Harry & Meghan: a razão reptiliana por trás da decisão do casal de deixar a Família Real Britânica

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

O príncipe Andrew em companhia de Epstein.

Não bastasse o príncipe Andrew, terceiro filho da rainha Elizabeth II e duque de York, ter se afastado no final de novembro dos deveres reais devido às repercussões da amizade que mantinha há 20 anos com Jeffrey Epstein, o bilionário americano que cometeu suicídio na prisão em 10 de agosto após ser exposto como abusador e explorador sexual sistemático de menores, no dia 18 de janeiro o príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle causaram espécie ao comunicarem oficialmente que se afastariam de seus deveres como parte da Família Real Britânica, uma decisão sem precedentes apenas comparável a da abdicação de Eduardo VIII em 1936, que deixou a coroa para se casar com a norte-americana Wallis Simpson, que já havia se divorciado duas vezes.

Segundo filho do príncipe Charles e da princesa Diana, Harry perde o título de capitão geral dos fuzileiros navais reais que recebeu de seu avô, o príncipe Philip, duque de Edimburgo, marido da rainha Elizabeth II e consorte do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte desde 1952 (aliás o consorte mais velho e de maior reinado na história da monarquia britânica, além de o homem mais velho da história da família real), que o deteve de 1953 a 2017, e deixa de ser o comandante de honra das Forças Aéreas Reais, bem como embaixador da juventude na Commonwealth, embora permaneça sendo príncipe e mantenha sua sexta posição na linha de sucessão ao trono britânico. Ele e sua mulher permanecem com seus títulos de duque e duquesa de Sussex que receberam da rainha no dia do casamento, em 18 de maio de 2018, mas não poderão mais usar o título de Sua Alteza Real e fazer nomeações militares oficiais.

O casal Harry e Meghan em companhia de seus “primos” reptilianos.

O casal deixará de representar oficialmente a rainha Elizabeth II e de receber dinheiro público para cumprir deveres reais, além de terem de ressarcir 2,4 milhões de libras (cerca de R$ 13 milhões) aos cofres públicos pela reforma de sua residência oficial, o Frogmore Cottage, no Castelo de Windsor, pela qual agora pagarão aluguel.  As despesas do casal – como custo de vida, viagens, roupas, etc. – que eram cobertas pelo príncipe Charles com renda do Ducado da Cornualha (que possui várias propriedades e investimentos), terão agora de serem cobertas pelo próprio casal. Só para que se tenha uma ideia do montante, em 2019 cada filho de Charles recebeu mais de 5 milhões de libras (cerca de R$ 26 milhões).

Meghan, Harry e Elizabeth II. Foto: New York Times Post.

A decisão extremada do casal de renunciar aos seus deveres reais, títulos de nobreza e recursos públicos, ou seja, deixar tudo para trás para viver entre o Reino Unido e a América do Norte, principalmente no Canadá, onde Meghan morou quando trabalhava como atriz, foi tomada, segundo disseram, depois de meses de reflexão e debate dentro da família. Por fim, resolveram que “não havia outra opção”.

Certamente todo mendigo quer virar príncipe, e não o contrário, como no livro escrito em 1881 por Mark Twain, assim como toda menina quer virar uma princesa, e não jogar tudo fora assim que consegue isso, como fez Meghan. Somente motivos muito, mas muito fortes e inexoráveis, levariam dois nobres – um por nascimento e outro por conquista – a preferirem a condição de plebeus.

O príncipe Harry provoca o príncipe William com uma cobra na Reserva Natural Mokolodi em Botsuana, na África, em 2010.
O príncipe Harry acaricia um lagarto Tuatara de 118 anos de idade no Aeroporto de Invercargill durante sua visita à Nova Zelândia em maio de 2015. Foto de Tim Rooke.

Em outubro passado, em um documentário da rede ITV produzido durante um tour deles pela África, Meghan falou da “difícil” adaptação dela para a vida real e que não estava preparada para o escrutínio intenso da mídia. Será que o motivo teria sido apenas e tão somente a intensa exposição e o contínuo assédio e escrutínio da mídia? No documentário, Harry admitiu que lida com as pressões da mídia como uma questão que exige “cuidados constantes”: “Parte desse trabalho significa ter de manter a compostura, mas, para mim e minha mulher, há muitas coisas (divulgadas pela mídia) que machucam, especialmente quando a maior parte não é verdadeira.”

Charles e Diana com o príncipe Harry no colo.

Já em 2017, em uma entrevista ao Daily Telegraph, Harry disse que a perda de sua mãe Diana aos 12 anos o obrigou a “bloquear” suas emoções pelos últimos 20 anos, o que teve um “efeito bem sério” não só em sua vida pessoal, mas também no seu trabalho, a ponto de quase provocar-lhe um “completo colapso em diversas ocasiões, quando todos os tipos de pesar, todos os tipos de mentiras, equívocos e tudo o mais vai chegando para você de todos os ângulos.” Harry jurou “sempre proteger” sua família para evitar a repetição da tragédia de Diana. E declarou: “Perdi minha mãe e agora vejo minha esposa sendo vítima das mesmas forças poderosas. Não sou paranóico, só não quero repetir o passado.”

