Cathy O’Brien, sobrevivente de controle mental da CIA, denuncia os abusos sexuais satânicos dos Illuminati

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Sobrevivente do Projeto Monarca de controle da mente baseado em trauma, Cathleen Ann O’Brien, mais conhecida como Cathy O’Brien, desde que foi “resgatada” (ou “desprogramada”) em 1988 pelo pesquisador e terapeuta Marquart Ewin “Mark” Phillips (falecido em setembro de 2017), que lhe ajudaria a recuperar as suas memórias por meio da hipnose e se tornaria seu protetor e marido, vem denunciando insistentemente ter sido recrutada contra a sua vontade pela CIA (Central Intelligence Agency ou Agência Central de Inteligência) quando criança através de uma rede de pornografia infantil em que seu próprio pai abusador estava envolvido, e forçada a participar do Projeto Monarca, uma subseção do MKULTRA.

Nascida em Muskegon, Michigan, em 1957, no seio de uma família baseada em incesto multigeracional – tanto seu pai como sua mãe foram abusados sexualmente quando crianças –, começou a ser abusada pelos pais quando ainda era um bebê. Seu pai a fazia “mamar” em seu próprio pênis em substituição aos mamilos de sua mãe, pelo que se gabava diante dos amigos. Em 7 de maio de 1966, aos 9 anos, Cathy foi submetida a um ritual ocultista que chamou de “O Rito de Permanecer em Silêncio” (“The Rite to Remain Silent”), uma alegada preparação para suas futuras expedições interdimensionais. Seu pai a prostituía aos amigos, parceiros de negócios e políticos em troca de favores ou simplesmente por dinheiro.

Em consequência, Cathy desenvolveu um quadro típico de transtorno dissociativo de identidade (ou “transtorno de personalidade múltipla”, como já foi chamado) em que o cérebro se “compartimentaliza” ou se divide em outras personalidades para lidar com os sistemáticos abusos. Um compartimento físico realmente se desenvolve quando as vias neuronais no cérebro se desconectam para apagar a memória do abuso. O abuso é assim “compartimentado” atrás de barreiras amnésicas para que o resto da mente possa funcionar normalmente como se nada tivesse acontecido. Toda vez que ela era abusada, a seção de seu cérebro capaz de lidar com o abuso se “abria”, ou seja, aqueles neurônios acionavam um “gatilho” que abria esta seção.

Seu cérebro teve de desenvolver um outro compartimento de memória para lidar com os filmes pornográficos infantis de bestialidade que estava sendo obrigada a fazer pelo seu pai e pelo seu tio Bob Tanis (irmão de sua mãe), um oficial da Inteligência da Força Aérea e um servidor da Ordem Jesuítica, ligada ao Vaticano. A bestialidade consistia em manter relações com o cão de seu tio, Buster. Sua mãe, que igualmente sofria de transtorno dissociativo de identidade, embora não estivesse no pleno controle de suas ações tal como seu pai estava, a abusava de forma tão extremada que Cathy desenvolveu um outro compartimento de memória em seu cérebro apenas para lidar com esses abusos.

Cathy O’Brien dando uma palestra.

O governo estava particularmente interessado nos efeitos devastadores do abuso infantil multigeracional, uma vez que o transtorno dissociativo de identidade dentro da barreira amnésica para isolar o trauma produz capacidades extraordinárias de recolhimento e resistência, no que se pode facilmente programar a vítima para fazer literalmente qualquer coisa, além de uma espantosa memória fotográfica. Esta memória fotográfica pode ser bem entendida tomando como exemplos o assassinato do presidente John F. Kennedy e os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. No momento em que ocorreram, a nação, traumatizada, “fotografou” e registrou esses eventos com requintes de detalhes em suas mentes. Da mesma forma, Cathy desenvolveu uma habilidade fotográfica fora do comum para registrar tudo o que acontecia à sua volta durante os traumas. O governo queria que essa habilidade fosse usada para repassar mensagens confidenciais entre os agentes e líderes globalistas envolvidos na implantação da Nova Ordem Mundial.

John Bennett Johnston, Jr.

Na condição de “Correio”, Cathy teve a oportunidade de visitar bases paramilitares secretas em todo os Estados Unidos – entre elas a do Mount Shasta, na Califórnia –, nas quais viu helicópteros negros sem identificação e armas eletromagnéticas e psicotrônicas de controle da mente. Um dos manipuladores de Cathy, o lobista do Partido Democrata e representante do estado de Louisiana no Senado (de 1972 a 1997) John Bennett Johnston, Jr. (1932-), a induziu a pensar que ele era um alienígena e que ela portanto se encontrava absolutamente à mercê e indefesa, já que os aliens estavam no comando.

Em 1977, Johnston a levou à sede da General Dynamics (um conglomerado de empresas de Defesa americano que em 2008 se tornou a quinta maior empresa do setor de Defesa no mundo) em Falls Curch, no estado da Virgínia, e lhe mostrou o altamente sigiloso F-117A Nighthawk (cuja produção foi oficialmente aprovada no ano seguinte com um contrato atribuído à Lockheed Advanced Development Projects), o primeiro avião no mundo dotado de tecnologia de camuflagem stealth. Apenas para lembrar, a Força Aérea dos Estados Unidos negou a sua existência até 1988 e só o exibiu ao público em abril de 1990 e em plena Base Aérea de Nellis, em Nevada, mais conhecida como Área 51. Como na ocasião não havia nenhuma informação a respeito e tampouco Cathy possuía qualquer noção de tecnologia aeronáutica, ela pensou que se tratava de uma nave espacial triangular pilotado pelo tal alienígena.

