Coronavírus: o lado oculto da pandemia

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga (em Osaka, Japão)

O Covid-19 que surgiu em dezembro de 2019 na província de Hubei, no centro da China, e já chegou a mais de 150 países e territórios em cinco continentes, infectou, até este momento, em três meses de pandemia, quase 500 mil pessoas e causou quase 21 mil mortes. A China lidera em número de casos (mais de 81 mil), enquanto a Itália, com quase 75 mil casos, o de mortes (mais de 7.500). Os EUA seguem em terceiro com quase 65 mil casos e mil mortes, e a Espanha em quarto, com mais de 47 mil casos e quase 3.500 mortes.

Photo credit: Reuters-Valentyn Ogirenko.

O roteiro para o coronavírus, assim como o de eventos de monta do porte de um 11 de Setembro, já estava escrito há muito e foi antecipando em vários seriados e filmes por “magos negros” que integram a elite ocultista Illuminati. Essas prévias de suas ações futuras são ao mesmo tempo uma forma de chacota sádica, típica de psicopatas, e de ir preparando psicologicamente a população para aceitar o inevitável.

Contágio, lançado em setembro de 2011, foi o que mais nos advertiu e nos acautelou quanto a irrupção de uma pandemia que agora reconhecemos como a do novo coronavírus. No filme, dirigido por Steven Soderbergh e roteirizado por Scott Z. Burns (ambos já tinha feito juntos O Desinformante!, em 2009), que recorreu à consultoria do dr. Ian Lipkin, então professor de epidemiologia na Universidade de Columbia, o vírus, altamente contagioso e mortal, chamado MEV-1, é transmitido pelo contato com pessoas infectadas ou com objetos que estas tenham tocado. O MEV-1 se espalha rapidamente pelo planeta, enquanto a comunidade científica tenta descobrir uma vacina ou uma possível cura para o que se suspeita ser, inicialmente, uma “arma biológica” usada por terroristas.  

O cartaz de Contágio: “Nada se espalha como o medo”.

No Centro de Controle de Doenças, constatam que o vírus é uma mistura de material genético de vírus transmitidos por porcos e morcegos, isso mesmo, e estimam que 1 em cada 12 pessoas do mundo acabaria infectada, com uma taxa de mortalidade de 25 a 30%, dependendo das condições sócio-econômicas. A rede de contágio envolvendo morcegos e porcos é uma reminiscência da trilha do vírus Nipah (que infecta células nos sistemas respiratório e nervoso, as mesmas células do vírus no filme) que se originou na Malásia em 1997, que da mesma forma envolveu a perturbação de uma colônia de morcegos pelo desmatamento.

Bem mais do que um presságio, uma prévia do que vivemos hoje. Quando a médica Erin Mears (Kate Winslet) vai até o epicentro da crise para tentar traçar a rota de contaminação para que depois se montasse a infraestrutura necessária para tratar os pacientes, uma funcionária do governo comenta como isso poderia afetar a economia e em uma cena posterior, questiona de onde sairá o orçamento para as ações emergenciais…

A dra. Erin Mears (Kate Winslet)

Mas o que deixa mais patente que a atual pandemia do coronavírus foi um ato planejado com anos de antecedência, é que até mesmo a rota do MEV-1 coincide com a do Covid-19. Na cena final de Contágio, revela-se (spoiler) que a epidemia foi deflagrada pelo desmatamento em uma floresta na China, o que levou morcegos a conviverem com porcos que foram consumidos por humanos… E a epidemia vai sendo potencializada pela falta de assepsia de uma população que circula intensamente em um mundo cada vez mais globalizado com mais viagens internacionais e menos barreiras comerciais…

A recomendação do médico Ellis Cheever (Samuel L. Jackson) para evitar o MEV-1 é a mesma que se faz hoje em relação ao Covid-19: “Mas neste momento, nossa melhor defesa é o distanciamento social. Nada de apertos de mão, fiquem em casa se estão doentes, e lavem as mãos frequentemente.”

