Evento 201, a simulação que previu a pandemia de Covid-19 dois meses antes de sua irrupção

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Bill & Melinda Gates

Bill Gates, o filantropo bilionário e co-fundador da Microsoft, considerado a segunda pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada de cerca de US$ 106 bilhões, segundo a revista americana Forbes (Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon, encabeça a lista), tem sido uma das figuras públicas de proa sobre a pandemia de coronavírus. Embora tenha iniciado sua carreira como programador de computador, Gates dedicou grande parte das últimas duas décadas à saúde pública e à medicina. Por meio de sua Fundação Bill & Melinda Gates, já destinou US$ 250 milhões para ajudar a desenvolver uma vacina eficaz contra a Covid-19. Com sede em Seattle, a fundação é administrada por três curadores: Bill e sua esposa Melinda, e o financiador Warren Buffett. Desde que foi criada há 20 anos, a fundação contribuiu com mais de US$ 6 bilhões para pesquisa médica e assistência médica, com foco no tratamento e prevenção de AIDS, tuberculose, malária, sarampo e outras doenças, particularmente na África e em algumas das partes mais pobres de o mundo.

Assumidamente entusiasta e um dos principais bastiões da Nova Ordem Mundial, Gates, que há anos vem alertando em suas entrevistas e palestras a respeito da irrupção de uma pandemia global e defendendo programas de vacinação em massa, ao que tudo indica sabia, de alguma forma, que viveríamos o que estamos infelizmente vivendo hoje, e nem estou falando do fato de ter armazenado comida em seu porão para se preparar para uma pandemia, de acordo com o que revelou sua própria esposa, Melinda.

Só para citar um exemplo, o mais eloquente e conhecido, e que já teve mais de 25 milhões de visualizações no YouTube, em 2015 Gates fez uma conferência no TED [acrônimo de Technology, Entertainment, Design, ou Tecnologia, Entretenimento, Planejamento, uma série de conferências realizadas na Europa, na Ásia e nas Américas pela Fundação Sapling, dos Estados Unidos, sem fins lucrativos, voltada à disseminação de ideias] alertando as pessoas de que um vírus infeccioso era um risco maior para a humanidade do que a guerra nuclear. “Se algo matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é mais provável que seja um vírus altamente infeccioso do que uma guerra”, disse literalmente Gates. “Não são mísseis, mas micróbios.”

Bill Gates no TED em 2015

Com base em lições aprendidas com a crise do vírus Ebola na África Ocidental em 2014, Gates predisse que o mundo não estaria preparado para a pandemia futura que nos atingiria. “Na verdade, investimos muito pouco em um sistema para impedir uma epidemia”, disse ele, ecoando avisos de especialistas em doenças infecciosas. “Não estamos prontos para a próxima epidemia.”

Gates observou que não havia epidemiologistas suficientes para rastrear o Ebola ou médicos suficientes para tratar os pacientes. Registros mantidos em papel em vez de computadores e outras deficiências dificultaram os esforços. A sociedade, segundo ele, teve sorte porque o surto – que matou mais de 11 mil pessoas na Libéria, Serra Leoa e Guiné – permaneceu restrito às áreas rurais, ou teria sido muito pior. “O fracasso na preparação pode fazem com que a próxima epidemia seja dramaticamente mais devastadora que o Ebola”, disse ele.

Gates recomendou que a OMS e os governos criassem equipes de emergência e os treinassem como soldados para que pudessem se mover rapidamente para as áreas afetadas pelas pandemias e então começassem a testar e tratar vítimas. Os governos também precisariam investir muito mais em equipamentos médicos, pesquisas de vacinas e outras formas de preparação, segundo Gates.

A previsão de Gates acertou até mesmo quanto ao que está acontecendo com a economia mundial devido às medidas para conter a Covid-19: “O Banco Mundial estima que, se tivermos uma epidemia de gripe, a riqueza global diminuirá em mais de três trilhões de dólares e teríamos milhões e milhões de mortes”.

Sua Fundação Bill & Melinda Gates também foi uma das promotoras, junto com a Johns Hopkins Center for Health Security e o Fórum Econômico Mundial, do Event 201, que em outubro de 2019, ou seja, apenas dois meses antes do início do surto do novo coronavírus, reuniu, durante três horas e meia, um grupo seleto de 15 empresários, funcionários do governo e médicos para planejar uma resposta global a uma pandemia de um novo coronavírus, isso mesmo. Na simulação, apesar dos esforços, o grupo não conseguiu impedir que o então hipotético coronavírus matasse 65 milhões de pessoas em 18 meses, nem tampouco diminuir as consequências econômicas e sociais em larga escala.

