Mind Control: Como são criados assassinos programados e remotamente controlados

Surtos de matanças coletivas perpetradas por atiradores em escolas públicas ou locais de grandes aglomerações por jovens de classe média, em sua maioria, antes restritos aos Estados Unidos, são agora fatos corriqueiros até mesmo no Brasil – vide os massacres de Realengo e de Suzano -, país que apesar de recordista em índices de violência de todos os tipos, não parecia propiciar tais modalidades. Mentes patológicas afetadas por uma sociedade cada vez mais indiferente, cínica, cruel, injusta e desumana e profundamente ressentidas por maus tratos decorrentes de bullyings, exclusões, humilhações e incompreensões, explicariam por si mesmas a irrupção de atos tão extremos e irracionais? Ou haveria por trás algum tipo de estímulo planejado e subliminar para que as massas não só venham a aceitar a imposição por parte do Estado de controles sociais cada vez mais abrangentes, como a restrição ao porte de armas e o incremento das medidas de vigilância, mas até a exigir a abolição das poucas liberdades que ainda nos restam? Estaríamos sendo controlados por tecnologias que alteram nossas ondas cerebrais e regulam o nosso estado de consciência por meio de ondas eletromagnéticas perturbadoras? Saiba tudo sobre o controle mental que há muito vem sendo exercido pelas sociedades secretas e autoridades governamentais para o cumprimento de sua sinistra agenda, neste extenso estudo que realizei e que foi extraído do meu livro inédito A ilusão da verdade: Nossa realidade distorcida – O controle mental total do Instituto Tavistock e dos Projetos MKULTRA e Monarca, que faz parte da série O Culto da Verdade, a qual concebi para revelar como o mundo de fato funciona e não do jeito que as pessoas pensam que funcionam, bem como todo o aparato e o conhecimento oculto que vêm sendo mantido em segredo pelas sociedades secretas e religiões há milênios.

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga (texto e montagem dos slides)

O Projeto MKULTRA (MK é uma abreviatura do termo alemão Mind Kontrolle, o que era bem conveniente, já que havia um grande número de médicos nazistas envolvidos) derivou de um projeto anterior, o Bluebird, oficialmente criado para fazer frente aos avanços soviéticos nas técnicas de lavagem cerebral. A CIA, porém, queria ir mais longe: desenvolver métodos de controle mental. O Bluebird passou então a ser chamado de Project Artichoke (Projeto Alcachofra), que contava com a cooperação das divisões de espionagem das Forças Aéreas, Marítimas e do Exército, assim como o FBI.

A intenção do projeto é descrita em um memorando de 1952: “Podemos obter o controle da mente de um indivíduo até o ponto em que seja possível executar nossos desejos contra a sua vontade ou contra seus instintos naturais, como a própria autopreservação?” Uma equipe da CIA foi formada com a tarefa de aperfeiçoar as novas técnicas de interrogação e de certificar que as vítimas não se lembrassem de que eram programadas. Várias drogas foram testadas, da maconha até o LSD (Lysergic Acid Diethylamide), da heroína até o pentotal sódico, um narcótico utilizado como anestésico, vulgarmente chamado de “soro da verdade”. O LSD foi sintetizado pela primeira vez em 1938 pelo laboratório Sandoz Pharmaceutical, e seu efeitos descobertos “acidentalmente” em 1943 pelo químico suíço Albert Hofmann (1906-2008) enquanto trabalhava na Sandoz. Hofmann se tornou usuário e entusiasta da droga até sua morte aos 102 anos.

No dia 13 de abril de 1953, o diretor da CIA Allen Dulles (1893-1969) extinguia o Projeto Alcachofra e o substituía pelo MKULTRA, descrita nos documentos oficiais como um “projeto guarda-chuva” com 140 “subprojetos”. Um deles explorava a possibilidade de “ativar o organismo humano de maneira remotamente controlada”, ou seja, o objetivo era a criação de assassinos-autômatos programáveis, sem vontade própria nem remorso. Para isso, as cobaias (presidiários, mendigos e imigrantes ilegais) eram forçadas a ingerir uma infinidade de drogas além de serem submetidas a eletrochoques, lobotomias e hipnose.

Em 28 de novembro daquele ano, Frank Olson (nascido em 1910), um cientista especializado em armas biológicas que havia trabalhado na Chemical Corps Special Operations Division do Exército dos Estados Unidos, jogou-se pela janela do 10º andar de um hotel em Nova York. Seus problemas tinham começado nove dias antes durante uma reunião administrada pelo chefe do Projeto MKULTRA e diretor de serviços técnicos da CIA, o psiquiatra militar e químico Sidney Gottlieb (1918-1999). Sem que os assistentes da reunião soubessem, Gottlieb colocou LSD na bebida de Olson, deu-lhe a garrafa e esperou os efeitos. Olson começou a sofrer efeitos secundários de descoordenação. Posteriormente, um dos assistentes da reunião, Ben Wilson, recordou que Olson “estava psicótico”. Gottlieb e seu chefe Allen Dulles trataram de encobrir todos os fatos que cercavam a morte de Olson.

Há quem afirme que a CIA testou secretamente o LSD em tropas norte-americanas. Um desses testes teria sido realizado na base naval japonesa de Atsugi, Kanagawa, em 1957. Quem servia lá nessa época era um certo fuzileiro – Lee Harvey Oswald (1939-1963) – que, seis anos mais tarde, explodiria a cabeça do presidente John Kennedy.

Diz-se, inclusive, que vários assassinatos atribuídos a malucos solitários teriam sido na verdade complôs muito bem engendrados pela CIA com os métodos do programa MKULTRA. Eis o que o músico, compositor e ativista britânico John Lennon (1940-1980) disse a respeito do LSD em meados dos anos 70: “Devemos lembrar de agradecer à CIA e ao Exército pelo LSD. Eles o inventaram para controlar as pessoas, porém o que conseguiram foi nos dar liberdade.” Por “coincidência”, anos depois Lennon seria morto por um assassino solitário (Mark David Chapman) que parecia “remotamente controlado”.