O dr. Ellis Cheever (Samuel L. Jackson)

E o pior cenário que todos ainda temem que pode acontecer, o pânico em massa e o colapso da ordem social, no filme acontece: várias cidades são postas em quarentena, advém a crise de abastecimento, e a violência eclode: as pessoas passam, em seu desespero, a primeiro saquear lojas e depois, casas. E assim muitas mortes se seguem em decorrência não do vírus, mas das medidas drásticas que foram tomadas para tentar deter o seu avanço! A frase no cartaz do filme é: “Nothing spreads like fear” (“Nada se espalha como o medo”). O número de mortos pelo MEV-1 chegou a 2,5 milhões nos EUA e 26 milhões em todo o mundo…

Mitch Emhoff (Matt Damon) e sua filha Jory Emhoff (Anna-Jacoby Heron) em um supermercado sendo saqueado.

O elenco estelar – Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Lawrence Fishburn, Marion Cotillard, Bryan Cranston, Eliott Gould e Jude Law, para ficar apenas nos principais – torna um tema e uma narrativa que seriam intragáveis em um admirável espetáculo de arte cinematográfica. Na vida real, infelizmente, até os políticos são péssimos atores.

O conspiracionista e blogueiro Alan Krumwiede (Jude Law).

A pandemia de gripe 2009, conhecida como gripe suína, forneceu uma visão do aparato social após os estágios iniciais de uma pandemia. A gripe suína durou de janeiro de 2009 a agosto de 2010 e foi a segunda das duas pandemias envolvendo o vírus da gripe H1N1 – a primeira foi a pandemia de gripe espanhola de 1918 a 1920 que infectou 500 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população mundial na época, e matou de 17 a 50 milhões, e possivelmente até 100 milhões.

A gripe suína no Brasil segundo dados do Ministério da Saúde. Fonte: Folha de S. Paulo.

Descrito pela primeira vez em abril de 2009, a gripe suína parecia ser uma nova cepa do H1N1, que resultou de uma triagem tripla anterior de vírus de gripe aviária, suína e humana, combinada ainda mais com um vírus da gripe da Eurásia, o que levou ao termo gripe suína. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número confirmado de mortes foi superior a 18.036, embora alguns estudos estimaram que de 11 a 21 por cento da população global na época  – ou cerca de 700 a 1,4 bilhões de pessoas (de um total de 6,8 bilhões) – contraíram a doença, com cerca de 150 mil a 575 mil mortes. Um estudo de acompanhamento realizado em setembro de 2010 mostrou que o risco de doença grave resultante da gripe H1N1 de 2009 não era maior que o da gripe sazonal anual. Para efeitos de comparação, a OMS estima que a gripe sazonal provoca anualmente entre três e cinco milhões de casos graves da doença e entre 250 mil e 500 mil mortes.

Contágio transmitiu ultra-realisticamente as reações sociais e científicas “intensas” e “irritantes” a uma pandemia, as mesmas que estamos acompanhando agora, mas na época as únicas referências eram que as que vinham do surto da referida gripe suína de 2009 e do surto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) causada pela SARS-CoV. A SARS foi identificada pela primeira vez em Foshan , Guangdong , China, em novembro de 2002, e até 2004 mais de 8.000 pessoas de 29 países e territórios diferentes foram infectadas e pelo menos 774 morreram em todo o mundo. A OMS declarou que a SARS foi contida em 5 de julho de 2003, porém vários casos da doença foram relatados até maio de 2004.

A SARS pelo mundo segundo a OMS.

Antes disso tivemos os surtos de retrovírus, arenavírus e hantavírus, variações que, em função dos inúmeros surtos desencadeados, se tornaram melhor conhecidas em meados da década de 1990, apesar de estarem presentes na natureza há milhares de anos.

Ébola

O retrovírus Ébola pode matar em menos de 9 dias. Quatro dias após a infecção, o paciente apresenta um quadro de febre alta, feridas pelo corpo, hemorragias espontâneas, fezes e vômitos com sangue. Sob cuidados médicos adequados, o índice de mortalidade baixa a 22%. Se a infecção não for combatida, o índice sobe para 90%. Até os estertores do século XX, não havia nenhum tratamento ou vacina conhecida contra o Ébola.

Os virólogos não sabiam qual era a origem do vírus ou o seu reservatório natural, onde o vírus fica “armazenado” entre as epidemias. Pensava-se que alguns macacos o “guardavam”, mas eles também morriam quando inoculados. Alguns especulavam que ele tivesse surgido no interior da caverna Kitum, no Quênia (África). Soube-se que vegetais também servem de reservatório natural ao vírus.

O surto de Ébola na África Ocidental.