O F-117A Nighthawk

Cathy alerta que a tecnologia do governo está há pelo menos 25 anos à frente da que conhecemos, tecnologia essa que vem sendo deliberadamente empregada para induzir as pessoas a pensarem que a Terra já foi invadida e está sendo controlada por alienígenas. Disseram a Cathy que esses aliens eram “deuses” e “demônios”, quando não passavam de manipuladores do próprio governo querendo nos convencer de que somos absolutamente impotentes ante essa ameaça.

Na Base Aérea de Tinker (Tinker Air Force Base) em Oklahoma, Cathy foi programada através da privação de sono, comida e água para transportar cocaína – que vinha em grandes quantidades nos aviões que lá pousavam – até uma área remota em Washita National Forest, no estado vizinho de Arkansas. Era o ano de 1978 e Cathy foi instruída a entregar uma mensagem, um conjunto de informações e uma pequena quantidade de cocaína do estoque pessoal de J. Bennett Johnston ao então recém eleito governador do Arkansas (de 1979 a 1981) Bill Clinton.

As operações de drogas da CIA serviam para financiar os esforços da Nova Ordem Mundial. A chamada “guerra às drogas” da CIA nada mais era do que a CIA eliminando a concorrência, assim como no Brasil o “combate às drogas” da Polícia Federal nada mais é do que o PT (Partidos dos Trabalhadores) eliminando a concorrência de sua sócia, as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Em 1980, Cathy tinha 23 anos de idade quando sua filha Kelly nasceu em Louisiana, já destinada a ser, tal como ela, uma escrava de mente controlada. Seu nível de vitimização, todavia, foi muito mais sofisticado, já que a tecnologia havia avançado tremendamente nesse ponto. Transferidas de volta a Nashville, Tennessee, ficaram sob a tutela do tenente-coronel do Exército e satanista, fundador em 1975 do Templo de Set (principal organização do Caminho da Mão Esquerda e que professa a filosofia Setiana e a prática paranormal) Michael Aquino.

Michael Aquino
Michael Aquino (esq.), fundador do Templo de Set, Sammy Davis Jr., cantor e ator, e Anton Szandor LaVey, o fundador da Igreja de Satã.

O Templo de Set proliferava nas bases militares sob o disfarce de uma nova religião, quando não passava de uma forma disfarçada de controle ocultista da mente. Lotado na Divisão de Guerra Psicológica do Exército dos Estados Unidos, Aquino usava uma arma de choque em Cathy e em sua filha para criar memórias compartimentadas de programas para acesso posterior por meio de códigos-chave que seriam acionados por certos líderes do governo e barões da droga sancionados pela CIA, entre eles George H. W. Bush.

Ao longo da década de 1980, Cathy foi forçada a realizar numerosas atividades relacionadas ao tráfico de drogas, à pornografia e prostituição. Cathy trabalhou como escrava sexual no Bohemian Grove, o clube privativo de recreação da Elite Illuminati no norte da Califórnia aonde seus mais proeminentes membros vão para satisfazer suas perversões e praticar orgias, torturas, rituais satânicos e sacrifícios humanos.

Bohemian Grove

Em 1983, tornou-se escrava sexual do então presidente Ronald Reagan (membro do Bohemian Grove), a quem descreve como um ator escalado para iludir o povo com “fumaça e espelhos” fazendo-o acreditar que os Estados Unidos ainda eram um país livre quando na verdade estava sendo rapidamente vendido para a Nova Ordem Mundial. Cathy teria ouvido Reagan dizer ao então primeiro-ministro do Canadá Brian Mulroney que acreditava que o único caminho para a paz mundial era através do controle mental das massas.

Segundo ela, Reagan nada mais fazia do que seguir as ordens do então vice-presidente George H. W. Bush, ex-diretor da CIA (de 1976 a 1977) e membro da Skull and Bones e do Bohemian Grove. Bush gostava particularmente de sua filha Kelly e abusou dela várias vezes. Em 1984, Cathy ouviu Bush dizendo a seu amigo Bill Clinton que ele seria colocado no cargo de presidente tão logo o povo se desiludisse com os republicanos. Obviamente isso aconteceu conforme o planejado. Cathy aprendeu que a política de seu país nada tem a ver com as linhas partidárias – democratas ou republicanas –, mas com os ditames da Nova Ordem Mundial – aqueles que são a favor deles e aqueles que são contra eles.

Cathy O’Brien e Mark Phillips

Cathy estava condicionada a acreditar que era vigiada o tempo todo e que portanto não havia lugar para onde correr ou se esconder, uma sensação que é amplamente explorada em pessoas traumatizadas a partir do nível mais baixo do ocultismo. Em 1988, Mark Phillips resgatou-a e a sua filha Kelly, então com 8 anos de idade, e as levou para a segurança de sua casa no Alaska, onde prosseguiu com a reabilitação. Foi lá que ela começou o tedioso processo de desembaraçar sua mente amnésica e lembrar conscientemente os detalhes de uma vida de tortura física e psicológica sistemática orquestrada para modificar seu comportamento.

Ao retomar o controle de sua mente e o seu livre-arbítrio, sentiu-se no dever de expor as atrocidades a que ela e sua filha haviam sido submetidas e denunciar que o governo dos Estados Unidos e da maioria dos países, já totalmente subvertidos por uma elite criminosa internacional luciferiana, estão secreta, ilegal e inconstitucionalmente implementando um Governo Mundial mediante técnicas sofisticadas e avançadas de modificação de comportamento (lavagem cerebral) e controle da mente. Em setembro de 1995, em co-autoria com Phillips, lançou pela editora Reality Marketing Inc o livro Trance: Formation of America – The True Life Story of a CIA Mind Control Slave (Trans: Formação da América – A História de Vida Verdadeira de uma Escrava de Mente Controlada da CIA), a primeira autobiografia documentada de uma vítima de controle da mente do governo.

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