Os 30 anos do Aeroporto de Denver e de sua base subterrânea para um apocalipse planejado

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

O Aeroporto Internacional de Denver (Denver International Airport, DIA), no nordeste de Denver, capital do Colorado, o maior aeroporto dos Estados Unidos, com uma área total de 140 km2, o quinto aeroporto mais movimentado do país e o décimo mais movimentado do mundo, com mais de 1.400 voos por dia, começou a ser construído em setembro de 1989 e foi inaugurado em 28 de fevereiro de 1995. O custo inicial foi de US$ 1,7 bilhões, mas o projeto final ficou em US$ 4,8 bilhões, ou seja, 3,1 bilhões acima do orçamento. Inúmeras irregularidades e extravagâncias marcaram a construção da obra, como a importação de granito de várias partes do mundo.

O superfaturamento não se deveria propriamente àquilo que é muito comum no Brasil, ou seja, o desvio de recursos públicos para fins pecuniários, mas a construção de uma base subterrânea secreta para proteger a Elite VIP Illuminati em um futuro apocalipse planejado. Calcula-se que 110 milhões de metros cúbicos de terra foram removidos, muito mais do que o necessário se não fosse para abrir um enorme sistema de túneis por onde circulam caminhões e trens do metrô (não aberto à utilização do público no momento). Para as comunicações, 9.810 quilômetros de cabos de fibra óptica foram instalados. Para efeitos de comparação, o total instalado em toda a região costeira dos Estados Unidos é de pouco mais de 5.555 quilômetros.

Mas o que de fato chama a atenção no Aeroporto Internacional de Denver é um conjunto coeso de peças simbólicas que refletem a filosofia, as crenças e os objetivos da Elite globalista. Tudo em relação a este aeroporto foi meticulosamente planejado para que se tornasse uma espécie de catedral da Nova Era cheia de simbolismos ocultistas e referências a sociedades secretas.

Uma gigantesca estátua de Anúbis, deus egípcio dos mortos e moribundos, que guiava e conduzia a alma dos mortos no submundo. Sempre representado com sua típica cabeça de chacal, Anúbis também era associado como protetor das pirâmides.

Vistas do alto, vê-se nitidamente que as pistas formam uma suástica.

 

Logo na sua entrada, a escultura de um majestoso “Cavalo do Apocalipse” de 9,75 metros de altura, feito de fibra de vidro, com as duas patas empinadas, veias saltando do seu corpo azul e olhos vermelhos demoníacos brilhantes, recepciona os visitantes. Este cavalo matou seu criador, o escultor norte-americano de ascendência mexicana Luis Jimenez (1940-2006). Na terça-feira, 13 de junho de 2006, enquanto trabalhava no “Blue Mustang” em seu estúdio no Novo México, uma larga seção da escultura caiu sobre ele e cortou uma artéria de sua perna, causando-lhe uma hemorragia fatal.

Foto de Kirk Johnson.

Da mesma escola dos muralistas conterrâneos Diego Rivera (1886-1957), José Clemente Orozco (1883-1949) e David Alfaro Siqueiros (1896-1974), o artista marxista mexicano Leo Tanguma recebeu US$ 100 mil para cobrir quatro paredes do aeroporto com seus murais, que estão entre os mais emblemáticos e completos manifestos da Nova Ordem Mundial, repletos de significados ocultos e “profecias” que nada mais são do que as prerrogativas da Agenda Apocalíptica Illuminati: totalitarismo e tirania globais, guerras, genocídios, despovoamento maciço da Terra, solapamento da tradição judaico-cristã, neopaganismo, adoração da natureza, engenharia genética, transumanismo, etc.

Leo Tanguma posa diante de um de seus murais no sinistro Aeroporto Internacional de Denver.

Os murais são intitulados “Em Paz e Harmonia com a Natureza” e “Os Filhos do Sonho da Paz Mundial”, mas basta um exame um pouco mais detido para que se note a discrepância, pois o que está retratado é um mundo de pesadelo mergulhado em guerras, desarmonia e caos. Para um transeunte apressado e desatento, à primeira vista parece uma linda pintura colorida que representa crianças e animais felizes vivendo em um mundo alegre e cativante. As imagens, entretanto, são perturbadoras. Algumas crianças carregam consigo, além da bandeira de seu país, armas. Três caixões abertos contendo mulheres mortas de diferentes etnias são observados por animais. A da esquerda é uma negra, a do centro é uma indígena, e a da direita uma europeia. A menina tem à sua esquerda uma Bíblia e à direita uma estrela amarela judaica usada pelos nazistas para identificar os judeus, no que parece indicar a morte das crenças judaico-cristãs. Vê-se uma planta geneticamente modificada com uma pequena pomba saindo dela. Os filhotes de tigre têm rostos semi-humanos. Um soldado nazista com uma máscara contra gás, que aliás o faz assaz parecido com Darth Vader, segura um rifle e com a outra mão uma espada com a qual ataca uma pomba, o símbolo da paz. Ao lado vemos pessoas sofrendo e prédios destruídos.

Para completar a sinistra decoração do lugar, sinistras gárgulas, que normalmente são usadas como desaguadouros de calhas em catedrais e castelos, estão presentes no lado interno do aeroporto. As gárgulas saem de dentro de malas de pedra como se fossem “guardiões demoníacos”, já que não possuam qualquer função prática a não ser prenunciar maus agouros aos que embarcam nos aviões.

No saguão principal do aeroporto há uma pedra maçônica sob a qual foi encerrada uma cápsula do tempo que só poderá ser aberta em 2094. No marco está gravado “New World Airport Commission”, uma comissão que não existe e que na verdade se refere à Nova Ordem Mundial.

A pergunta que fica é: Qual será o mundo que haverá em 2094, a depender dessa “iluminada” Elite?

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