra o corpo e elas são a origem do termo “serpente alada” e “anjos caídos”. O Satã bíblico, portanto, não seria nada mais do que um reptiliano.

A casta superior dos Dracos seriam brancos albinos e teriam aparentemente chifres cônicos entre a sobrancelha e o topo do crânio, o que impressionava muito e levou os antigos deuses e realezas a serem retratados usando um adorno de cabeça com chifres, simbólico desses reptilianos “reais”.

Outras espécies, como a classe dos soldados e dos cientistas, conhecidos simplesmente como reptoides, não teriam asas e seriam controladores dos assim chamados greys, os ETs cinzentos com seus grandes olhos negros.

O centro do poder desses seres não se situaria nesta dimensão, segundo Icke, mas na “quarta dimensão inferior, o astral inferior como muitos chamam, a casa tradicional para os ‘demônios’ do folclore e da mitologia. Nesta quarta dimensão é que as entidades reptilianas trabalham com estas linhagens híbridas, com quem possuem uma compatibilidade vibracional.”

Conclusão

A onipresença reptiliana em todas as épocas e lugares, já de saída elimina a suposição ingênua de muitas pessoas de que seriam “seres do bem”, e que portanto aqui se encontrariam com a finalidade precípua de trazerem conforto, ajuda, evolução, progresso e paz espiritual à Terra e seus habitantes.

A simples constatação de que a humanidade sempre esteve controlada, subjugada e escravizada por esses seres, que por meio de uma rede de sociedade secretas, corporações e instituições manipulam a política e a economia global, bem como o simples conhecimento de suas características e de suas formas de atuação, são mais do que suficientes para que saiamos da matrix letárgica em que nos encontramos e rechacemos esses seres trevosos de baixa evolução moral que atuam apenas nos planos astral e mental inferiores como verdadeiros demônios obsessores e sugadores.

Da mesma categoria, se é que não são eles mesmos disfarçados, de uma grande variedade de “espíritos” que se encontram em nível vibratório muito baixo e que são conjurados por satanistas e magos perversos e astutos que desenvolveram e alcançaram o manejo das mais variadas técnicas ocultas e que são conhecedores dos mistérios da magia e possuem vasto conhecimento no trânsito entre os planos inferiores, para deles obterem os mais diversos favores e assim incrementarem seus poderes e dos membros da Alta Elite, para os quais trabalham, os reptilianos conhecem profundamente a natureza e a personalidade humana e suas fraquezas, pelo que se valem do seu orgulho e egoísmo para escravizá-la.

Entre as tantas habilidades de que os reptilianos são exímios, uma delas é camuflarem sua legítima aparência e modificá-la (shapeshifting), apresentando-se às pessoas do jeito que eles querem serem vistos para impressioná-las.

São perfeitamente conscientes do caminho que escolheram e não nutrem remorsos ou culpas, muito pelo contrário, jactando-se e vangloriando-se de seu mercenarismo e de seus poderes implacáveis.

Estão fortemente presos à vida material e por isso são capazes de praticarem qualquer ato abominável para obterem “oferendas” ou “presentes” que lhes agradem ou de que necessitem, tais como sangue, carne, sexo, drogas e outros.

Estão no controle da vida da maioria das pessoas sem que essas o saibam, mantendo-as prisioneiras, em permanente estado de docilidade, cumplicidade, complacência, desamparo e dependência. Para confortá-las e conformá-las, forneceram um sistema completo de crenças e rituais, completamente ilusórios, bem como encheram-nas de ambição, ganância, e covardia.

Para nos manter obedientes, rotineiros, submissos e fracos, ligaram indefectivelmente suas mentes às nossas, ou seja, a mente deles se torna a nossa mente, e a mente reptiliana é grotesca, contraditória, taciturna e cheia de medo e ansiedade. Pela nossa mente que, afinal de contas, é a mente deles, os reptilianos injetam nas vidas dos seres humanos tudo que é conveniente para eles, mesmo nas mentes mais céticas e racionalistas, infundindo-lhes sentimentos ou objetivos negativos, pois são também “vampiros” energéticos, nutrindo-se do ódio, rancor, mágoa, ressentimentos, inveja, etc. Basta um pensamento para que as conexões se façam, tanto para o positivo, quanto para o negativo. Os seres reptilianos, numa simbiose nefasta com os seres humanos, arrastam o planeta cada vez mais para o caos.

Os pactos sinistros que muitos incautos fazem com esses seres pioram, em muito, a situação já lamentável e deseperadora da humanidade, que em vez da redenção, obtém ainda mais provação. Ai daqueles que nos bens e prazeres efêmeros e temporários depositam sua satisfação íntima. São escravos e nem sequer se dão conta “do que” e “a quem” servem.

Como ensinou o general, estrategista e filósofo chinês Sun Tzu (544-496 a.C.) em seu tratado militar A Arte da Guerra, “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.”

Sendo justamente o desconhecimento da presença renitente dos reptilianos por parte da quase totalidade das pessoas, que se recusam a reconhecê-los mesmo estando deles possessos ou diante de seus olhos, até mesmo nos logotipos dos produtos que consomem no dia a dia, nos filmes e seriados que assistem, nos artistas pop que idolatram, enfim, em quase tudo, fiz este esforço de rastreio de suas origens na mitologia e na história e elaborei este trabalho na esperança de que ao expô-los publicamente, muitos venham a acordar e a sair da matrix letárgica e deixem de ser controlados e dominados por esses seres nefastos.

A Matriz Holográfica Reptiliana, a “Realidade” Fabricada: O Pacto Reptiliano (O “Pacto Secreto”)