O cerne do MKULTRA foi a experiência de “narco-hipnose”, uma combinação de drogas alteradoras da mente com uma cuidadosa programação hipnótica. O “pupilo-modelo” seria como o personagem do clássico filme The Manchurian Candidate (Sob o Domínio do Mal, dirigido em 1962 por John Frankenheimer): um indivíduo normal até que recebesse um comando através de um telefonema, por exemplo, que despertaria o assassino frio criado em seu “treinamento”. Certos indivíduos poderiam ser utilizados como informantes e espiões sem que tivessem consciência do que faziam.

Gottlieb ficou conhecido também por autorizar e desenvolver o financiamento de pesquisas psiquiátricas com o objetivo de, segundo suas palavras, “criar técnicas que rompem a psique humana a ponto de fazer com que o indivíduo admita que fez qualquer coisa, seja o que for”. Ele foi o patrocinador de médicos como Harris Isbell (1910-1994), norte-americano que fez uma extensa pesquisa sobre os efeitos físicos e psicológicos de várias drogas em seres humanos (usando como cobaias presos infratores), e Donald Ewen Cameron (1901-1967), psiquiatra escocês naturalizado norte-americano, em controversos estudos psiquiátricos em que seres humanos foram utilizados como cobaias humanas sem o consentimento e consciência destes e sem o conhecimento de que estavam sendo usados nestas experiências e, em alguns casos, acreditando estarem recebendo tratamento. Os recursos para tais pesquisas eram injetados de maneira que não pudesse ser feita a relação imediata com a CIA. Um dos meios era, por exemplo, através da Fundação Rockefeller.

Além da administração sub-reptícia de drogas como o LSD e outras substâncias químicas, o MKULTRA desenvolveu e aplicou diversas metodologias para manipular os estados mentais individuais e alterar as funções cerebrais, como o eletrochoque, torturas físicas e mentais, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual sistemático e até experiências de quase-morte.  Antes que as memórias “vividas” dos “pacientes” fossem apagadas, administravam-lhes um “cocktail diário para dormir” (por um período de 15 a 30 dias a que designavam de “terapia do sono”) composto por 100 mg de nembutal, 100 mg de torazina, 100 mg de seconal, 150 mg de veronal e 10 mg de fenergan e, de duas a três vezes por dia, eletrochoques de 110 volts. Esta “terapia” que transformava as vítimas em vegetais, foi inicialmente testada num hospital de Montreal (Canadá) sob a supervisão de Donald Cameron, eleito, em 1953, presidente da American Psychiatric Association e, mais tarde, presidente da World Psychiatric Association.

A CIA utilizou mágicos como John Mulholland (1898-1970) para ajudá-la a criar ilusões. Mulholland escreveu The Official CIA Manual of Trickery and Deception (1953), um manual para a CIA sobre como enganar os indivíduos inconscientes. Sob drogas e hipnose, quando uma criança está defronte a um espelho e alonga o corpo e, em seguida, o encurta, a realidade do “script” de programação parece real. O programador pode hipnoticamente apelar à mente da criança para alucinar e ver algo. A linha dos traumas são eventos reais, mas os scripts que são dados após o trauma são fictícios.

A pesquisa ilegal da CIA foi exposta pela primeira vez ao público pelo repórter investigativo Seymour Myron Hersh (1937-), ganhador do Prêmio Pulitzer, em uma matéria publicada na edição de 22 de dezembro de 1974 do jornal The New York Times. A matéria de Hersh levou, no ano seguinte, à abertura de um Comitê de Investigação das Atividades da CIA pelo Congresso e pelo Senado. As investigações para os chamados Church Committee e Rockfeller Commission foram prejudicadas pelo fato de, em 1973, o então diretor da CIA (de 1966 a 1973) e arquiteto-chefe do MKULTRA Richard McGarrah Helms (1913-2002), ter ordenado, pouco antes de deixar o cargo, a destruição de todos os dados e arquivos ligados aos experimentos em humanos feitos durante o Projeto MKULTRA, de modo que nunca se saberá exatamente até onde chegou o projeto. Contudo, apesar das precauções, alguns desses documentos não foram destruídos e vieram a público no final da década de 70. Helms, aliás, foi o único diretor da CIA condenado por mentir ao Congresso sobre atividades clandestinas da agência: em 1977, foi sentenciado a pagar uma multa e a cumprir dois anos de prisão.

A CIA comprometeu-se perante o Senado a não mais realizar experiências clandestinas deste naipe em seu território e desde então vem afirmando que tais experiências foram abandonadas, mas ao que parece nada impediu que “terceirizasse” suas operações ou transferisse o know-how adquirido a outros grupos secretos para com isso simularem falsos sequestros por discos voadores induzindo a população a pensar que a Terra está sendo invadida por extraterrestres, no que engrossariam os apelos para a implantação de um governo único mundial como única força capaz de rechaçá-los. As abduções, portanto, podem muito bem estar sendo conduzidas como parte do infame MKULTRA. Assim, muitas pessoas que se dizem abduzidas e abusadas por “alienígenas”, na verdade estariam sendo raptadas pelo governo para experiências MKULTRA. Certamente o cenário de “abduções alienígenas” tem sido muito útil aos militares para confundir o público sobre a questão. Esta turvação tende a impedir qualquer investigação mais aprofundada de uma participação do governo e, inevitavelmente, os absolve de qualquer responsabilidade.

Victor Marchetti (1929-), um veterano agente da CIA por 14 anos, tem atestado em várias entrevistas que a CIA jamais interrompeu seus projetos de controle da mente. Em uma entrevista em 1977, Marchetti afirmou que as declarações de que a CIA teria abandonado as atividades ilegais do MKULTRA após os inquéritos, foram uma maneira de encobrir os projetos secretos e clandestinos que continua a operar.

Tudo indica que o MKULTRA foi simplesmente sucedido pela programação Monarca, técnica de controle mental aplicada principalmente em crianças para dissociá-las da realidade. O Controle Mental Monarca foi assim cognominado devido a borboleta-monarca (Danaus plexippus), que aprende onde nasceu (suas raízes) e passa esse conhecimento à sua descendência de geração em geração. Este foi um dos principais animais que mostraram aos cientistas que o conhecimento pode ser transmitido geneticamente.