Harry, portanto, estava temeroso que sua esposa acabasse morta tal como sua mãe Diana, de quem herdou muitos traços, não sendo, porém, em praticamente nada parecido com seu pai Charles. Ao que tudo indica, Harry, nascido no hospital St Mary, em Paddington, no dia 15 de setembro de 1984, não seria filho de Charles, mas de James Lifford Hewitt, ex-oficial da cavalaria do Exército Britânico (British Army) que teve um caso com Diana durante cinco anos. Diana admitiu publicamente em 1995 que havia cometido adultério com Hewitt. Por causa disso, seu antigo regimento militar declarou-o “persona non grata” em seus quartéis. Hewitt cogitou em cometer suicídio depois que seu caso com Diana terminou. Ele estava se preparando para viajar à França, quando sua mãe insistiu em ir com ele. “Se ela não tivesse ido, eu provavelmente teria me matado. Então, eu devo minha vida a ela, realmente”, admitiu.

Como demonstrei cabalmente no dossiê Os 20 anos da morte da Princesa Diana: um assassinato com requintes nobres reptilianos, Diana foi convenientemente assassinada (ou melhor, sacrificada) pela Família Real Britânica, daí a decisão de Harry de afastar-se completamente dela, ainda mais por não ser filho sanguíneo de Charles. Eis porque também preferiu casar-se com uma plebeia.

Todos devem estar lembrados que em 31 de agosto de 1997, Diana[1] e seu namorado, o egípcio Dodi Al-Fayed (herdeiro da cadeia de lojas Harrods), morreram quando o Mercedes-Benz S280 Sedan, conduzida pelo motorista (da família de Al-Fayed) Henri Paul (um agente das Inteligências Francesa e Britânica), bateu a 130 km/h contra o 13º pilar do túnel Pont de l’Alma, em Paris.

O guarda-costas de Al-Fayed, Trevor Rees-Jones [ex-membro do Regimento Militar Britânico de Elite, o regimento de paraquedas (1st Battalion of the Parachute Regiment) mais altamente treinado e portanto mentalmente controlado], foi o único sobrevivente, fato atribuído ao uso do cinto de segurança, enquanto os outros passageiros estavam sem. Diana, sentada no banco traseiro, sofreu hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Investigações promovidas pelas polícias francesa e britânica concluíram que Henri Paul estava bêbado e em alta velocidade, a despeito de haver um vídeo que mostra Paul saindo normalmente do Hotel Ritz em direção à Mercedes. Paul desapareceu por três horas antes do acidente, período em que poderia ter sido mentalmente programado para bater precisamente no 13º pilar.

Diana foi escolhida e preparada desde cedo para ser uma espécie de “deusa moderna” e acabar sacrificada ritualisticamente. Não é à toa que o “acidente” ocorreu na noite de sábado (Saturday, dia de Saturno) para a madrugada de domingo (Sunday, dia do Sol), mais exatamente aos 25 minutos de 31 de agosto. O dia de Hécate (outro nome ou aspecto para as deusas Diana, Afrodite e Vênus) no calendário satânico é 13 de agosto, mas sob a lei satânica do simbolismo invertido, o dia certo seria mesmo 31.

 

Diana foi levada do Ritz através da Praça da Concórdia, onde passou pelo obelisco egípcio de 3.200 anos com sua cúspide ou pirâmide dourada que simboliza o pênis de Osíris (com a Torre Eiffel, outro obelisco gigantesco disfarçado, ao fundo) até o ponto próximo em que a rainha Maria Antonieta foi decapitada na guilhotina durante a Revolução Francesa, tramada pela Maçonaria.

Diana foi deixada sangrando até a morte sobre o mesmo local de uma antiga câmara de sacrifício subterrânea à deusa Diana, e isso tinha de ocorrer sob a Lua no mês da deusa de agosto. Uma das antigas “tríades” era Diana (na Terra), Lua (no Céu) e Hécate (no Inferno), três aspectos da mesma energia feminina. Depois do assassinato de seu marido, Jackie Kennedy viajou à ilha grega de Delos no Mar Egeu, o lugar de nascimento legendário de Diana e Apolo e considerado o domínio de Hécate, a deusa das “artes infernais” e a “rainha do submundo”.

O nome verdadeiro de Dodi Al-Fayed era Emad El Din, que em árabe significa “Pilar da Fé”. Portanto, se Diana representava a própria deusa Diana ou Ísis, o egípcio Al-Fayed representava Osíris. Se Diana estava mesmo grávida, como muitas fontes garantem,[2] seu feto simbolizaria Hórus.

A equipe médica de emergência fez de tudo para assegurar que Diana não deixasse o túnel (câmara de sacrifício) viva e lá permanecesse sangrando até a morte. Houve uma demora assombrosa da equipe em levá-la ao hospital (mais de uma hora e meia), quando ela requeria cirurgia urgente. A ambulância que levou Diana para o Hospital La Pitié Salpêtrière demorou 40 minutos para percorrer uma distância de apenas 5 quilômetros até o hospital.

