Coronavírus é o coroamento das teorias conspiratórias

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga (em Osaka, Japão)

A OMS (Organização Mundial de Saúde), depois de muito protelar, declarou na quarta-feira, 11 de março de 2020, uma data cabalística muito significativa para as sociedades secretas e as altas elites que controlam o planeta, que o coronavírus (chamado 2019-nCoV e rebatizado de Covid-19) é uma pandemia. Apenas para lembrar, dois eventos históricos de monta, divisores de águas, foram desencadeados justamente nessa data: os Ataques Terroristas de 11 de março de 2004 em Madri, que mataram 191 pessoas e ocorreram exatamente 911 dias após os Ataques Terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova York, e o Sismo e Tsunami de Sendai, o Grande Terremoto do Leste do Japão em 11 de março de 2011, que matou 13.333 pessoas e causou o colapso da Usina de Fukushima, neste que foi o pior acidente nuclear da história.

A OMS alegou que nas últimas duas semanas, o número de casos fora da China havia aumentado 13 vezes e triplicado a quantidade de países afetados pela doença, prognosticando ainda que casos, mortes e números de países atingidos deveriam aumentar nos próximos dias. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, evocou os mais de 118 mil casos em 114 países e as 4.291 pessoas que já haviam morrido em decorrência do coronavírus, mas por outro lado lembrou que mais de 90% dos casos estavam concentrados em apenas quatro países – China, Coreia do Sul, Itália e Irã –, e dois deles – China e Coreia do Sul – estavam com suas epidemias em declínio significativo.

Uma pandemia desse gênero e escala, que aliás só é assim declarada quando há a propagação mundial de uma nova doença que afeta uma quantidade massiva de pessoas e que tenha transmissão sustentada de novos casos nesses locais, foi antecipada em 1998, ou seja, há 22 anos, pelo filme The X-Files: Fight the Future (Arquivo X: O Filme), que foi o primeiro longa-metragem da famosa série de televisão Arquivo X e que faz a ligação da quinta para a sexta temporadas. Atentem para este trecho do diálogo entre o agente do FBI (Federal Bureau of Investigations) Fox Mulder (David Duchovny) e o The Well-Manicured Man, ou Homem das Unhas-Bem-Feitas (John Neville) no filme, que aliás teve o subtítulo bem apropriado de Combata o Futuro:

O Homem das Unhas-Bem-Feitas e Fox Mulder.

HUBF: Você conhece o vírus Hanta?
Mulder: Sim. Um vírus fatal propagado por ratos muitos anos atrás. Os jornais diziam que a FEMA tinha sido chamada para controlar a epidemia.
HUBF: Você sabe qual é o poder de ação da Federal Emergency Management Agency?
Mulder: Ela pode suspender o governo federal constitucional ao declarar estado de emergência nacional.
HUBF: Pense nisto. O que faz uma agência tão poderosa administrando um pequeno surto virótico no Texas?
Mulder: Você está querendo dizer que não foi um pequeno surto?
HUBF: Não. Estou dizendo que não foi o vírus Hanta.
Mulder: Bom, e o que foi?
HUBF: Anos atrás, seu pai e eu fomos recrutados para um projeto. Guerra biológica. Um vírus.
Mulder: O que matou aqueles homens?
HUBF: Algo que você jamais escreveria sobre. Não podemos dar nem contexto à amplitude. Ou mesmo medir a escala do que isto poderia desencadear.
Mulder: Uma praga?
HUBF: A praga das pragas. Uma arma silenciosa para uma guerra ainda mais silenciosa. A liberação sistemática de um organismo indiscriminado para o qual não há cura. Eles vêm trabalhando nisto há 50 anos. Enquanto o mundo se ocupava dos comunistas esses caras estavam negociando um Armageddon.
Mulder: Negociando com quem?
HUBF: Acho que você sabe. O cronograma foi definido. É para ocorrer em um feriado quando as pessoas estiverem viajando. Um estado de emergência será declarado, e o governo ficará sob as ordens da FEMA. O governo secreto.

A Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA) é de fato a organização mais poderosa dos Estados Unidos, com poderes superiores aos do próprio Presidente da República, podendo, dentre uma infinidade de atribuições, suspender leis, controlar meios de comunicação e mídias, movimentar populações, deter e prender cidadãos sem quaisquer julgamentos, confiscar propriedades, sistemas de geração de energia, gás, petróleo, combustíveis e minerais, alimentos, fazendas e transportes, e até mesmo suspender os direitos constitucionais.

Os agentes Mulder e Dana Scully (Gillian Anderson) ficaram sob quarentena três vezes, nos episódios Terror no Gelo (1×07: Ice), Quando a Noite Cai (1×19: Darkness Falls) e Firewalker (2×09: Firewalker), após contato com organismos infecciosos.

O morcego-de-ferradura-grande chinês (Rhinolophus ferrumequinum), o principal suspeito de ser a origem do surto de coronavírus.

Arquivo X inspirou, instilou, instigou e incrementou paranóias e teorias conspiratórias mais do que qualquer outra série televisiva, teorias essas que não poderiam faltar em relação ao Covid-19, que embora ainda não se saiba ao certo qual foi o vetor que desencadeou o surto que surgiu na cidade chinesa de Wuhan, a maioria dos médicos e cientistas aponta para o morcego-de-ferradura-grande chinês Rhinolophus ferrumequinum, que era comercializado como uma iguaria no mercado de animais naquela cidade, que vendia frutos do mar e carne de animais selvagens, incluindo morcegos e víboras. Mais recentemente, o pangolin, animal semelhante ao tatu, também chegou a ser apontado como vetor inicial do surto, mas por serem notoriamente portadores de vários tipos de doenças, o morcego continuam a ser o suspeito número 1.

No início deste século, esses morcegos foram a causa da transmissão da síndrome respiratória aguda grave, mais conhecida como Sars, que infectou mais de 8 mil pessoas, das quais cerca de 800 morreram. Em meados da década de 2010, os morcegos deram origem a outra doença respiratória semelhante à Sars, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), que afetou menos pessoas (cerca de 2,5 mil), mas em compensação foi mais letal, causando a morte de mais de 850 pessoas.

Os teóricos da conspiração, por sua vez e como não poderiam deixar de fazer, ao ensejo de tão inusitada e alastrada pandemia, vão muito além e chegam a ligar o coronavírus ao 5G (a tecnologia sem fio de alta velocidade para redes celulares digitais) e aos chemtrails (a pulverização química supostamente feita por aeronaves comerciais) como partes da agenda secreta governamental para controlar a população.

O 5G chegou a ser apontado como a causa do surto de coronavírus, e em termos extremos, chegou-se a especular que o 5G iria garantir a “conformidade”, ativando digitalmente o coronavírus e desligando remotamente os órgãos das pessoas, ou seja, o coronavírus seria “uma cobertura para envenenamento por radiação 5G”.

Alguns afirmaram que a implantação do 5G em Wuhan em 2019 “saturou” os moradores com radiação (não ionizante), abrindo-os para o vírus Covid-19. Isso porque o governo secreto queria testar como uma população enfraquecida pela radiação 5G responderia a uma arma biologicamente projetada.

O conspiracionista David Icke, por exemplo, vinculou o coronavírus ao 5G, que ele chama de “uma arma de energia direcionada”: “E se o 5G estiver sendo usado para permitir que o novo coronavírus se infiltre mais facilmente?”, ele pergunta.

O coronavírus estaria sendo espalhado por meio dos chemtrails, oficialmente meras trilhas de vapor (gases de escape quentes que se condensam ao encontrar o ar congelado em elevadas altitudes) das aeronaves, mas que são vistas pelos teóricos da conspiração como produtos químicos, vírus e drogas sendo pulverizadas na população global para causar doenças letais ou controlar a mente.