O principal fator para o trauma baseado em controle da mente é a capacidade de dissociar (separar), habilidade que é passada geneticamente de geração em geração, como é o caso típico das crianças abusadas sexualmente. As famílias dos illuminati europeus foram para a Índia e o Tibete onde aprenderam ioga, meditação, transe e outros métodos para dissociar, habilidades que são passadas para os seus filhos por via genética. Um teste é executado quando as crianças estão com cerca de 18 meses para determinar se são capazes de dissociar o suficiente para serem submetidas à programação.

Os métodos para a criação de um escravo de mente controlada que pode ser acionado a qualquer momento para executar qualquer ação exigida pelo manipulador são incrivelmente sádicos, já que todo o seu propósito é traumatizar a vítima. Mais de dois milhões de norte-americanos já passaram ou têm passado pelos horrores desse programa que engloba elementos de abuso em rituais satânicos e transtorno de personalidade múltipla e utiliza uma combinação de rituais, neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos escravos um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos monarcas são utilizados por várias organizações ligadas a Elite Illuminati em áreas tais como a escravidão sexual para os meios políticos e militares e à indústria de entretenimento.

Durante o abuso sexual, a terapia de eletrochoque e todos os tipos de torturas sádicas, os escravos monarcas são estimulados a se dissociarem da realidade e irem para “um lugar feliz”. A utilização de imagens de contos de fadas são usadas para reforçar a programação e criar uma realidade alternativa. A indefinição das fronteiras entre realidade e fantasia faz com que o escravo fique totalmente alheio ao seu estado verdadeiro. O cérebro da vítima, no modo de autopreservação, cria uma nova persona (um “alter-ego”) como um mecanismo de autodefesa para o abuso. A dissociação é um mecanismo de defesa que ajuda as crianças a lidarem com a violência, a falta de proteção ou os ambientes domésticos insuportáveis. As crianças abusadas geralmente investem na energia psicológica como grande defesa contra a percepção consciente do perigo constante a fim de continuarem com suas vidas sociais preservadas.

Devido ao trauma grave induzido, a mente se divide em personalidades alternativas a partir do núcleo. Anteriormente conhecido como Desordem de Personalidade Múltipla (DPM), é atualmente reconhecido como Transtorno Bipolar ou Transtorno de Identidade Dissociativa (DID). A base para o sucesso da programação de controle da mente Monarca é que personalidades diferentes ou partes da personalidade chamadas de alter-egos são criadas de modo a não conhecerem umas às outras e poderem administrar o corpo em momentos diferentes.

Fritz Springmeier

As paredes de amnésia que são construídas por traumas formam um escudo protetor de sigilo que protege os abusadores de serem descobertos e impedem que a personalidade real administre o corpo por tempo suficiente para saber como seu sistema de alter-egos está sendo usado. O escudo do sigilo permite que os membros da seita vivam e trabalhem em torno de outras pessoas e permaneçam totalmente despercebidas. A persona do cotidiano pode ser a de um cristão maravilhoso e se alterar tão profundamente para ser o pior tipo de  monstro satânico imaginável, um efeito tipo Dr. Jekyll e Mr. Hyde. A taxa de sucesso desse tipo de programação é alta, mas quando falha, as falhas são eliminadas através da morte do escravo monarca.

A vítima de controle mental vive em um “conto de fadas”, que é o seu estado mental dissociativo, um mundo nos limites de sua consciência. Removida de sua família e do mundo real para viver em um ambiente confinado, uma prisão como um rato de laboratório em que é constantemente manipulada pelos seus treinadores. Todos os seus sentidos ficam sujeitos a uma pressão constante e sua percepção da realidade é completamente distorcida.

A premissa do controle mental baseado em trauma é compartimentar o cérebro e utilizar técnicas para acessar as diferentes seções do cérebro enquanto o sujeito está hipnotizado. Todo o sistema pode ser incorporado na mente de uma pessoa, cada um com seu próprio tema, códigos de acesso e palavras gatilho.

Alguns dos simbolismos mais recorrentes são: espelhos, vidros estilhaçados, máscaras, arlequim, fênix, árvores, a cabalística árvore da vida, arco-íris, borboletas, teias de aranha, corujas, duendes, magos, bruxas, feiticeiras, demônios, relógios, chaves, carrosséis, pôneis, unicórnios, robôs, bonecos, manequins, marionetes, fantoches, tornados, espirais, loops do infinito, hélices, anéis, castelos, labirintos, corredores, portas, elevadores e escadas. O castelo representa a consciência interior. Espelhos, reflexos e múltiplas imagens que se sobrepõem simbolizam o estado mental compartimentalizado e fragmentado.

Tais símbolos são inseridos em filmes e todo tipo de produções e entretenimentos da cultura popular por duas razões: para deliberadamente dessensibilizar a maioria da população com mensagens subliminares e programação neurolinguística e construir disparadores específicos e chaves para a programação monarca. As crianças são as mais suscetíveis e impressionáveis.

Os filmes mais utilizados na programação monarca são O Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Peter Pan, Bela Adormecida e Branca de Neve, já que em sua abundância de símbolos e significados, desencadeiam um turbilhão na mente do escravo que permite o acesso fácil pelo manipulador.

A maioria dos filmes da Disney são utilizados para fins de programação mental. Alguns deles são projetados especificamente para o controle da mente. Em cada caso é dado ao escravo uma interpretação particular da história do filme a fim de melhorar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo a O Mágico de Oz é ensinado que “Somewhere over the rainbow” é o “lugar feliz” onde os escravos com trauma dissociativo vão para escapar da dor insuportável infligida sobre eles. Usando o filme, programadores incentivam os escravos a ir “além do arco-íris”, no que os dissociam, efetivamente separando suas mentes de seus corpos. O “príncipe encantado” na verdade é o seu manipulador que chega para “salvá-la de sua dor”. Manipuladores são muitas vezes retratados como o salvador do escravo que irá guiá-los através de eventos traumáticos. O príncipe, portanto, é apenas o manipulador sádico que promove o trauma com abuso sexual. Durante esses ataques repetidos, os escravos são forçados a se desassociarem da realidade e escaparem para um mundo de magia para assim suportarem o trauma extremo.

