Pluto em Plutão: Deboche acintoso da NASA patenteia suas fraudes

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Eis um dos exemplos mais gritantes de como a NASA debocha de nossas caras, e com tal acinte que denota o quanto as pessoas, de tão hipnotizadas, para não dizer lobotomizadas, já estão tão propensas a aceitar tudo o que essa “agência espacial” – que recebe um montante de cerca de US$ 18 bilhões em recursos fiscais a cada ano – propõe como legítima ciência, que esta nem se importa mais em ser ao menos um pouco mais sutil.

Pois bem, estas são fotos oficiais de Plutão obtidas a uma distância de 450 mil quilômetros pela sonda New Horizons, a primeira a sobrevoar, em 14 de julho de 2015, o planeta anão.

Note que a grossa camada de gelo da superfície forma claramente os contornos daquele famoso personagem da Disney, o cão de Mickey Mouse, o Pluto (sempre achei hilário que um rato possuísse como animal de estimação um cão), que aliás foi assim batizado por Walt Disney em homenagem ao “novo” planeta descoberto em 1930 por Clyde Tombaugh e assim nomeado em referência ao deus romano do submundo por Venetia Burney, uma menina de 11 anos de Oxford, interessada em mitologia clássica e astronomia.[1] Em 1941, Glenn Theodore Seaborg nomeou o elemento recém-descoberto, plutônio, a partir de Plutão, mantendo a tradição de nomear elementos a partir de planetas recém-descobertos, como urânio, que foi nomeado a partir de Urano.

Simples pareidolia? Ora, as chances matemáticas para que houvesse uma tal coincidência, para que justamente na superfície de Plutão se configurasse a imagem de Pluto, mesmo que se tratasse de um mero estímulo visual aleatório, de um produto de sombras fortuitas e incidentais, de uma simples “trapaça psicológica”, seriam tão ínfimas que nem vale a pena considerar.

Mas os “teóricos da coincidência” vão nos assegurar, para que possamos dormir mais tranquilos, de que tudo isso é perfeitamente normal e que se trata apenas de mais uma coincidência, assim como a palavra “SEX” que aparece claramente visível na imagem composta pela NASA da Terra a partir de fotos (?) tiradas pelo satélite Deep Space Climate Observatory (DSCOVR) em 6 de julho de 2015. Que fique bem claro que a própria NASA admitiu que a imagem não é uma foto, propriamente, como seria de esperar, mas um compósito feito com as fotos tiradas pelo Earth Polychromatic Imaging Camera (EPIC), ou Câmera de Imagem Policromática da Terra, uma câmera CCD[2] de quatro megapixels, e gerada por computador mediante a combinação de várias imagens.

A explicação oficial dos “teóricos da coincidência” é a de que a palavra SEX é apenas uma formação de nuvens que ocorre naturalmente, assim como palavras claramente formadas, abrangendo centenas de quilômetros, se materializam aleatoriamente o tempo todo sobre nossas cabeças.

Afinal, qual é a imagem real da Terra? As “fotos” tiradas pela NASA da Terra e que como ela própria admite, não são propriamente fotos, mas compósitos, ou seja, imagens montadas a partir de pedaços de fotos, mostram o nosso planeta sempre com uma aparência muito distinta, explicada como sendo devida a transformações que ela vem sofrendo, principalmente em consequência da poluição, do desmatamento e das mudanças climáticas advindas. Mas não são só as cores que vem mudando, como também os formatos e os tamanhos dos continentes. Na foto de 2012, podemos ver claramente que a América do Norte aparece bem maior do que em outras fotos. Afinal, qual é a aparência real da Terra? Pois é, até hoje não sabemos ao certo. Bilhões de dólares são gastos para que nos ofereçam apenas isso…

A discrepância das dimensões da América do Norte nas “fotos” da NASA.

A verdade é que a NASA tem sob contrato centenas de artistas plásticos, pintores profissionais e especialistas em Photoshop e em CGI para criar todo tipo de imagens falsas do universo e assim impressionar, iludir, enganar e doutrinar a população escrava de modo que ela continue aceitando o modelo cósmico acidental e sem sentido que lhe é imposto, acreditando que o mundo é do jeito que lhe é mostrado e fazendo qualquer coisa que queiram. O trabalho da NASA tem menos a ver com a ciência do que com o aprisionamento mental, a obediência a leis governamentais, ao estado totalitário e toda a sua violência e coerção para sugar as forças e o dinheiro da população, esmagada pela burocracia e por impostos escorchantes. A NASA, afinal, precisa de dinheiro para seus projetos e missões mirabolantes que tanto têm contribuído para expandir nossa visão de universo.

Notas:

[1] O nono maior e décimo mais massivo objeto orbitando o Sol e maior objeto do cinturão de Kuiper, uma região de corpos para além da órbita de Netuno, até 2006 foi considerado o nono planeta do Sistema Solar, mas começou a ser questionado como planeta especialmente depois que Éris, 27% mais massivo que Plutão, foi descoberto em 2005.

[2] Harge-Coupled Device, ou dispositivo de carga acoplada, circuito integrado sensível à luz que armazena e exibe os dados para uma imagem de tal forma que cada pixel na imagem é convertido em uma carga elétrica cuja intensidade está relacionada para uma cor no espectro de cores.