A transmissão se dá pelo ar (proximidade com pessoas infectadas) ou através de contato com sangue ou fluidos corporais contaminados (sangue  e suor). A incubação do Ébola varia de 4 a 21 dias, após o que o vírus se espalha por todo o corpo e ataca diversos tipos de células do organismo. Há uma multiplicação do vírus no fígado, baço e pulmão. Nessa fase, a pessoa não transmite o vírus.

Os primeiros sintomas são dores de cabeça e febres altas, que levam à inconsciência. Os olhos ficam vermelhos e imóveis. Surgem manchas vermelhas e coceiras em todo o corpo, que fica amarelo e coberto de feridas. O vírus dissolve os órgãos do corpo, preservando apenas os músculos e os ossos. Surgem vômitos e diarréia sanguinolentos, pois as hemorragias são mais fortes no aparelho gastrointestinal. O sangue também pode brotar pelos poros (hemorragias espontâneas). Há uma necrose geral de tecidos, como nos pulmões, devido à replicação excessiva do vírus nas células. Isso acontece porque ele provoca buracos nos vasos sanguíneos. As partes do órgão que ficam sem suprimento sanguíneo acabam morrendo e entrando em decomposição. Devido ao comprometimento das células dos vasos sanguíneos, o sangue começa a coagular em seu interior. O líquido sai dos vasos e inunda o cérebro, provocando um edema cerebral.

Uma epidemia de Ébola no Zaire, em maio de 1995, matou mais de 150 pessoas.

A exemplo do Ébola, o arenavírus e o hantavírus saem das florestas e, em decorrência das interferências ambientais, são transmitidos pelas fezes de roedores e contaminam o homem pela vias aéreas. Em 1993, o hantavírus matou duas pessoas em Juquitiba, município da Grande São Paulo.

Arenavírus

O arenavírus faz parte do primeiro grupo da febre hemorrágica, que já fez vítimas na Bolívia, na Argentina e na Venezuela. Dentro desse grupo, cientistas brasileiros isolaram o vírus Sabiá. No segundo grupo está o Ébola, que se manifestou na Europa, EUA e África. No terceiro estão a febre amarela e a dengue. E no último o hantavírus que, além de provocar febre hemorrágica, ataca o pulmão.

No final de maio de 1995, um oficial do Exército morreu e dois foram internados no Hospital Emílio Ribas de São Paulo, vítimas de febre hemorrágica contraída na selva amazônica. Os três participavam de um curso de guerra e sobrevivência na selva a 60 km de Manaus, promovido pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), do Comando Militar da Amazônia. O tenente Alberto José da Silva Guimarães morreu 7 dias depois de ser internado no Hospital Militar de Manaus. O tenente Genaro Machado Berkenkamp e o aspirante Marcos Vinícius Soares Guimarães foram levados para São Paulo e internados na manhã de 30 de maio. Os dois tinham dores musculares e de cabeça, apatia e febre. Um deles chegou urinando sangue e permaneceu na UTI do Emílio Ribas, respirando com aparelhos. Vasco Pedroso de Lima, diretor médico do hospital, disse que provavelmente a causa fosse o arenavírus ou o hantavírus. O coronel Ubiratan Marcondes, subchefe do Centro de Comunicação Social do Exército, disse que os outros 50 oficiais – a maioria tenentes – que participavam da turma de treinamento do CIGS não apresentaram sintomas.

As maiores causas de morte no mundo

Das 56,9 milhões de mortes que ocorreram em todo o mundo em 2016, mais da metade (54%) estava relacionada a dez causas principais, pela ordem, a saber: cardiopatia isquêmica (desencadeado pela obstrução dos vasos que levam sangue para o coração e que possui como principal causa a aterosclerose), acidente vascular cerebral (AVC), doença pulmonar obstrutiva crônica, infecções das vias respiratórias inferiores, Alzheimer e outras demências, câncer de pulmão, traqueia e brônquios, diabetes mellitus, acidentes de trânsito, doenças diarreicas e tuberculose.

A cardiopatia isquêmica e o acidente vascular cerebral têm sido os maiores causadores de mortes no mundo nos últimos 15 anos, responsáveis por um total de 15,2 milhões de óbitos em 2016.  A doença pulmonar obstrutiva crônica causou a morte de 3 milhões, enquanto o câncer de pulmão (juntamente com os cânceres de traqueia e brônquios) causou a de 1,7 milhão. O diabetes matou 1,6 milhão de pessoas no mesmo ano, enquanto as mortes por demência mais que dobraram entre 2000 e 2016, tornando-se a 5ª principal causa de morte global em 2016.