A maioria dos filmes da Disney são utilizados para fins de programação mental. Alguns deles são projetados especificamente para o controle da mente. Em cada caso é dado ao escravo uma interpretação particular da história do filme a fim de melhorar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo a O Mágico de Oz é ensinado que “Somewhere over the rainbow” é o “lugar feliz” onde os escravos com trauma dissociativo vão para escapar da dor insuportável infligida sobre eles. Usando o filme, programadores incentivam os escravos a ir “além do arco-íris”, no que os dissociam, efetivamente separando suas mentes de seus corpos.

O “príncipe encantado” na verdade é o seu manipulador que chega para “salvá-la de sua dor”. Manipuladores são muitas vezes retratados como o salvador do escravo que irá guiá-los através de eventos traumáticos. O príncipe, portanto, é apenas o manipulador sádico que promove o trauma com abuso sexual. Durante esses ataques repetidos, os escravos são forçados a se desassociarem da realidade e escaparem para um mundo de magia para assim suportarem o trauma extremo.

Quando uma vítima está sendo traumatizada por eletrochoque, uma sensação de atordoamento é evidenciada, como se estivesse flutuando como uma borboleta. Há também uma representação simbólica relativa à transformação ou metamorfose: de uma lagarta em um casulo (dormência, inatividade) até  uma borboleta (criação do novo) que irá retornar ao seu ponto de origem. Esse é o padrão migratório que faz com que esta espécie seja única.

O nome Monarca alude também ao fato de que o programador impera sobre sua vítima, reinando sobre ela, e também porque quando a programação é bem sucedida, algumas vítimas têm a impressão de ver borboletas monarcas em suas alucinações. É um psico-simbolismo que representa a metamorfose do “paciente” de uma “lagarta” para uma “borboleta”, ou melhor, de uma pessoa livre para um escravo monarca. Em termos ocultistas, a borboleta vem da crença de que as almas humanas se transformam em borboletas enquanto buscam por uma “nova reencarnação”.

A vítima é chamada de “escrava” pelo programador/manipulador, que por sua vez é encarado como “mestre” ou “deus”. Cerca de 75% são do sexo feminino, já que possuem uma maior tolerância à dor e tendem a dissociar-se mais facilmente do que os homens. Os manipuladores monarcas buscam a compartimentação da psique em “personas” múltiplas e separadas usando o trauma para alterações e assim causar a dissociação.

Lista parcial das formas de tortura:

  1. Abuso sexual com requintes de sadismo e de maneira repetida;
  2. Confinamento em caixas, etc., ou o enterramento (com uma abertura ou tubo de ar para oxigênio);
  3. Amarração com cordas, correntes, algemas, etc.;
  4. Exposição a calor e frio extremos, incluindo a submersão em água com gelo e substâncias químicas em ebulição;
  5. Esfolamento (somente as camadas superiores da pele são removidas em vítimas destinadas a sobreviver);
  6. Exposição à luz ofuscante;
  7. Choque elétrico;
  8. Ingestão de fluidos repulsivos do corpo, como sangue, urina, fezes, carne humana, etc.;
  9. Pendurar em posições dolorosas ou de cabeça para baixo;
  10. Fome e sede;
  11. Privação de sono e controle dos padrões de sono – muitos são programados para não dormir e chegam a ficar acordados 24 horas consecutivas;
  12. Compressão com pesos e aparelhos;
  13. Privação sensorial;
  14. Drogas para criar ilusão, confusão e amnésia, frequentemente administradas por injeção intravenosa;
  15. Ingestão de produtos químicos tóxicos para gerar dor ou doenças, incluindo os agentes quimioterápicos;
  16. Aplicação de cobras, aranhas, vermes, ratos e outros animais para provocar medo e nojo;
  17. Experiências de quase-morte, normalmente por asfixia ou afogamento, com reanimação imediata;
  18. Indução a torturar e sacrificar pessoas e animais, geralmente com facas;
  19. Participação forçada em pornografia e prostituição infantil;
  20. Se a vítima está grávida, é forçada a abortar o feto que será usado em rituais de magia negra, ou se vier a dar a luz, o bebê é levado para ser sacrificado ou escravizado;
  21. Abuso espiritual para que a vítima se sinta possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios;
  22. Profanação das crenças judaico-cristãs, culto a Satanás e divindades pagãs;
  23. Abuso e ilusão para convencer as vítimas de que Deus é mau;
  24. Dano ou ameaça de dano à família, amigos, pessoas queridas, animais de estimação e outras vítimas para forçar a obediência;
  25. Uso de ilusão e realidade virtual para confundir e tornar credível a não divulgação.

Alguns pais recebem instruções específicas sobre como educar as crianças para serem dissociativas e assim serem bem sucedidas no futuro:

“Gaste 15 minutos por dia ensinando a criança a escrever de trás para frente, para desenvolver o cérebro de uma forma particular. Submeta-a a doses diárias de isolamento prolongado em armários escuros ou cantos de quartos escuros. Durante o isolamento prolongado, a criança não pode acender a luz, ir ao banheiro, fazer barulho ou qualquer outra coisa. Dessa foram, a criança vai aprender a dissociar.”

Cisco Wheeler (pseudônimo de Linda Johnson), descendente de Ulysses S. Grant [(1822-1885), general e comandante-em-chefe das tropas federais, ou nortistas, durante a Guerra de Secessão, e 18º Presidente dos Estados Unidos (entre 1868 e 1876)], ele mesmo um Illuminati a partir de uma linhagem familiar satânica, foi manipulada por seu pai (um Illuminati que era um programador experiente) que a violava constantemente, algumas vezes com a ajuda de outros. A tortura era tão horrível que a sua mente foi dividida em centenas ou milhares de personalidades. Uma dessas personalidades foi programada para ser uma programadora bem sucedida e que tivesse uma parte muito má. Muitos anos depois, ela ainda não está totalmente curada, mas tem enfrentado e fez desaparecer muitas de suas personalidade com a ajudar do terapeuta Fritz Springmeier.

De acordo com Springmeier, para compreender o trauma Monarca é preciso reconhecer que ele é fundamentalmente baseado em ações demoníacas. Programação e controle da mente não podem ser separados da demonologia e do ocultismo. Em outras palavras, eles tomam o reino espiritual tenebroso de Satanás como o padrão para o mundo.