“Coincidentemente”, no local situado logo acima do ponto do “acidente”, há uma praça com uma réplica da tocha da Estátua da Liberdade, e a tocha, como sabemos, é o símbolo supremo dos Illuminati. Esta tocha foi colocada lá em 1989 em memória dos mortos na Segunda Guerra Mundial, mas a população acabou por adotá-la como um memorial a Diana. A tocha que está sobre o túnel Pont de l’Alma se ergue sobre uma estrela negra de cinco pontas, o símbolo satânico mais poderoso.[3]

A frequência que camufla e encobre os reptilianos e que os impede de serem vistos como realmente são, é mantida pelo massivo controle mental que operam e que tem sido uma das armas mais efetivas das linhagens genéticas reptilianas. Por outro lado, a desagregação da Família Real Britânica desde o assassinato de Diana é sintomática e cada vez mais pessoas questionam o seu papel e a sua legitimidade. A matrix reptiliana em que estamos aprisionados vai sendo exposta e muitos vão deixando de ser meros veículos para essas entidades.

Notas:

[1] Descendente de aristocratas britânicos, filha do visconde Edward John Spencer, 8º conde Spencer (1924-1992) e de Frances Shand Kydd (1936-2004), respectivamente neta dos nobres Albert Spencer, 7º conde Spencer (1892-1975) e Edmund Burke-Roche, 4º barão Fermoy (1885-1955), Diana Frances Spencer, a princesa de Gales (princess of Wales), nasceu na aldeia de Sandringham, no condado inglês de Norfolk, em 1º de julho de 1961. Terceira filha do sexo feminino e penúltima do casal, teve quatro irmãos, sendo que um deles, John Spencer, morreu 10 horas depois de nascer, em 12 de janeiro de 1960. São eles: Charles Edward Maurice Spencer, 9º conde Spencer (1964-), Cynthia Jane Fellowes, baronesa Fellowes (1957-), e lady Elizabeth Sarah Lavinia McCorquodale (1955-). Como o filho que morreu havia nascido um ano antes de Diana, ela acreditava que seus pais preferiam que ela tivesse sido um menino. Os Spencers são uma família de linhagem nobre e Diana estava relacionada com incontáveis linhas aristocráticas. São primos dos Spencer-Churchills e relacionados com a família Marlborough de Blenheim Palace em Oxfordshire, onde o estadista e primeiro-ministro Winston Churchill nasceu. Outros antepassados incluíam o duque de Marlborough, sir Robert Walpole. A família Spencer herdou uma considerável fortuna de Sarah, duquesa de Marlborough. Também se mesclaram com a família Cavendish, os duques de Devonshire da Casa Chatsworth, e esse ramo se tornou conhecido como Spencer-Cavendish. Diana compartilhava antepassados comuns com o príncipe Charles, com o 3º duque de Devonshire e, mais significativamente, o rei James (Jaime, 1566-1625), rei da Escócia como James VI (desde 1567) e da Inglaterra e da Irlanda pela União das Coroas como James I a partir de 1603 até sua morte. James foi o patrocinador de Francis Bacon e ajudou na formação da Companhia da Virgínia – que ainda controla os Estados Unidos –, e na criação da versão do Rei James da Bíblia. Diana era também descendente através de várias linhas dos reis Stuart, Carlos II e James II, que a conectavam, com James I, à linhagem Merovíngia na França. Os Spencers têm uma longa história de servir a monarquia, tradição que continuou com o pai de Diana, que era ajudante de câmara do rei Jorge VI (que estava casado com a Rainha Mãe) e da rainha Elizabeth. A irmã de Diana, Cynthia Jane Fellowes, está casada com sir Robert Fellowes, barão Fellowes, que foi secretário particular de Elizabeth II entre 1990 e 1999.

[2] Diana aparece com a barriga proeminente em uma foto batida por Lionel Cironneau na segunda-feira,14 julho de 1997, ocasião em que havia acabado de pegar uma carona em um jet-ski em Saint Tropez, Riviera Francesa, onde passava alguns dias de férias na residência de Mohamed Al-Fayed. Diana talvez sequer tivesse se dado conta de que estava grávida e o seu feto pode ter sido retirado pela equipe médica (composta por Bruno Riou, Pierre Coriat, Alain Pavie e Jean Pierre Benazat) sobre a mesa de operações na sala de cirurgia do hospital em Paris enquanto “lutavam por salvá-la”, quando já estava clinicamente morta há mais de uma hora. David Icke escutou rumores de que as células do feto estavam sendo usadas para clonar bebês dessa mescla genética que seriam os futuros “deuses do sol”.

[3] Para mais detalhes sobre o assasinato da princesa Diana, ver o livro de David Icke, The Biggest Secret: The Book that Will Change the World (Arizona, Bridge of Love Publications, 1999).

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