A OMS contabilizou só em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países, com aproximadamente 50 milhões de pessoas tendo sobrevivido com sequelas. Isso representava 3 mil vidas perdidas por dia (125 por hora) nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo, com um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país. O Brasil aparecia em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações eram responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

Em 2017, a mesma OMS contabilizou 1,25 milhão de mortes ao redor do planeta, ou seja, um número muito, mas muito superior ao da pandemia do coronavírus, mas nem por isso mandou que fechassem as ruas e estradas do mundo inteiro e decretassem estado de emergência. E nem por isso as pessoas pararam de andar de carro.

Das duas uma: ou a OMS é cínica e não dá a mínima para todas essas mortes no trânsito, ou é hipócrita e finge agora se importar com os que estão morrendo devido ao coronavírus. Há ainda uma terceira possibilidade: que sendo ela um dos braços da ONU, o protótipo do Governo Mundial, age tão somente para cumprir o objetivo final da Agenda da Nova Ordem Mundial que nada mais é do que a instauração definitiva do totalitarismo global e do Governo Mundial.

O culto ao oculto e o lado oculto do coronavírus

O mundo é governado pelo oculto e pelos que o cultuam e pactuam com ele. A elite ocultista e tenebrosa que tem trazido inúmeros males a este já malfadado e amaldiçoado mundo, criou o Covid-19 ou Coronavírus Wuhan e pela mídia que controla, espalhou o medo e o pânico em uma população já bastante enfraquecida, fragilizada, vulnerável, suscetível e predisposta a aceitar e a acatar qualquer ordem depois das tantas e sucessivas crises e desgraças que ela mesma deflagrou nas últimas décadas.

An occult paintings by the Romano sisters.

A data de 11 de março não foi escolhida por acaso pela OMS para declarar que o coronavírus tinha virado uma pandemia, até porque ela assim se caracterizava muito antes dessa data, ou seja, o reconhecimento foi bastante tardio. O motivo se deveu ao fato da data comportar um sem número de significados mágicos, esotéricos, ocultistas e cabalistas que já analisei antes em meu dossiê sobre o 11 de Setembro, mas que reanalisarei agora. Historicamente essa data tem sido preferida para marcar alguns grandes eventos.

A veneração dos ocultistas pelo número 11 tem uma explicação. Como em várias passagens da Bíblia, Deus deixa bem claro que Ele é o Princípio e o Fim, o Alfa e o Ômega, os ocultistas o identificam com o número 10, uma vez que a sequência básica dos números vai do 1 ao 0. Pela mesma razão, Deus teria nos dado 10 mandamentos, nem mais, nem menos, uma vez que 10 é o número que O representa em sua perfeição (A Lei seria uma transcrição do próprio caráter de Deus). Para os satanistas, em contrapartida, o Diabo estaria um passo além de Deus, o que se traduz pela soma de 10+1=11. O 11 seria assim o número da negação de Deus, já que vai do 9 direto para o 11. O número 11 excede o número 10 e fica aquém do número 12, que é de graça e perfeição. O 11 é a representação das forças espirituais do mal ou impuras no misticismo judaico, adverso às Sephiroth (Números) da Árvore da Vida na Cabala. O que torna o 11 ainda mais significativo é o fato do número atômico do sódio ser 11 (o que remete a Mateus 5:13-16: “Vós sois o sal da terra…”) e de existirem 92 tipos de átomos naturais (92= 9+1+1=11). Cada substância na Terra é feita de combinações desses 92 átomos. O menor deles é o hidrogênio, que contém apenas um próton no seu núcleo, e o maior é o urânio, que tem 92 prótons e 146 nêutrons. Já foram produzidos cerca de 26 átomos artificiais, mas eles não são estáveis e rapidamente se desintegram em outros menores.