Quando de sua nomeação a candidato presidencial durante a Convenção Nacional do Partido Republicano em New Orleans em 1988, o 41º Presidente dos Estados Unidos (de 1989 a 1993) e membro da Skull and Bones George Herbert Walker Bush, usou pela primeira vez o termo “A Thousand Points of Light” (“Mil Pontos de Luz”). Bush referia-se a organizações que se dedicavam a trabalhos voluntários como “uma brilhante diversidade de estrelas, como milhares de pontos de luz em um céu vasto e pacífico”. Mais adiante, no fim do discurso, Bush voltou a fazer uso do termo, ao dizer que era preciso “manter a América se movendo para frente, sempre para a frente, rumo a uma América melhor, para um sonho duradouro e interminável e mil pontos de luz”. Ele repetiu a frase em seu discurso de posse em 20 de janeiro de 1989: “Falei de mil pontos de luz, de todas as organizações comunitárias que estão espalhadas como estrelas ao longo da nação, fazendo o bem. […] As velhas ideias são novas novamente, porque elas não têm idade, são atemporais: dever, sacrifício, compromisso e patriotismo…”

Em seu livro The llluminati Bloodlines, Springmeier afirma que “Mil Pontos de Luz” se refere a Château dês Amerois (Castelo dos Reis), construído em 1877 pelo príncipe de Saxe-Coburg Ferdinand Philipp Maria August Raphael of Saxe-Coburg and Gotha (1844-1921) em Bouillon, na Bélgica. Château dês Amerois é um centro de práticas ocultistas e satânicas, e em seu interior há uma catedral com uma cúpula que ostenta justamente mil luzes. O castelo, que tem 365 janelas, é mais conhecido como Castle of the Dark Mother (Castelo da Mãe da Escuridão), pois é onde a programação Monarca em crianças é levada a cabo. Springmeier não é o único a referir-se a esse castelo. No livro Dossier Pédophilie, le Scandale de l’Affaire Dutroux, Frédéric Lavachery e Jean Nicolas também mencionam o castelo como um local de rituais satânicos e sacrifícios de crianças.

Os Illuminati mantêm bibliotecas ocultas cheias de antigos tratados sobre demonologia que eles estudam avidamente pois acreditam que o controle mental só pode funcionar plenamente com a ajuda desses espíritos. Algumas de suas linhagens são descendentes dos fariseus que praticavam secretamente satanismo babilônico na época de Cristo, incluindo sacrifícios de crianças. As vítimas monarcas de hoje são a culminação de séculos de esforços de cabalistas, maçons e illuminati para controlar completamente outros seres humanos. Um princípio espiritual é que se por qualquer motivo uma pessoa tem raiva de Deus, esta pode ser facilmente programada para vir a ter a certeza de que Deus a rejeitou.

A demonologia é acondicionada em torno de formas geométricas (como pirâmides e pentagramas invertidos) que servem como pontos focais e portais por meio dos quais os demônios podem entrar no corpo humano. Um demônio não precisa ser materializado (conjurado) para entrar em um corpo. Formas geométricas atraem demônios e são colocadas no mundo interno de escravos monarca.

A vontade da pessoa também atua na introdução de demônios no corpo. A tortura atribui camadas de demônios dentro do corpo.

Sexo e sacrifícios de sangue são usados para prender demônios poderosos. De acordo com a demonologia de alto nível, certos espíritos poderosos só podem ser manipulados se houver sacrifícios de sangue.

A contribuição voluntária de energia para esses objetivos demoníacos deve ser protegida de modo que o núcleo fique oculto. Enquanto algumas crianças estão brincando com outras crianças, as vítimas da escravidão monarca estão sendo ensinadas a dançar e brincar com companheiros internos, que na verdade são demônios. Esta é a familiarização da criança com o mundo espiritual.

Não é à toa que muitos artistas possuem alter-egos (ou múltiplas personalidades). A maioria dos artistas de sucesso tiveram algum tipo de trauma na infância que fez com que fossem escolhidas a dedo para serem programadas, já que a programação mental tem maior chance de dar certo em pessoas que tiveram infâncias conturbadas e cheias de traumas físicos e emocionais.

Geralmente quando são questionadas sobre a mudança radical que sofreram, elas respondem que era um lado delas que estava ali em oculto e tinha de ser libertado. Elas ainda dizem que depois da mudança são livres para fazer o que sempre quiseram fazer. Essas respostas também são programadas em suas mentes como parte do controle mental. O pior é que elas não sabem que foram programadas para falar e agir como os Illuminati querem.

Os escravos vivem em um mundo paralelo de “fantasia e magia”. Foi daí que surgiu a obsessão de Michael Jackson (1958-2009) por Peter Pan. Michael era tão obcecado que colocou o nome de “Terra do Nunca” em sua propriedade.

Marilyn Monroe (1926-1962) foi a primeira escrava original do MKULTRA. A atriz era uma pessoa frágil que foi explorada e submetida ao controle mental por manipuladores poderosos. Através do trauma e programação psicológica, tornou-se uma marionete de alto nível (prostituta de luxo). Ela foi manipulada por “doutores da mente” que controlavam todos os aspectos de sua vida. Sua morte aos 36 anos, foi uma das primeiras “mortes misteriosas” de celebridades em Hollywood.

 

 

Instituto Tavistock de Relações Humanas

O centro mundial do controle mental e da guerra psicológica é o Instituto Tavistock de Relações Humanas (Tavistock Institute of Human Relations), concebido em 1913 (no mesmo ano da criação do sistema bancário Federal Reserve) no período de preparação para a Primeira Guerra Mundial como uma fábrica de propaganda centrado em Wellington House, Londres, por Sir Edward Grey (1862-1933), 1º visconde Fallodon, político liberal e à época ministro das Relações Exteriores britânico (de 1905 a 1916, o mais longo mandato até hoje nesse cargo), tendo como seu diretor o jornalista e empresário Alfred Charles William Harmsworth, 1º visconde Northcliffe (1865-1922), fundador do Daily Mail e do Daily Mirror (Harmsworth revolucionou o jornalismo tornando o jornal um produto acessível a todos, de baixo custo, impresso em grandes tiragens, com artigos claros e explícitos).

