Os 75 anos do Dia D, do Anticristo: O lado oculto da virada a favor dos Aliados na Segunda Guerra

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Neste 6 de junho de 2019 completaram-se os 75 anos do celebrado D-Day, ou Dia D, o ponto de virada a favor dos Aliados na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Os desembarques ocorreram ao longo de um trecho de 80 quilômetros da costa da Normandia. O supremo comandante das Forças Expedicionárias Aliadas foi o general Dwight Eisenhower (que exerceria o duplo mandato de presidente dos EUA de 1953 a 61), enquanto o comando geral das forças terrestres (21º Grupo de Exércitos) foi do general britânico Bernard Montgomery. A operação, planejada por uma equipe do tenente-general britânico Frederick Morgan, foi a maior invasão anfíbia da história mundial e foi executada por elementos terrestres, marítimos e aéreos sob comando britânico direto, com mais de 160.000 soldados desembarcando em 6 de junho de 1944: 73.000 americanos, 61.715 britânicos e 21.400 canadenses.

Muito já se disse sobre tais fatos, mas o que poucos sabem é que os Aliados poderiam ter invadido a Normandia muito antes da data que entrou para a história como o “Dia D”, o que provavelmente teria poupado a vida de milhares de soldados e encurtado a duração da guerra, mas preferiram deliberadamente adiar até terça-feira, 6 de junho de 1944, sem que houvesse um motivo lógico-estratégico aparente.

A lógica residia no significado ocultista dos números, pois junho é o sexto mês do ano, o que se somava ao sexto dia do mês, e que se somavam aos algarismos do ano 1944 que, somados, davam 18 (6+6+6).

Destarte, a invasão que inverteu o curso da guerra a favor dos Aliados e colocou a história na linha de eventos em que nos encontramos, se deu em uma data que perfazia um duplo 66 e um triplo 666.

O número 6 é muito importante para o ocultista porque é o “número do homem”: o número (para os satanistas) do “governo humano perfeito” é o 66, e o número do “líder mais perfeito de todos os tempos”, o Anticristo, é o 666.

Em datas cabalísticas como o 6 de junho, inúmeras seitas satânicas e sociedades secretas ocultistas, como a Bohemian Grove, que congrega altos membros da Elite Illuminati, costumam sacrificar crianças e cumprir seus rituais de sangue para continuarem mantendo o seu poder secular.

Toda guerra, a Segunda Guerra Mundial sobretudo, pelo número de mortos, em torno de 40 milhões, é usada pela elite satânica dominante como gigantescos rituais de sacrifício humano. Desde as primeiras civilizações, sacrifícios são oferecidos ao sol, ao deus-sol, daí que o símbolo do sol esteja estampado em tudo, desde logomarcas de empresas a bandeiras nacionais. A publicidade procura sempre apor a imagem de seus produtos ao sol nascente…

Emblemas do sol em uniformes de soldados, em distintivos, divisões, crachás e emblemas indicam que eles estão marcados para sacrifício!

Soldados no Dia D indo para o abate ou sacrifício.