Uma outra grande catástrofe veio a ocorrer em uma data com dois números 11: O Sismo e Tsunami de Sendai, o Grande Terremoto do Leste do Japão em 11 de março de 2011. O terremoto com magnitude de 9,0 com epicentro a 130 quilômetros da costa leste da península de Oshika, na região de Tohoku, com o hipocentro a uma profundidade de 24,4 quilômetros, gerou ondas de mais de 10 metros de altura que percorreram mais de 10 quilômetros de terra e causaram a morte de 13.333 pessoas e o desaparecimento de outras 16.000, além do acidente na Usina Nuclear de Fukushima, o pior desde o de Chernobil em abril de 1986, e o segundo a chegar ao nível 7 na Escala Internacional de Acidentes Nucleares. O volume de água contaminada com material radioativo despejado diariamente pela usina no Oceano Pacífico chega a 300 toneladas.

A despeito de tantos indícios e provas ligando a autoria desses eventos apocalípticos e satânicos à Maçonaria, aos Illuminati e aos demais líderes da Elite Oculta do mundo, a quase totalidade da população, condicionada pela mídia por eles controlada, continua acreditando nas versões oficiais pueris. A Elite Oculta não teme em praticar tais atos porque sempre confia na tendência humana natural de duvidar da verdade desagradável ou aterrorizadora. Os mestres Illuminati têm um ditado que diz: “Audácia, sempre audácia.” Logicamente, a audácia é algo tão chocante que será desacreditada.

Problema – reação – solução

A dialética hegeliana “problema – reação – solução” foi posta em uso intensivo.

Problema: O Covid-19 é fabricado na China e de início tudo é feito, mediante ocultamentos e negligências, para espalhar o Coronavírus Wuhan pelo mundo (até em navio ele foi incubado), e com ele o medo, a histeria e o pânico.

Reação: o estado de emergência é declarado, medidas drásticas são impostas (restrições, confinamentos, quarentenas, etc.), e economia é travada (lockdown ou paralisação do comércio, da indústria e do turismo), liberdades são suprimidas e a ditadura ou o totalitarismo global é instalado.

Solução: medicamentos e vacinas são providos pela indústria médica e farmacêutica, tornando-a ainda mais rica e poderosa e nos deixando ainda mais à mercê, enfraquecidos e dependentes, e o Estado se torna ainda mais poderoso, nos deixando ainda mais à mercê, suscetíveis a manipulações e impotentes.

Planeta Prisão

Neste momento inédito da história em que o medo e o pânico gerados pelo Coronavírus Wuhan proporcionaram ao Estado e aos governos a maior concentração de poderes da história, jamais vista, nem nos tempos do nazismo ou do comunismo estalinista, fica patente o quanto as pessoas são paradoxais.

Vivemos na era da difusão da informação e ainda assim esta é a época na qual a alienação, sobretudo a existencial, é a maior de todos os tempos. A maioria das pessoas se julga esperta, astuta, “antenada” e “perspicaz” apenas por replicar o que viu e ouviu na mídia ou foi doutrinada a aceitar como verdade.

O fato é que as massas sempre foram dirigidas e direcionadas, e hoje isso é bem mais abrangente, tanto que sua própria percepção é toldada, na extensão de seu entendimento e compreensão.

O raciocínio próprio praticamente inexiste, enquanto o pensamento de manada subsiste. A inércia sapiencial é majoritária, o questionamento e a racionalização foram deixados de lado, a humanidade virou uma agregação de indivíduos alheados e inconscientes, vivendo literamente como gados, submissos, subservientes e apascentados, cerceados, sobretudo mentalmente.

Lamentavelmente, a maioria, por culpa própria, pela inapetência que possuem com relação à Verdade, continuará a padecer na alienação. O conhecimento e a informação nunca estiveram tão acessíveis, tão difundidos, mas o gado refuta a Verdade e infelizmente se compraz com a mediocridade, compactua com a Mentira, essa é a triste realidade. A Verdade, por mais que desde sempre tenha sido suprimida, subvertida e obliterada, sempre esteve disponível a todos que almejam, que buscam por ela, e só despertarão aqueles que tiveram um apreço genuíno pela Verdade.

Subliminar?

The Curse of La Llorona (A Maldição da Chorona), 2019

Suspense e terror dirigido por Michael Chaves e escrito por Mikki Daughtry e Tobias Iaconis

Subliminar?