Publicitário e jornalista judeu de nacionalidade austríaca, Edward Louis Bernays (1891-1995) é o pai da Propaganda e fundador da Escola de “Relações Públicas”. Combinou as ideias de Gustave Le Bon (1841-1931) e Wilfred Trotter (1872-1939) com as de Sigmund Freud (1856-1939), seu tio. Bernays baseava-se no princípio de que as pessoas são irracionais, e que portanto suas decisões e ações poderiam ser manipuladas facilmente. Bernays foi citado pela revista Times como um dos cem americanos mais influentes do século XX. Em seu livro Propaganda, de 1928, jamais editado no Brasil, Bernays disse: “Nós somos governados, nossas mentes moldadas, nossos gostos formados, nossas ideias sugeridas, plenamente, por homens que nós nunca ouvimos falar.” Joseph Goebbels (1897-1945), ministro da Propaganda do Terceiro Reich, usou a metodologia concebida por Bernays, bem como a do ativista político comunista Wilhelm “Willi” Münzenberg (1889-1940).

Wellington House se tornaria o Instituto Tavistock em 1921, quando o psiquiatra escocês Hugh Crichton-Miller (1877-1959) investigava e tratava os traumas psicológicos dos militares submetidos ao estresse nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, bem como determinava a forma de controlá-los mentalmente em zonas de combate. O edifício sede em Londres foi cedido por Herbrand Arthur Russell, 11º duque de Bedford (1858-1940). Desde então, muitos psicólogos e psicanalistas conhecidos passaram pelo Tavistock Institute, tornando-o um ponto focal para a psicanálise e para as teorias psicodinâmicas de Freud. Outros associados ao Instituto foram Melanie Klein (1882-1960) e Carl Gustav Jung (1875-1961).

Kurt Lewin (1890-1947), judeu que se refugiou nos Estados Unidos fugindo do nazismo antes da Segunda Guerra, talvez o maior psicólogo social de todos os tempos, foi uma das maiores influências nos trabalhos realizados pelo Tavistock em suas pesquisas no campo da psicologia social. Lewin apreendeu as leis dinâmicas segundo as quais os indivíduos se comportam em relação ao meio e tratou de organizar e compreender a conduta do homem na sociedade. De modo a incrementar as investigações sobre o controle da mente, em 1932 o Instituto Tavistock nomeou Lewin como seu diretor. Simultaneamente, na Alemanha Nazista as pesquisas sobre a neuropsicologia tinham se desenvolvido rapidamente e havia uma estreita colaboração e troca de ideias e experiências com o Instituto Tavistock. A aristocracia inglesa e oficiais nazis que acompanhavam as pesquisas, estavam associados. Chegaram mesmo a sugerir que para melhorar o controle da mente, fatores hereditários, isto é, pelo acasalamento, deveriam ser considerados.

Entre 1946 e 1953, Lewin, que era membro da Escola de Frankfurt, integrou o grupo reunido sob o nome de Macy Conferences, contribuindo para a consolidação da teoria cibernética junto com outros cientistas como o matemático húngaro de origem judaica John von Neumann (1903-1957) e a antropóloga cultural norte-americana Margaret Mead (1901-1978).

Lewin foi mentor do psicólogo Leon Festinger (1919-1989), que em meados dos anos 50 elaborou um dos mais importantes conceitos da psicologia do século XX: o da dissonância cognitiva, um estado de tensão que ocorre quando uma pessoa experimenta duas cognições (ideias, atitudes, crenças, opiniões) antagônicas e psicologicamente inconsistentes e incompatíveis, que não se ajustam. O sujeito é então motivado pelo desconforto experimentado a comportar-se de modo a diminuir a dissonância. É a velha moral dupla que permite às pessoas tomarem uma atitude enquanto pregam outra, deixando de enxergar aquilo que lhes desagrade para que não notem eventos e informações vitais que poriam em cheque seus comportamentos e convicções.

A teoria representou, ao mesmo tempo, uma condenação ao behaviorismo radical proposto por Burrhus Frederic Skinner (1904-1990), pois, para este, o comportamento não seria muito mais do que motivado por condicionamentos em torno de recompensas e punições.

O Tavistock inicia a sua terceira fase em 1946 ao receber uma doação milionária da Fundação Rockefeller, desta vez com a finalidade única de criar meios de controle social capazes de conciliar a permanência da democracia jurídica formal com a dominação completa do Estado sobre a sociedade. Todos os aspectos da vida psicológica e mental da população mundial foram definidos, registrados e arquivados em sistemas computacionais. Os grupos de sociólogos, psicólogos, psiquiatras e antropólogos que trabalham em estreita cooperação uns com os outros, são chefiados por uma Elite que integra membros poderosos da oligarquia.

John Coleman (1935-) em seu livro O Instituto Tavistock de Relações Humanas: Conformando o Declínio Moral, Espiritual, Político e Econômico dos Estados Unidos da América (The Tavistock Institute of Human Relations: Shaping the Moral, Spiritual, Cultural, Political, and Economic Decline of The United States of América), expõe a lavagem cerebral do Instituto Tavistock e seu impacto catastrófico sobre o mundo desde a sua criação. O Instituto Tavistock teve um efeito profundo sobre as políticas morais, espirituais, culturais, políticas e econômicas dos Estados Unidos e Grã-Bretanha. Nenhum grupo fez mais para convencer a opinião pública americana de que os Estados Unidos deveriam ingressar na Segunda Guerra Mundial quando na altura a maioria do povo era contra. As mesmas táticas, aperfeiçoadas, foram usadas pelos cientistas sociais da Tavistock para levar o povo americano a apoiar as intervenções militares dos Estados Unidos na Coreia, no Vietnã, na Sérvia e em ambas as guerras contra o Iraque. Coleman conta como os engenheiros sociais do Tavistock, financiados pela Fundação Rockfeller, pagavam somas exorbitantes para que celebridades concedessem entrevistas sobre temas sexuais. O objetivo era o mesmo das propagandas de cigarro que incluíam astros de Hollywood.