O cenário proposto para o Event 201 tem tantas semelhanças com a pandemia agora vivida que fica patente que seus promotores sabiam o que iria acontecer em breve. Vide que o surto do novo coronavírus, na simulação, começa a ser transmitido de morcegos para porcos e, depois, para pessoas, o que origina uma “pandemia severa” a requerer “cooperação entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes” a fim de evitar seus “efeitos catastróficos”.

Uma das principais conclusões foi a de que o mundo não estaria preparado para enfrentar uma crise global dessa natureza… E a recomendação é a de que deveriam ser garantidos os estoques de medicamentos e equipamentos médicos necessários para a prevenção da doença e reforçar os apoios para o desenvolvimento de vacinas… Por fim, o combate à desinformação é definida como outra das prioridades…

Gates também vem promovendo outro projeto controverso e alvo de teorias conspiratórias: ID 2020, a agenda do microchip humano, vendida como “uma maneira confiável” de cumprir um “direito humano fundamental e universal”, salvaguardando sua identidade na Internet e no mundo físico.

O ID2020 é um consórcio público-privado – os membros incluem representantes da Microsoft e da Accenture, além de ONGs, universidades, empresas de blockchain (também conhecido como “o protocolo da confiança”, uma tecnologia de registro distribuído que visa a descentralização como medida de segurança e outros) – a serviço do objetivo de “desenvolvimento sustentável” da ONU para 2030, de fornecer a identificação digital para bilhões de pessoas sem documentos em todo o mundo, incluindo as populações mais vulneráveis ​​do mundo, como sem-tetos e refugiados.

Em maio de 2016, na sede da ONU em Nova York, a cúpula inaugural do ID2020 reuniu mais de 400 pessoas para discutir como fornecer identidade digital a todos, incluindo 1,5 bilhão de pessoas que vivem sem qualquer forma de identificação reconhecida. Especialistas em blockchain e outras tecnologias criptográficas se uniram a representantes de órgãos de padrões técnicos para identificar como a tecnologia e outros conhecimentos do setor privado poderiam alcançar o objetivo.

Em 2019, o ID2020 iniciou um novo programa de identidade digital em colaboração com o governo de Bangladesh para criar um sistema de registros de vacinação. Um estudo experimental recente, parcialmente financiado pela Fundação Gates, descreve um adesivo de pele usado em ratos que só se torna visível sob uma luz infravermelha. Essa tecnologia pode ser útil “no mundo em desenvolvimento” para “registros intradérmicos de vacinação”.

Covid-19 não seria assim propriamente uma abreviação de “Coronavirus Disease 2019”, e sim de “Certificate of Vaccination Identification by Artificial Intelligence”. O que faz muito mais sentido, pois quando se injeta no corpo um vírus, este invade as células humanas com suas cargas de ADN, e o gene sintético se incorpora ao próprio ADN do receptor. Se tudo correr bem, os novos genes instruem as novas células que começam a produzir anticorpos potentes. O gene sintético se incorpora ao ADN do receptor. Estamos falando da alteração da composição genética humana, e de forma permanente. Ou seja, trata-se de uma nova tecnologia, de biotecnologia, um projeto de interação entre homem e máquina, com chips capazes de implantar falsas memórias, de escanearem permanentemente nossos pensamentos. As forças de segurança dos governos serão aumentadas cognitivamente e poderão impor uma ordem inquebrantável a toda a população. Isto é o que se pode chamar de instauração de uma autêntica ditadura eletrônica, de uma autêntica Matrix.

As vacinas biotecnológicas produzidas pelas empresas mega-farmacêuticas, sob a tutela da Fundação Melinda & Bill Gates, irão ser administradas pelos Estados. Quem não aceitar as vacinas, ficará impedido de fazer quase tudo, porque juntamente com essas vacinas, haverá um sistema de rastreio com os dados sanitários de cada indivíduo, o qual se tornará detectável e identificável até ao pormenor, segundo o plano da Fundação Rockefeller. Cooptada, a elite científica (especialistas em robótica, Inteligência Artificial, engenharia genética, etc.) tomará parte na construção e instalação desse “admirável mundo novo”, contrário ao humanismo e a dignidade humana.

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Livro: CoronaV de Vorazes: A Pandemia da Revolução 4.0

Autor: Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Clube dos Autores, 2020, pocket book (105 x 148), 68 páginas.

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