Os 40 anos da morte de Elvis Presley: O “Rei Sol” sacrificado pelos Illuminati

Por Claudio Tsuyoshi Suenaga

Os Illuminati, para preservarem e expandirem seu poder de controle quase total sobre o mundo, precisam realizar sacrifícios de sangue periódicos em datas cabalísticas, e de preferência usando figuras públicas expoentes. Daí que, figuras que não cumprem esses rituais ou resolvem se rebelar contra, acabem eliminadas e se tornando elas mesmas vítimas sacrificiais preferenciais. Entre tantas que fazem parte dessa lista sinistra, estão John Fitzgerald Kennedy, Marilyn Monroe, Martin Luther King Jr., John Lennon, Bruce Lee (assim como seu filho Brandon), Grace Kelly, Princesa Diana, Michael Jackson, Whitney Houston, Anna Nicole Smith, Heath Ledger, todos os membros do “Clube dos 27” (roqueiros que morreram ou foram mortos aos 27 anos, como Jim Morrison, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Kurt Cobain, Amy Winehouse, etc.), e é claro, o Rei do Rock, Elvis Aaron Presley.

Rock Espetacular – Elvis (1977). Revista dos arquivos de Cláudio Suenaga.

Hollywood, a indústria musical e do entretenimento em geral, são grandes centros de controle mental, usados ​​pelos Illuminati para nos influenciar das maneiras mais diversas de modo a atender seus objetivos.

A indústria musical está repleta de artistas que trabalham como programadores de controle mental e muitos deles são igualmente escravos controlados com personalidades divididas por terem sido eles próprios programados para “espalhar a mensagem” dos Illuminati.

Elvis Presley acendendo o charuto de seu empresário e controlador mental Tom Parker.

Elvis Presley era um escravo programado pelos Illuminati, não há dúvida. O seu manipulador/programador era o tirânico e egocêntrico “coronel” (como gostava de ser chamado) Thomas “Tom” Andrew Parker (1909-1997), que foi seu empresário de 1955 a 1977, ou seja, praticamente do início ao fim de sua carreira – Elvis explodiu como um fenômeno em julho de 1954, depois que duas de suas canções foram executadas pela primeira vez numa rádio de Memphis. Parker, graças a Elvis, se tornou o empresário musical mais controverso e conhecido de todos os tempos. Muitos fãs não gostavam da forma como ele lidava com o “Rei”, e não era para menos, pois o sobrecarregava com excesso de trabalho movido apenas a interesses financeiros. Elvis não tinha controle sobre sua própria carreira e vida, e não há dúvidas de que seu fim precoce e trágico deve-se em grande parte à má gestão de Parker.

“Qual o segredo para o senhor estar sempre ‘por cima’ da situa­ção?”, perguntou em 1960 um repórter da revista Variety ao coronel Parker. “Situação? É muito simples: eu sou a situação”, respondeu.

Em 1933, quando era um soldado raso do Exército Norte-americano, Parker sofreu uma crise nervosa e foi confinado na solitária, por indisciplina. Uma junta médica o dispensou com esse diagnóstico: “Depressão aguda psicogênica, estado de psicopatia constitucional e psicose. Caráter violento e instável. Potencialmente homicida.” Paira sobre Parker a suspeita de que tenha matado a bela Anna van den Enden, esposa de um verdureiro da cidadezinha de Breda, na Holanda.

“Tom Parker” era um nome falso. Andreas Cornelis van Kujik era um holandês adestrador de cães que imigrou ilegalmente para os Estados Unidos em 1929, no mesmo dia em que Anna, sua amante, foi espancada até a morte – segundo a Polícia, um crime passional. Na América, adotou o nome que o deixou famoso, trabalhou no circo – onde desenvolveu a arte de manipular o público – e, a partir dos anos 40, começou a empresariar cantores country como Jimmie Davis e June Carter (futura parceira e esposa de Johnny Cash). O título de coronel era honorífico – um mimo dado por Davis quando virou governador da Louisiana -, já que Parker havia sido seu marqueteiro político.

O mau temperamento e a arrogância de Parker eram notórios. Na gravadora RCA, os novos funcionários recebiam a instrução de “serem sempre amigáveis com o coronel”, que era cruel com subalternos. Em certa ocasião, expulsou do carro, em plena rodovia, o secretário particular Jason “Bevo” Bevis Jr., que era levemente retardado, só por não ter acendido com rapidez suficiente o seu charuto.