O manual de metodologia do Tavistock indica práticas medonhas, ainda que algumas pareçam inofensivas, já que foram consagradas e vem sendo executadas com frequência sorrateira, sistemática e rotineira:

  • É essencial dividir a população, separar nações em facções tribais, manter o esforço da população para sustentar-se, aflita com os conflitos. A maneira simples de controlar o povo é mantê-lo desorganizado e na escuridão sobre os princípios básicos do sistema e ao mesmo tempo confuso e distraído com assuntos de relativa ou nenhuma importância. Isto pode ser realizado com a promoção de programas de educação pública de baixa qualidade em matemática, lógica e economia, desencorajando a criatividade técnica, e mantendo todos os grupos muito ocupados com um infinito número de assuntos e problemas, sem tempo para pensar claramente – e aqui confiamos no entretenimento que deve manter-se no nível da capacidade de uma criança do ginasial.
  • É de fundamental importância a revisão contínua da história e das leis, submetendo a população à divergência, substituindo as necessidades pessoais por prioridades externas fabricadas. A regra geral é tirar proveito na confusão. Quanto maior a confusão, maior o proveito. Um dos caminhos para realizar este objetivo é criar problemas e oferecer soluções.
  • Apelar para os estímulos emocionais, incrementando o uso de amplificadores que induzem à auto-indulgência, seja diretamente (programas de televisão) ou por meio da propaganda, utilizando um contínuo (incessante) e implacável confronto emocional e ataque (estupro mental) através de uma constante barreira de sexo, violência, guerras, disputas raciais, tanto na mídia eletrônica como na imprensa. Esta dieta constante pode ser denominada “ração de lixo mental”.

A difusão massiva de imagens de acidentes rodoviários, assassinatos, estupros, desastres, guerras e atentados, infunde a vitimologia, ou seja, a redução de nossa percepção à dor e ao sofrimento alheio. O filósofo alemão Theodor W. Adorno (1903-1969), líder da Escola de Frankfurt, disse que a finalidade da música moderna era a de literalmente enlouquecer quem a ouvia.

O MIT (Massachusetts Institute of Technology) e o Instituto Tavistock gastam milhões em tecnologias de redes sociais (vide o Facebook e o Twitter) com a finalidade de alterar o modo de pensar das pessoas. O Instituto Tavistock opera uma rede de fundações nos Estados Unidos que gastam US$ 6 bilhões por ano. As dez maiores fundações estão sob seu controle direto, com quatrocentas subsidiárias e trezentos outros grupos de estudo e think tanks que originam muitos tipos de programas para aumentar o controle da Elite Illuminati sobre a população. Graças em grande parte ao Tavistock, os Estados Unidos e as nações ocidentais correm célere pela estrada da dissolução e do colapso.

Projeto Pandora

O professor de anatomia e psicologia William Ross Adey (1922-2004), do Brain Research Center da University of Southern California e da Loma Linda University Medical School, Califórnia, trabalhou no infame Projeto Pandora da CIA e pesquisou a indução de modificações comportamentais por meio de ondas eletromagnéticas. Colocando um voluntário em um campo eletromagnético, Adey descobriu que algumas ondas de rádio específicas podiam interferir nas ondas cerebrais do indivíduo. Adey demonstrou como um campo de 147 megahertz (MHz), que em nível tecidual teve uma intensidade de 0,8 miliwatts por centímetro quadrado, causou um influxo ou liberação de íons de cálcio no tecido cerebral irradiado.

Esta resposta ocorreu apenas quando a modulação das micro-ondas de ELF (Extremely Low Frequency) tinha uma onda portadora modulada em amplitude 6-20 hertz (Hz). A máxima estimulação dos neurônios ocorreu a 16 Hz, mas para ambos os lados desta faixa de frequência não havia efeito. À Polícia Britânica foi concedida o uso exclusivo da faixa de 450 MHz de frequência de micro-ondas. Ora, esta é exatamente a frequência usada por Adey em seus experimentos na modificação comportamental. Parece que a Polícia tem o uso exclusivo desta frequência de controle da mente e uma vasta gama de antenas para transmitir essa frequência em todo o país. Muito útil para o controle mental das massas em tempos de emergência.

Adey descobriu que usando 0.75 mW/cm2 de intensidade do pulso de micro-ondas modulada com uma frequência de 450 MHz, a modulação ELF poderia ser utilizada para controlar todos os aspectos do comportamento humano. O quartel-general da Polícia de Sussex está ligado a CCTV, câmeras de televisão em circuito fechado em toda a cidade. Algumas dessas câmeras têm dispositivos de telemetria de micro-ondas que poderiam ser facilmente usados para transmitir nesta frequência. As grandes antenas da cidade também poderiam ser usadas.

Adey também vem alertando sobre os riscos biológicos das ondas eletromagnéticas emitidas por telefones celulares. Os telefones celulares emitem um pulso modulado de micro-ondas de cerca de 0.75 mW/cm2 no fone de ouvido. Isso pode ser coincidência, mas é exatamente a intensidade necessária para o controle comportamental conforme constatou Adey.

Portanto, em teoria, um sinal de ELF pode ser adicionado à rede de micro-ondas para estimular um padrão comportamental preciso para cada usuário de telefone celular no Reino Unido. Quando nenhum sinal é transmitido, o telefone celular faz com que os neurônios liberem íons de cálcio, o que torna o usuário cansado e irritadiço e mais propenso a explosões de raiva. As células são delimitadas por uma membrana protetora que se comunica com o mundo exterior por meio de filamentos de proteínas carregadas eletricamente que pulam para fora de sua superfície. Estas levam os sinais para o interior da célula, onde regulam o crescimento e o desenvolvimento e a divisão celular.

O neurocientista norte-americano Allan H. Frey (1935-), conhecido por sua pesquisa sobre o efeito auditivo das micro-ondas, também chamado de “Efeito Frey”, trabalhou no Centro de Eletrônica Avançada da General Electric na Universidade de Cornell. Em 1975, após publicar um estudo demonstrando que as micro-ondas “com certas modulações” podem causar vazamentos letais na barreira hematoencefálica, foi silenciado pelo governo dos Estados Unidos. Frey descobriu que podia induzir sonhos à distância nos indivíduos submetendo-os a ondas eletromagnéticas. Descobriu também que podia produzir sons diretamente no interior da mente de um indivíduo.