Tidas como meros boatos, desinformações e fake news disseminados por extremistas que rejeitam opiniões de especialistas em favor de alternativas pseudocientíficas e sem fundamento, essas teorias passam de inofensivas a perigosas e até irresponsáveis quando conclamam as pessoas a rejeitarem programas obrigatórios de vacinação sob a alegação de que campanhas de saúde pública para prevenir doenças evitáveis seriam um meio para os governos controlarem e/ou envenenarem populações, ou como a série Arquivo X chegou a sugerir em vários episódios, de até mesmo injetar DNA alienígena em crianças.

O Covid-19 também é considerado uma espécie de arma biológica, e alguns chegaram a afirmar que o vírus se chama “corona” porque possui uma descarga elétrica de corona. Não, os coronavírus, identificados já nos 1960, são assim chamados porque se parecem com uma coroa com jóias.

A partir dessa alegação incorreta, os teóricos da conspiração especularam que a disseminação do vírus ocorreu devido à presença da tecnologia 5G em Wuhan, chamando-a de “uma complexa conspiração criminosa detonada pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos para travar uma guerra biológica contra a China”, em um momento em que os Estados Unidos travavam com a China uma guerra comercial.

Um erro comum é confundir ou ignorar a diferença entre radiação não ionizante (por exemplo, a das ondas de rádio e da luz visível) e radiação ionizante (raios x, radiação de fontes radioativas) para dar a impressão de que os sinais 3G, 4G e 5G são perigosos para a saúde.

Com as mídias sociais facilitando o compartilhamento de informações e opiniões – corretas ou incorretas -, a disseminação viral de teorias conspiratórias é instantânea.

No caso do novo coronavírus, há elementos que não podem ser ignorados mas que estão sendo, como sempre, pela mídia oficial, que trata, precipuamente, de espalhar o alarde e o medo. Classificar tudo como meras teorias conspiratórias e desinformações é uma atitude fácil mas falaciosa. A realidade só vem a confirmar aquilo que já foi planificado pela alta elite Illuminati há muito.

A Agenda 21 de depopulação do mundo

Conforme está explicitado no monumento Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones), também chamadas de “American Stonehenge”, no condado de Elbert, estado da Geórgia, a 72 quilômetros de Atlanta, construídas em junho de 1979 pela empresa Elberton Granite Finishing a mando de um desconhecido sob o pseudônimo de R. C. Christian (as iniciais R e C referem-se à Ordem Rosacruz, sociedade secreta que teve origem no século XIV com o mítico Christian Rosenkreuz), onde estão gravados “Os Dez Mandamentos da Nova Ordem Mundial”, um dos principais objetivos da Elite Illuminatti, conjugada com um sistema de bem-estar global (que nada mais é do que o velho comunismo) e um governo planetário global, é a redução drástica da população, para abaixo dos 500 milhões, isso mesmo, para que haja um “perpétuo equilíbrio com a natureza”.

“Os Dez Mandamentos da Nova Ordem Mundial” gravadas nas Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones), também chamadas de “American Stonehenge”, no condado de Elbert, estado da Geórgia.

De boas intenções, diz o velho ditado, o inferno está cheio. Para que a meta de manter a humanidade abaixo de 500 milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza seja atingida, 95% da população mundial terá de ser eliminada.

Em 1988, o príncipe Philip [Filipe da Grécia e Dinamarca, duque de Edimburgo (1921-), marido da rainha Elizabeth II e consorte do Reino Unido desde 1952, aliás o consorte mais velho e de maior reinado na história da monarquia britânica] manifestou o desejo de, caso venha a reencarnar, ser “um vírus mortal” que reduza a população mundial.

