Os 20 anos de “A verdade me libertou!”, da ex-escrava sexual Illuminati Brice Taylor

Brice Taylor, escrava de mente controlada, foi abusada sexualmente e condicionada desde criança para servir sinistras elites da indústria política e de entretenimento. Ela é uma entre um número crescente de indivíduos que afirmam ter sido vítimas de forças secretas na alta sociedade que usam métodos avançados de lavagem cerebral para que cumpram involuntariamente uma variedade de funções e missões na comunidade de inteligência, como espionagem, correio, consorte sexual e até assassinatos. Personalidades alternativas são criadas mediante traumas nas chamadas alterações programadas, que destroem a psique e fazem com que paredes de amnésia se formem na mente humana, na qual múltiplas personalidades são compartimentadas. Brice foi uma escrava controlada por Bob Hope e Henry Kissinger e teve de aceitar seu papel como companheira sexual de homens poderosos dentro de círculos políticos e empresariais internacionais privilegiados. Brice descreve como ela era considerada dentro do sistema de inteligência como uma “modelo presidencial”, uma atraente loira usada para satisfazer as necessidades sexuais e transmitir mensagens para os presidentes americanos, de Kennedy a Clinton.

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Uma das mulheres que mais sofreu injustiças, torturas, abusos sexuais e indignidades foi Brice Taylor (pseudônimo de Susan “Sue” Ford), notória vítima do programa de controle mental que corajosamente resolveu vir a público, assim como Arizona Wilder, Cathy O’Brien, Cisco Wheeler e outras. E assim como Cathy e Cisco, Brice amargou o azar de nascer (em 1951) em uma família de praticantes de abusos sexuais geração após geração. Ela foi igualmente abusada pelos seus pais quando ainda era um bebê e usada pelo seu pai para fins de prostituição e pornografia infantil.

Brice Taylor nos anos 1970.

Durante anos seu pai a submeteu a uma programação mental intensiva baseada em O Mágico de Oz e em filmes de Walt Disney[1] e em uma variedade de rituais e torturas físicas e psicológicas brutais, entre eles confinamento em armários, gaiolas e caixões, enquanto lhe dizia que estava sendo deixada para morrer; quase afogamento; isolamento; inserção de agulhas em áreas sensíveis de seu corpo; privação de alimentos e de sono; eletrochoque via fios elétricos, equipamentos de solda e cassetetes elétricos; ingestão de drogas; programação hipnótica por meio de aparelhos eletrônicos sofisticados, etc. Ela chegou a ser “vendida” em um leilão de escravos da Elite que à primeira vista se parece com um desfile de moda para crianças e depois evolui para atos de striptease.

Levou quase 13 anos para recuperar as memórias dos eventos que ela descreve em seu livro Thanks for the Memories: The Truth Has Set Me Free! – The Memoirs of Bob Hope’s and Henry Kissinger’s Mind-controlled Slave (Obrigada pelas Memórias: A Verdade Me Libertou! – As Memórias de Bob Hope e Henry Kissinger por uma Escrava de Mente Controlada),[2] lançado em maio de 1999.

Suas lembranças começaram a voltar em fragmentos esporádicos em 1985 na sequência de um “acidente” de carro que a arremessou pelo para-brisa de seu carro após bater em uma árvore, neste que não foi propriamente um acidente, mas o resultado de uma programação que a instou a cometer suicídio, pois ela vinha começando a recuperar memórias críticas sobre seu papel como escrava sexual e mensageira (ou mula de drogas) para cada presidente, desde Kennedy (quando ainda era uma preteen ou pré-adolescente) a Clinton.