 

Rap do Corona

Por Mano Suenaga

Preso na Matrix, nesta ilusão,
Isto não é teoria da conspiração,
É a Agenda do Mal, da escravidão.
A prioridade é reduzir a população.
Este é o plano dos donos do mundo
Desde os tempos de Napoleão.
A humanidade é controlada
Por sociedades secretas macabras.
Só pra você ter uma noção,
Muitos acreditam que Lúcifer
É o caminho para a iluminação.
Se você não acredita, investigue,
Se você quer ser livre
É hora de acordar.
Eles querem nos manipular,
Nos iludir e nos fazer aceitar
A mentira que irá nos destruir.
Um só governo mundial,
Aí irmão, anota aí,
Eles irão nos propor
Quando o mundo sucumbir.
O mundo é conquistado passo a passo,
É o pentagrama invertido,
É a pirâmide e o compasso,
É o olho que tudo vê.
O mal no coração
É a verdadeira peste,
Fodam-se os illuminati e o seus grão-mestres.
O Onze de Setembro foi o primeiro grande passo,
Para a Nova Ordem Mundial conquistar mais um pedaço.
Mais uma vez a profecia vai se cumprindo,
É a minoria empurrando a maioria para o abismo.
Os senhores do mundo se valem do ocultismo,
Rituais sinistros, satanismo, sacrifícios,
Controle mental, guerras, terrorismo.
Alerta vermelho para um ataque biológico,
Se prepare para um evento catastrófico.
O povo está sentenciado a ser infectado,
Pelo novo coronavírus…
Confinamento, isolamento, quarentena,
O futuro da nossa família em risco.
Desastres combinados afetam a opinião pública,
Muitos se alistam para a guerra, é morte súbita.
Colapso do sistema de saúde, milhares morrendo,
Sobreviventes sem atendimento,
Subversivos presos pela polícia do pensamento.
Eles querem nos manipular,
Nos iludir e nos fazer aceitar
A mentira que irá nos destruir.
Um só governo mundial,
Aí irmão, anota aí,
Eles irão nos propor quando o mundo sucumbir.
Maldita hipnose em massa que nos condiciona
A entrar em pânico por causa do Corona.
Eles não dão a mínima para a gente,
Eles controlam até o nosso presidente.
Eles criaram um sistema incrivelmente doente!
Eles criaram um inimigo inexistente!
Eles têm medo da mídia independente!
Eles são os verdadeiros vírus, parasitas, terroristas,
Que estão por trás dessa globalização fascista!
Isso é real, não é papo de conspiracionista!
Nova Ordem Mundial é um velho sonho nazista,
E quem não faz parte do esquema é chamado de parasita!
Eles dirão que a Nova Ordem é a solução para o problema,
Um mundo unificado, poder centralizado,
Para a nossa segurança tudo será vigiado.
Sorria! Você está sendo escravizado!
Quem aceita o big brother está sendo condicionado,
Acostumado a aceitar viver confinado!
Se o mundo não acordar, eles irão conseguir
Implementar a Nova Ordem lá do topo da pirâmide.
Já está em fase final os objetivos do mal,
Os planos da agenda da elite global.
O chip RFID é a marca da besta
Que será implantada em você!
É o olho que tudo vê
Nas logomarcas multinacionais,
É Satanás no controle para controlar você!

Este artigo é um complemento do meu anterior sobre o coronavírus. Recomendo que o leia: “Coronavírus é o coroamento das teorias conspiratórias”.

5 thoughts on “Coronavírus: o lado oculto da pandemia

  • 30/03/2020 em 11:34
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    Excelente texto, suenaga .
    Infelizmente a tendencia do mundo e piorar.

  • 31/03/2020 em 20:57
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    Obrigado caro Paulo. É, infelizmente.

  • 03/04/2020 em 01:38
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    Interessante os textos apresentados e provê muito para se refletir. Mas, meu caro, uma coisa é certa: seja quem for que esteja tentando manter o controle deste mundo, não vai ser por muito tempo. A Bíblia é enfática quando diz que o Senhor é soberano e Ele reina de eternidade em eternidade. O fim está próximo e só aqueles que reconhecerem Jesus como Salvador será redimido para a eternidade ao lado do Senhor! Satanás está fazendo de tudo para levar o quantos ele possa, já sabendo que perdeu!

  • 11/04/2020 em 16:37
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    Vc poderia nos dizer algo sobre as mulheres e crianças que foram resgatadas em escravidão nós subterrâneos e cavernas nós EUA?

  • 27/05/2020 em 23:42
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    Até onde apurei, cara Karla, infelizmente essa notícia não passou de fake news.

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