Parker jamais se naturalizou norte-americano, uma vez que temia que checassem seu passaporte e descobrissem seus crimes. Esse é o motivo de Elvis jamais ter excursionado fora dos Estados Unidos, com exceção de cinco shows em 1957 na vizinha Canadá. Certa vez, recusou uma oferta de US$ 2,5 milhões para uma turnê de Elvis pela América Latina.

Parker ao menos entendia de música? Não. O seu ouvido musical era zero e, das músicas que Elvis gravou, só gostava de Are You Lone­some Tonight. Mesmo assim, a relação com Elvis era de domínio quase total sobre sua vida. Parker decidia quais músicas Elvis devia gravar. Era o coronel quem apro­vava os argumentos dos filmes de Elvis em Hollywood – apesar de não saber ler. Era, enfim, o coronel quem decidia sobre as amizades do cantor e até com quem deveria casar. Foi ele quem pressionou Elvis a trocar alianças com Priscilla Ann Wagner Beaulieu em 1967, quando ela ficou grávida de Lisa Marie.

No show business, os em­pre­sá­rios normalmente ganhavam 10% de comissão sobre os clientes. Mas Parker, no fim da carreira de Elvis, cobrava 50%. E achava pouco. “Elvis é que tira 50% de tudo que eu ganho”, dizia. Parker fazia vista grossa à dependência de Elvis por barbitúricos, tranquilizantes e anfetaminas.

Segundo a jornalista Alanna Nash, autora do livro The Colonel – The Extraordinary Story of Colonel Tom Parker and Elvis Presley (2003), Elvis sofria de síndrome idêntica à das esposas abusadas: “Ele não conseguia lar­gá-lo, pois essa era a única vida que conhecia”, diz ela.

Elvis foi o único sobrevivente ao parto de gêmeos univitelinos – seu irmão, Jessie Garon, nasceu morto. Esse traço altamente significativo em termos ocultistas para os maçons e illuminatis – basta lembrar as Torres Gêmeas -, aliado a sua rara beleza, sua fragilidade emocional e seu talento extraordinário, faziam de Elvis uma vítima sacrificial ideal. Elvis foi muito religioso na infância, tendo frequentado uma Igreja Batista, onde cantava, e mais tarde, já consagrado, gravou canções e discos Gospel. Elvis se interessava por ioga, numerologia, reencarnacionismo e era um membro ativo da Sociedade Teosófica.

Elvis e sua mãe Gladys

No fim da vida, Elvis estava com um princípio de câncer nos ossos, graves problemas no cólon e no aparelho digestivo e ainda sofria de glaucoma no olho esquerdo, decorrente de hipertensão e estresse. Por conta disso, tomava grandes doses de medicamentos. Chegou a pesar 120 kg com seus 1,84 m de altura (quando começou a carreira, pesava 78 kg, e era apelidado de “The Pelvis”). Oficialmente, Elvis morreu de um ataque cardíaco fulminante, sendo que a família de sua mãe também tinha um histórico de problemas cardíacos. Falando em sua mãe, um traço marcante em Elvis foi sua intensa ligação com ela, com tendência à idealização. A afinidade com Gladys era tanta que Elvis dormiu na cama dela até os 15 anos de idade. O falecimento dela em 14 de agosto de 1958 foi o fato mais dramático de sua vida e ele nunca jamais voltou a ser o mesmo no quesito pessoal.

No período que precedeu sua morte precoce aos 42 anos, em 16 de agosto de 1977, Elvis realizou mais de cinquenta shows em apenas cinco meses. Em sua penúltima turnê, em maio, ele aparece vestido com um de seus macacões mais famosos, o “Mexican Sundial”, que ele usou durante boa parte de 1977, sendo bastante reconhecido devido ao fato dele ter servido de vestimenta durante os shows que se tornaram um especial de TV, o Elvis in Concert, também utilizado em seu último concerto em 26 de junho do mesmo ano. Tanto na parte frontal como traseira do macacão branco, aparece um enorme disco solar no estilo asteca, civilização do centro-sul do México praticante contumaz de sacrifícios de sangue ao deus sol Tonatiuh (“o que vai irradiando”). Não foi esse um prenúncio de que ele próprio acabaria sacrificado pelos Illuminati?

Símbolos do Sol usados por sociedades secretas como a Maçonaria em diversas logomarcas.
Página 71 do Codex Borgia mostrando o deus sol asteca Tonatiuh.