“Criaturas não-humanas de cabeça alongada controlam o Vaticano”, diz Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Karen Hudes, uma ex-executiva do Banco Mundial (World Bank), de onde foi demitida por revelar informações sobre a corrupção na instituição, desde o início de 2014 vem afirmando categoricamente que criaturas não-humanas de cabeça alongada e inteligência excepcional chamadas de Homo capensis controlam o Vaticano e a economia mundial.

Ninguém estaria levando muito a sério essa velha teoria conspiratória se não estivesse sendo referendada por uma autoridade altamente prestigiada e que ostenta um conhecimento excepcional sobre os bastidores da elite financeira global em decorrência de ter trabalhado no departamento jurídico do Banco Mundial por 20 anos, o que a colocou em uma posição privilegiada para obter informações sobre os esquemas que governam o mundo.

Ao ser perguntada por Gary Franchi, da Next News Network (NNN), sobre quem estaria controlando o mundo, ela respondeu, sem hesitações e rodeios, que “Criaturas não-humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos de todo o mundo”. De acordo com ela, esses seres estão no poder há muito tempo: “Não são da raça humana. Eles se chamam Homo capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo”.

Gary Franchi e Karen Hudes

Para fundamentar sua declaração, ela citou os crânios alongados egípcios e peruanos, as mitras usadas pelos bispos, que nada mais seriam do que uma referência aos Homo capensis. Disse também que todo maçom que chega ao grau 33 fica sabendo que Moisés e Akhenaton eram o mesmo ser, e que na verdade Moisés era um Homo capensis. Segundo Karen, há provas em DNA da existência desses seres, o que poderia ser confirmado pelos recentes estudos dos crânios alongados do Peru, que demonstraram material genético desconhecido, não encontrado em humanos.

O currículo de Hudes inclui um bacharelado em Direito pela Universidade de Yale e um de Economia pela Universidade de Amsterdã. Ela trabalhou no Export-Import Bank dos Estados Unidos e, depois, no Departamento Jurídico do Banco Mundial, onde virou uma assessora de alto escalão.

As palavras da whistleblower, que espontaneamente levou ao conhecimento das autoridades e do público informações relevantes sobre ilicitudes no Banco Mundial, vieram a referendar e fazer eco às de uma outra alta autoridade, o ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Theodore Hellyer, que um ano antes, em 2013, afirmou durante uma audiência pública sobre a existência de vida extraterrestre realizada entre os dias 29 de abril e 3 de maio em Washington, D.C., diante de diversos ex-senadores e membros da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, que “Há ETs vivos na Terra neste momento, e pelo menos dois deles provavelmente trabalham com o governo dos Estados Unidos”.

Hellyer, em seu caso, já era um conhecido defensor da existência de vida extraterrestre, tanto que em 2005 havia declarado abertamente que acreditava em OVNIs e que ele mesmo, junto com sua esposa e amigos, viu um certa vez, o que gerou grande repercussão no Canadá. Como ministro da Defesa Nacional Canadense em 1963, Hellyer foi responsável pela controversa integração entre o Comando Marítimo das Forças (Marinha), o Comando das Forças Terrestres Canadenses (Exército) e a Força Aérea Real do Canadá (Aeronáutica) em uma única organização: as Forças Armadas Canadenses. Hellyer, o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, que funciona como uma espécie de gabinete ministerial na monarquia constitucional do país, afirmou ainda que investigações apontaram a existência de “pelo menos quatro espécies de extraterrestres que têm visitado a Terra há milhares de anos”.

Já no caso de Karen, ela fazia o seu debut depois de ter, digamos assim, preparado o público com “amenas” revelações sobre o núcleo hermético das gigantescas instituições e corporações financeiras que dominam o planeta. Karen começou explicando que um pequeno grupo de entidades, na sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exerce uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores, como demonstrou um núcleo do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique, que ao estudar as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo, descobriram que existe uma “super-entidade” de 147 megacorporações muito unidas que controlam 40% de toda a economia mundial.

As elites globais, contudo, não controlam apenas essas megacorporações. Segundo Karen, controlam também as finanças de quase todas as nações do planeta por meio do Banco Mundial, do FMI e dos bancos centrais dos países, como o Federal Reserv dos Estados Unidos, que controla toda a emissão de dinheiro e a sua circulação internacional.

O “banco central dos bancos centrais”, a cúpula desse sistema mastodôntico, de acordo com Karen, é o Banco de Pagamentos Internacionais (Bank for International Settlements), “Uma organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria nem sequer ouviu falar, mas que controla secretamente a emissão de dinheiro do mundo inteiro. Trata-se do banco central dos bancos centrais, localizado na Basileia, Suíça, e que possui sucursais em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um banco central do mundo não eleito, que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais […]. Hoje, 58 bancos centrais pertencem ao Banco de Pagamentos Internacionais, que tem mais poder sobre a economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer outro país) do que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais reúnem-se na Basileia. Durante essas reuniões, são tomadas decisões que atingem todos os homens, mulheres e crianças do planeta, e nenhum de nós tem voz naquilo que se decide. O Banco de Pagamentos Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro sistema financeiro global unificado.”

Segundo Karen, a ferramenta principal para escravizar as nações e governos inteiros é a dívida: “Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver todos os nossos governos escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam dependentes das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam nas suas campanhas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de informação, esses meios nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona o nosso sistema”, afirmou.

Facebook de Karen Hudes

Fontes consultadas:

History

Russia Today

Diário Liberdade

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