Bill Gates (1955-) defendeu o uso de vacinas para reduzir a população mundial enquanto falava numa conferência do TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) em fevereiro de 2010. Para Gates, as vacinas devem ser usadas para reduzir a população da Terra, controlar o aquecimento global e reduzir as emissões de CO2. Gates afirma que uma maneira de alcançar o objetivo da redução de CO2 é reduzir a população humana. Assegurando que a população se dirige perigosamente à cifra dos 9 bilhões, Gates disse: “…se fizermos um trabalho realmente bom com as novas vacinas, a Saúde e os Serviços de Saúde Reprodutiva (ou seja, a indústria do aborto), poderíamos reduzir a população em talvez uns 10% ou 15%” (de 680 milhões a 1 bilhão e 20 milhões de pessoas). Logo depois, a Fundação Bill e Melinda Gates se comprometeu a doar US$ 10 bilhões para vacinar crianças em todo o mundo.

Cartas do jogo TCG (Tranding Card Game) Illuminati New World Order (INWO), desenvolvido a partir de 1990 e lançado no mercado em 1995 pelo projetista de jogos norte-americano Steve Jackson (1953-), fundador da S. J. Games (cujo logotipo é uma pirâmide illuminati com o olho que tudo vê), que anteciparam de modo espantoso e indubitável uma série de acontecimentos relacionados a Nova Ordem Mundial, entre eles os Atentados de 11 de Setembro, sugeriam a irrupção de epidemias globais, como se pode ver abaixo:

Diamond Princess, o navio incubador de coronavírus

O que foi feito com os passageiros do navio de cruzeiro Diamond Princess (construído em Nagasaki, no Japão, pela Mitsubishi Heavy Industries), de propriedade e operado pela Princess Cruises, uma empresa norte-americana de transporte marítimo sediada na Califórnia, e que iniciou suas operações em março de 2004, ficou patenteado como uma contaminação propositada, senão vejamos.

Em 1º de fevereiro, um homem de Hong Kong que estava no Diamond Princess, deu positivo para o coronavírus seis dias depois de deixar o navio. Ele havia embarcado no navio no Japão e permaneceu a bordo por cinco dias, após os quais desembarcou em sua cidade natal. O cruzeiro atracou no porto de Yokohama, no Japão, três dias depois, com 3.711 tripulantes e convidados.

As autoridades japonesas levaram mais de 72 horas, isso mesmo, para isolar o navio após serem notificadas sobre o caso do homem em Hong Kong.

Os passageiros receberam suas primeiras más notícias na manhã seguinte, em 4 de fevereiro, quando 10 pessoas a bordo haviam testado positivo para o novo coronavírus. 

O Ministério da Saúde do Japão colocou então o barco inteiro sob quarentena de 14 dias.

Foto: Kim Kyung-Hoon/Reuters

Esse foi o começo de uma provação que redundou na contaminação de 705 pessoas do navio, ou seja, todas elas contraíram o vírus no navio, conforme reconheceu o próprio Ministério da Saúde do Japão. Seis pessoas que estavam no navio morreram. O Centro dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) anunciou que 44 passageiros que retornaram para os EUA tiveram resultados positivos. No dia 16 de fevereiro foi dada autorização para os passageiros desembarcarem do navio, centenas deles já contaminados.

As autoridades de saúde japonesas testaram passageiros e transportaram aqueles que deram positivo para as instalações de saúde em terra.

Desde o início, os que estavam em quarentena no navio relataram confusão e falta de informações. Spencer Fehrenbacher, um estudante de graduação norte-americano no navio, disse que experimentou uma “barreira para obter informações” sobre os resultados dos testes. Ele disse em 6 de fevereiro que estava esperando para obter seus próprios resultados por dois dias e acabou descobrindo que não tinha o coronavírus.  Outros passageiros relataram longos atrasos no teste, mesmo depois de relatarem sintomas.

“A quarentena não foi justificada e violou os direitos individuais dos passageiros, permitindo que o vírus os contaminasse literalmente um a um”, disse Amesh Adalja, que trabalhava no Centro de Segurança da Saúde Johns Hopkins. Adalja e outros especialistas criticaram a decisão de manter passageiros e tripulantes no navio e disseram que más práticas de higiene ajudaram a espalhar o vírus.

Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, disse que “As pessoas estavam sendo infectadas naquele navio. Algo deu errado.”

