Os 20 anos da morte da Princesa Diana: um assassinato com requintes nobres reptilianos

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Neste 31 de agosto, completam-se os 20 anos da morte da princesa Diana e de seu namorado, o egípcio Dodi Al-Fayed (herdeiro da cadeia de lojas Harrods). Ambos morreram quando o Mercedes-Benz S280 Sedan, conduzido pelo motorista (da família de Al-Fayed) Henri Paul (um agente das Inteligências Francesa e Britânica), bateu a 130 km/h contra o 13º pilar do túnel Pont de l’Alma, em Paris.

O guarda-costas de Al-Fayed, Trevor Rees-Jones [ex-membro do Regimento Militar Britânico de Elite, o regimento de paraquedas (1st Battalion of the Parachute Regiment) mais altamente treinado e portanto mentalmente controlado], foi o único sobrevivente, fato atribuído ao uso do cinto de segurança, enquanto os outros passageiros estavam sem. Diana, sentada no banco traseiro, sofreu hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Investigações promovidas pelas polícias francesa e britânica concluíram que Henri Paul estava bêbado e em alta velocidade, a despeito de haver um vídeo que mostra Paul saindo normalmente do Hotel Ritz em direção à Mercedes. Paul desapareceu por três horas antes do acidente, período em que poderia ter sido mentalmente programado para bater precisamente no 13º pilar.

Diana foi escolhida e preparada desde cedo para ser uma espécie de “deusa moderna” e acabar sacrificada ritualisticamente. Não é à toa que o “acidente” ocorreu na noite de sábado (Saturday, dia de Saturno) para a madrugada de domingo (Sunday, dia do Sol), mais exatamente aos 25 minutos de 31 de agosto. O dia de Hécate (outro nome ou aspecto para as deusas Diana, Afrodite e Vênus) no calendário satânico é 13 de agosto, mas sob a lei satânica do simbolismo invertido, o dia certo seria mesmo 31. Diana foi levada do Ritz através da Praça da Concórdia, onde passou pelo obelisco egípcio de 3.200 anos com sua cúspide ou pirâmide dourada que simboliza o pênis de Osíris (com a Torre Eiffel, outro obelisco gigantesco disfarçado, ao fundo) até o ponto próximo em que a rainha Maria Antonieta foi decapitada na guilhotina durante a Revolução Francesa, tramada pela Maçonaria.

Diana foi deixada sangrando até a morte sobre o mesmo local de uma antiga câmara de sacrifício subterrânea à deusa Diana, e isso tinha de ocorrer sob a Lua no mês da deusa de agosto. Uma das antigas “tríades” era Diana (na Terra), Lua (no Céu) e Hécate (no Inferno), três aspectos da mesma energia feminina. Depois do assassinato de seu marido, Jackie Kennedy viajou à ilha grega de Delos no Mar Egeu, o lugar de nascimento legendário de Diana e Apolo e considerado o domínio de Hécate, a deusa das “artes infernais” e a “rainha do submundo”. O nome verdadeiro de Dodi Al-Fayed era Emad El Din, que em árabe significa “Pilar da Fé”. Portanto, se Diana representava a própria deusa Diana ou Ísis, o egípcio Al-Fayed representava Osíris. Se Diana estava mesmo grávida, como muitas fontes garantem, seu feto simbolizaria Hórus.

Diana aparece com a barriga proeminente em uma foto batida por Lionel Cironneau na segunda-feira, 14 julho de 1997, ocasião em que havia acabado de pegar uma carona em um jet-ski em Saint Tropez, Riviera Francesa, onde passava alguns dias de férias na residência de Mohamed Al-Fayed. Diana talvez sequer tivesse se dado conta de que estava grávida e o seu feto pode ter sido retirado pela equipe médica (composta por Bruno Riou, Pierre Coriat, Alain Pavie e Jean Pierre Benazat) sobre a mesa de operações na sala de cirurgia do hospital em Paris enquanto “lutavam por salvá-la”, quando já estava clinicamente morta há mais de uma hora. David Icke escutou rumores de que as células do feto estavam sendo usadas para clonar bebês dessa mescla genética que seriam os futuros “deuses do sol”.