Em 1950, o médico e neuropsicólogo espanhol José Manuel Rodríguez Delgado (1915-2011) passou a ocupar a cátedra de Fisiologia da Universidade de Yale, cargo em que permaneceu por 22 anos. Nos anos 60, inventou o Stimociver (algo como “estimoreceptores”), pequenos eletrodos que uma vez inseridos no cérebro podiam captar as ondas remotamente a dezenas de metros de distância e em vários canais. Era basicamente um monitor/estimulador cerebral via rádio que trabalhava em conjunto com um transmissor/receptor implantado na cabeça do paciente. Delgado começou a pesquisar a estimulação eletrônica do cérebro primeiramente com gatos, mas com o tempo evoluiu para macacos até chegar a seres humanos, alguns deles pacientes com problemas mentais.

O Stimociver podia controlar o comportamento e estimular qualquer emoção ou ato instintivo que quisesse, quer fossem sensações dolorosas ou prazerosas ou mesmo visões. Usando doentes mentais como cobaias (cerca de 25 tiveram pequenas sondas implantadas no cérebro), Delgado demonstrou que a estimulação do cérebro com ondas de rádio em determinadas frequências, além de influir no comportamento autônomo, somático e motor, pode comandar e modificar eletronicamente uma ampla gama de manifestações psicológicas, como a ansiedade e a agressividade.

Um de seus pacientes tentou resistir à influência remota, mas não conseguiu. Outro estava movendo a cabeça da esquerda para a direita o tempo todo e insistiu que agia assim por sua livre e espontânea vontade. Uma mulher de 25 anos quebrou o violão que ela tocava tranquilamente apenas um segundo após a estimulação em uma região do sistema límbico, que regula a emoção.

Delgado colaborou com os projetos de controle mental da CIA e foi um dos cientistas mais ativos do assim denominado Projeto Pandora, que consistia em modular vozes e sons na cabeça de soldados por meio da criação de campos eletromagnéticos e fazê-los perder o controle ante uma situação de estresse no campo de batalha.

Suas ideias inovadoras e ousadas se tornaram célebres quando, em 17 de maio de 1965, o New York Times publicou a notícia de que Delgado havia “conseguido parar um touro com um transmissor de rádio”. O experimento foi conduzido em uma pequena praça de touros em Córdoba diante de testemunhas atônitas.

Em 1966, Delgado anunciou que seus resultados referendavam “a desagradável conclusão de que o movimento, as emoções e o comportamento podem ser controlados por meio de ondas eletromagnéticas, como se faz com os robôs”.

Em seu artigo “Intracerebral radio stimulation and recording in completely free patients”, publicado em 1973, ele explica que “Estimulando via rádio diferentes pontos da amídala e do hipocampo, foi produzida em quatro pacientes diferentes uma variedade de efeitos, incluindo sensações de prazer, euforia, concentração profunda, sensação de paz, estranheza, visões de cores e outras respostas sensoriais. Os transmissores cerebrais podem ser mantidos na cabeça de uma pessoa por toda vida. A energia de ativação dos transmissores é transmitida junto com as próprias frequências de rádio.”

Em 1974, em uma conferência na Universidade de Yale, Delgado vaticinou que inevitavelmente os seres humanos iriam ser transformados em autênticos robôs de controle remoto:

“O indivíduo pode pensar que a realidade mais importante é a sua própria existência, mas este é apenas o seu ponto de vista pessoal. Esta carece de perspectiva histórica. O homem não tem o direito de desenvolver a sua própria mente. Este tipo de orientação liberal tem um grande apelo. Devemos controlar eletronicamente o cérebro. Algum dia, exércitos e generais serão controlados por estimulação elétrica do cérebro.”

Delgado escreveu vários livros e cerca de quinhentos artigos sobre a implantação de eletrodos no cérebro de seres humanos e animais e acreditava em uma “sociedade psico-civilizada”, em que as pessoas poderiam alterar e influenciar as suas próprias funções do cérebro com a ajuda de eletrodos. Ele também alertava acerca da interferência e dos efeitos nocivos da poluição eletromagnética produzida pelas ondas RF de baixa intensidade.

Em 1973, Joseph C. Sharp, psicólogo e neuroanatomista pela Universidade de Utah, realizou um experimento relevante no caminho para a telepatia sintética. Com James Lin, cientista chinês especializado na interação entre humanos e computadores e que viria a desenvolver a interface do Google Search, configurou equipamentos em seu laboratório que convertia em ondas sonoras a radiação de micro-ondas, o que lhe permitiu ouvir e vocalizar os nomes dos números de um a dez em sua cabeça, contornando o mecanismo de seus próprios ouvidos. Em outras palavras, ele direcionou um feixe de micro-ondas modulado como as ondas acústicas na parte traseira de sua própria cabeça e foi capaz de ouvir sua própria voz.

Essas pesquisas representaram um tremendo avanço no Projeto Pandora de controle mental, que nasceu em 1962 após a CIA descobrir que a embaixada dos Estados Unidos em Moscou havia sido “bombardeada” com EMR (Electro Magnetic Radiation) de diversas frequências. No âmbito da medicina, isto abria perspectivas para a solução de muitos casos de surdez. Contudo, as comunidades militares e de espionagem dos Estados Unidos ocultaram essas descobertas. Os programas de pesquisa sobre o eletromagnetismo nunca foram revelados, apesar da Lei de Liberdade de Informação.

Em 1974, Sharp (então trabalhando no Walter Reed Army Institute de Research) e Frey experimentaram com micro-ondas tentando transmitir palavras faladas diretamente no córtex, modulado via audiograma (gráfico que mostra a percepção do ouvido a sons variados) de micro-ondas pulsado, uma analogia de vibrações sonoras de palavras direcionadas para o cérebro.

Talvez já estejamos sendo controlados por tais tecnologias que alteram nossas ondas cerebrais e regulam o nosso estado de consciência por meio de transmissores de ondas eletromagnéticas perturbadoras.