Chamada de “O Bebê de Milhões de Dólares” por Henry Kissinger, o Chief Executive Officer (CEO) ou Diretor Executivo dos Illuminati a quem serviu como secretária pessoal e “computador ambulante humano” (armazenando e acessando mentalmente seus arquivos reservados e confidenciais em reuniões da OTAN, do CFR, da Comissão Trilateral, etc. por mais de 19 anos), Brice Taylor teve a sua mente altamente sugestionável programada para satisfazer as perversões sexuais de políticos que acreditavam que com ela seus segredos estariam para sempre seguros, entre eles Dick Cheney, Pierre Trudeau, Brian Mulroney, os governadores Lamar Alexander e Richard Thornburgh, Bill Bennett [autor de The Book of Virtues (O Livro das Virtudes)] e os senadores Patrick Leahy, Robert Byrd e Arlen Spector.

De acordo com Brice, nossos líderes políticos são escolhidos menos por suas virtudes do que por suas fraquezas morais, o que os tornariam suscetíveis de serem chantageados e manobrados para servir à “causa” e cumprir à risca o plano dos Illuminati. Muitos são produtos de uma vida que inclui abusos sexuais, pedofilia, bestialidade, torturas, tráfico e consumo de drogas, rituais satânicos e sacrifícios humanos. A eles são dadas muitas oportunidades para saciar seus vícios, o que garante a obediência continuada e solidariedade.

Bob Hope

O “proprietário/manipulador” de Brice foi o comediante Bob Hope (1903-2003), que pela sua tremenda capacidade de decorar e pronunciar frases era usado pelo MI6 britânico para transportar palavras-gatilho a assassinos de mente controlada. Seu talento para construir frases de duplo sentido foi uma grande cobertura para as mensagens codificadas que ele transmitiu para a Inteligência Aliada durante a Segunda Guerra. Ela foi “emprestada” para muitas celebridades a fim de aliciá-las para que viessem a ser manipuladas por Hope e seus amigos Illuminati. Brice relaciona em seu livro uma incrível quantidade de nomes de personalidades do mundo dos espetáculos e da indústria hollywoodiana com quem diz ter se envolvido desde sua infância até a idade adulta como uma escrava de mente controlada.

Kelly, a filha de Brice, também é vítima de escravidão sexual semelhante. Em suas palestras, Brice mostrou ao público fotos “antes” e “depois” de Kelly – quando era uma adolescente saudável da Califórnia e hoje, como uma jovem mulher em um estado de demência profunda que sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade e Transtorno de Estresse Pós-Traumático, resultante da programação de controle mental realizada por autores associados aos Illuminati.

Brice Taylor e sua filha Kelly.
Cisco Wheeler

Horrores semelhantes ao de Brice foram reportados por Cisco Wheeler (pseudônimo de Linda Johnson). Descendente de Ulysses S. Grant [(1822-1885), general e comandante-em-chefe das tropas federais, ou nortistas, durante a Guerra de Secessão, e 18º Presidente dos Estados Unidos (entre 1868 e 1876)], ele mesmo um Illuminati a partir de uma linhagem familiar satânica, foi manipulada por seu pai (um Illuminati que era um programador experiente) que a violava constantemente, algumas vezes com a ajuda de outros. A tortura era tão horrível que a sua mente foi dividida em centenas ou milhares de personalidades. Uma dessas personalidades foi programada para ser uma programadora bem sucedida e que tivesse uma parte muito má. Muitos anos depois, ela ainda não está totalmente curada, mas tem enfrentado e fez desaparecer muitas de suas personalidade com a ajudar do terapeuta Fritz Springmeier.

Notas:

[1] Antes de tornar-se um grão-mestre maçom, Walter Elias Disney (1901-1966) foi um grande DeMolay, ordem secreta fundada nos Estados Unidos em 18 de março de 1919 pelo maçom Frank Sherman Land (1890-1959) e patrocinada e apoiada pela Maçonaria oficialmente desde 1921 para iniciar jovens do sexo masculino com idades entre 12 e 21 anos.

[2] Taylor, Brice. Thanks for the Memories: The Truth Has Set Me Free! – The Memoirs of Bob Hope’s and Henry Kissinger’s Mind-controlled Slave, Landrum, SC, Brice Taylor Trust, 1999.

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