A equipe médica de emergência fez de tudo para assegurar que Diana não deixasse o túnel (câmara de sacrifício) viva e lá permanecesse sangrando até a morte. Houve uma demora assombrosa da equipe em levá-la ao hospital (mais de uma hora e meia), quando ela requeria cirurgia urgente. A ambulância que levou Diana para o Hospital La Pitié Salpêtrière demorou 40 minutos para percorrer uma distância de apenas 5 quilômetros até o hospital. “Coincidentemente”, no local situado logo acima do ponto do “acidente”, há uma praça com uma réplica da tocha da Estátua da Liberdade, e a tocha, como sabemos, é o símbolo supremo dos Illuminati. Esta tocha foi colocada lá em 1989 em memória dos mortos na Segunda Guerra Mundial, mas a população acabou por adotá-la como um memorial a Diana. A tocha que está sobre o túnel Pont de l’Alma se ergue sobre uma estrela negra de cinco pontas, o símbolo satânico mais poderoso.

O sangue nobre de Diana

Descendente de aristocratas britânicos, filha do visconde Edward John Spencer, 8º conde Spencer (1924-1992) e de Frances Shand Kydd (1936-2004), respectivamente neta dos nobres Albert Spencer, 7º conde Spencer (1892-1975) e Edmund Burke-Roche, 4º barão Fermoy (1885-1955), Diana Frances Spencer, a princesa de Gales (princess of Wales), nasceu na aldeia de Sandringham, no condado inglês de Norfolk, em 1º de julho de 1961.

Terceira filha do sexo feminino e penúltima do casal, teve quatro irmãos, sendo que um deles, John Spencer, morreu 10 horas depois de nascer, em 12 de janeiro de 1960. São eles: Charles Edward Maurice Spencer, 9º conde Spencer (1964-), Cynthia Jane Fellowes, baronesa Fellowes (1957-), e lady Elizabeth Sarah Lavinia McCorquodale (1955-). Como o filho que morreu havia nascido um ano antes de Diana, ela acreditava que seus pais preferiam que ela tivesse sido um menino.

Os Spencers são uma família de linhagem nobre e Diana estava relacionada com incontáveis linhas aristocráticas. São primos dos Spencer-Churchills e relacionados com a família Marlborough de Blenheim Palace em Oxfordshire, onde o estadista e primeiro-ministro Winston Churchill nasceu. Outros antepassados incluíam o duque de Marlborough, sir Robert Walpole. A família Spencer herdou uma considerável fortuna de Sarah, duquesa de Marlborough. Também se mesclaram com a família Cavendish, os duques de Devonshire da Casa Chatsworth, e esse ramo se tornou conhecido como Spencer-Cavendish. Diana compartilhava antepassados comuns com o príncipe Charles, com o 3º duque de Devonshire e, mais significativamente, o rei James (Jaime, 1566-1625), rei da Escócia como James VI (desde 1567) e da Inglaterra e da Irlanda pela União das Coroas como James I a partir de 1603 até sua morte. James foi o patrocinador de Francis Bacon e ajudou na formação da Companhia da Virgínia – que ainda controla os Estados Unidos –, e na criação da versão do Rei James da Bíblia. Diana era também descendente através de várias linhas dos reis Stuart, Carlos II e James II, que a conectavam, com James I, à linhagem Merovíngia na França. Os Spencers têm uma longa história de servir a monarquia, tradição que continuou com o pai de Diana, que era ajudante de câmara do rei Jorge VI (que estava casado com a Rainha Mãe) e da rainha Elizabeth. A irmã de Diana, Cynthia Jane Fellowes, está casada com sir Robert Fellowes, barão Fellowes, que foi secretário particular de Elizabeth II entre 1990 e 1999.

Para mais detalhes sobre o assasinato da princesa Diana, ver o livro de David Icke, The Biggest Secret: The Book that Will Change the World (Arizona, Bridge of Love Publications, 1999).

Os slides abaixo fazem parte do tópico “Bloodlines – British Monarchy”, de minha conferência, palestra ou curso Os Illuminati e a Nova Ordem Mundial.

Family album picture of Lady Diana Spencer in Berkshire in 1968, with her brother Charles Edward, Viscount Althorpe, a former Page of Honor to the Queen. (AP Photo)

HRH The Princess of Wales after her wedding at Buckingham Palace on 29th July 1981. (Photo by Lichfield/Getty Images).

Diana, in the rear seat, her bodyguard Trevor Rees-Jones, left, and driver Henri Paul are seen shortly before the car crash that killed Diana, her companion Dodi Fayed and the driver in Paris.

Para saber mais, assista ao documentário de Christopher Everard, The Illuminati – Vol. III: Murdered by the Monarchy, in http://enigmatv.com/

Agradecimentos especiais a Christopher Everard, que me inspirou a escrever esta matéria.

Special thanks to Christopher Everard, who inspired me to write this story.