Ou seja, o Diamond Princess foi mais um incubador de vírus do que um lugar para que se evitasse a sua propagação, como admitiu Anne Gatignol, microbiologista que pesquisa vírus na Universidade McGill. Manter as pessoas em um espaço confinado só ajudou o vírus a se espalhar…

E agora, no dia 11 de março, data cabalística como disse, a OMS declara que o coronavírus é uma pandemia… E la nave va…

A Ditadura Global instituída e o advento do Governo Único Mundial

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anuncia ao mundo que o coronavírus havia se tornado uma pandemia.

O dia 11 de março de 2020 entrará para a história como o dia em que a Ditadura Global foi instituída a partir da declaração da OMS de que o Coronavírus é uma pandemia, o que conferiu aos governos plenos e inauditos poderes e colocou a população, o gado humano, sob sua total custódia e tutela, à mercê de acatar qualquer medida, qualquer decreto, enfim, qualquer ordem sem contestar, até porque se vê amedrontada e em pânico.

Não se trata mais de uma “teoria da conspiração”, mas de uma realidade indubitável e inescapável. Se todos estão aceitando isso placidamente, é porque já vinham sendo acostumados e programados há décadas pelos meios de comunicação e de entretenimento, basta lembrar os seriados e filmes a respeito, seriados como Arquivo X (1993-2002 e 2016-2018) e filmes como O Último Homem da Terra (1964), O Enigma de Andrômeda (1971), Epidemia (1995), Os 12 Macacos (1996), Resident Evil (2002), Eu Sou a Lenda (2007) e Contágio (2011), sem falar dos muitos seriados e filmes sobre zumbis e cia.

Terem se valido de um agente invisível e que nem sequer alguém sabe explicar sua exata origem, mas ao que tudo indica é mais uma arma biológica, foi o estratagema perfeito, pois a pretexto de evitar sua propagação, o estado de emergência pode ser acionado e com isso até mesmo a Constituição e os poderes presidenciais e parlamentares podem ser suspensos por tempo indeterminado para que uma infinidade de novas atribuições, leis e medidas entrem em vigor, permitindo às autoridades de Estado controlar meios de comunicação e mídias, restringir e até impedir deslocamentos, cancelar eventos públicos, confinar cidadãos e até prendê-los sem quaisquer julgamentos, confiscar propriedades, redirecionar sistemas de geração de energia e até grampear computadores e celulares para vigiar infectados.

O Coronavírus Wuhan parece ter sido feito sob medida para justificar um Governo Mundial. A pandemia exige medidas de “saúde pública” muito mais robustas e abrangentes pelos governos nacionais e maior coordenação supranacional, e por consequência o aumento do poder estatal para deter a sua propagação. Vírus assustadores e de rápida disseminação são a base perfeita para o irresistível argumento de que as pessoas não podem simplesmente ser deixadas por conta própria.

Os surtos transfronteiriços de doenças servem ao desejo burocrático preexistente de poder sobre as populações: eles tornam o público muito mais disposto a aceitar quarentenas e prisões forçadas por descumprimento; imunizações forçadas; compromissos involuntários com instalações estatais; toque de recolher; restrições em operações comerciais e viagens; e controles de importação. Eles também permitem que as autoridades de saúde pública comandem e gerenciem os esforços para encontrar “a cura”, da qual obtém crédito quando o vírus acaba cedendo. Tais crises simplesmente oferecem uma extraordinária oportunidade de aumentar seu poder e também de acostumar o público a receber ordens e orientações de fontes governamentais centralizadas.

Se não for o Governo Mundial já instituído, é sem dúvida um ensaio, uma experiência das mais bem sucedidas, para um futuro e definitivo Governo Único Mundial.

3 thoughts on “Coronavírus é o coroamento das teorias conspiratórias

  • 16/03/2020 em 18:40
    Permalink

    Otimo texto, suenaga

  • 16/03/2020 em 18:40
    Permalink

    texto excelente, suenaga.

  • 17/03/2020 em 16:01
    Permalink

    Caro Paulo, muito obrigado. Grande abraço.

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