Mentiras convenientes: A grande farsa do aquecimento global

O aquecimento global, alardeado como a maior ameaça já enfrentada pela humanidade, constitui na verdade uma das maiores fraudes já concebidas para nos chantagear, ludibriar e manipular, uma vez que não há qualquer evidência científica que vincule a ação humana aos aumentos de temperaturas globais ocorridos desde o advento da Era Industrial no século XIX. Ademais, as temperaturas mundiais pararam de subir no final da década de 1990 e estão em declínio, os níveis do mar já foram mais altos do que os atuais e as atuais concentrações atmosféricas de CO2 estão entre as mais baixas da história geológica da Terra. Mudanças climáticas, outro termo conveniente, são fenômenos naturais que ocorrem desde sempre contra as quais pouco ou nada podemos fazer, a não ser nos adaptar da melhor maneira a elas. Por trás dessa onda verde histérica, calcada nos princípios de espiritualidade da deusa Gaia, um misto de panteísmo, paganismo, gnosticismo e satanismo, está o plano da elite globalista da Nova Ordem Mundial para impor um controle drástico da população, um sistema de bem-estar global (que nada mais é do que o velho comunismo) e um governo planetário global. Poucas pessoas estão cientes das vastas redes de operação das agências de regulamentação e das ONGs que por meio da Agenda 21 estão implementando um controle total da terra, da água e de todos os recursos existentes disponíveis.

Por Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Em 1988, o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas [Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC)], estabelecido naquele mesmo ano pela Organização Mundial de Meteorologia (OMM) [em inglês World Meteorological Organization (WMO), fundada pela ONU em 1951 e que possui 184 membros] e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) [em inglês, United Nations Environment Programme (UNEP)], chamou a atenção do mundo para o “inequívoco aquecimento do sistema climático” pelo “constante aumento nos últimos 50 anos da concentração de gases na atmosfera, principalmente dióxido de carbono e vapor de água, os quais permitem que os raios do Sol aqueçam a Terra, mas impedem que parte desse aquecimento retorne para o espaço”. A causa desse fenômeno, denominado de “efeito estufa”, não seria natural, mas antropogênica, isto é, devia-se à ação humana. Caso medidas imediatas não começassem a ser tomadas, vaticinava o IPCC, a Terra iria mergulhar em um cenário apocalíptico: a temperatura mundial aumentaria entre 1,1 e 6,4º C até o final do século XXI; o nível do mar se elevaria entre 18 e 59 centímetros; haveria mais derretimento glacial, ondas de calor, chuvas torrenciais, secas e ciclones tropicais.

Para “salvar” o mundo dessas “grandes catástrofes e tragédias”, o IPCC recomendava que os governos investissem pelo menos 0,50% do PIB mundial em políticas que levassem à redução das emissões de dióxido de carbono e à substituição do uso do petróleo e do carvão por energias renováveis. Mas a despeito de todos os esforços que porventura fossem feitos, “a emissão passada como a futura de dióxido de carbono antropogênico continuariam a contribuir para o aquecimento e o aumento do nível dos oceanos por mais de 1.000 anos.” Mil anos? Seria essa uma evocação ao reino milenar que Jesus Cristo estabeleceria após os quais Satanás seria solto de sua prisão para seduzir as nações da terra, conforme consta em Apocalipse 20:7? Se a função do IPCC, na definição da ONU, seria meramente a de “fornecer informações científicas, técnicas e sócio-econômicas relevantes para o entendimento das mudanças climáticas”, não lhe cabendo nem mesmo a proposição de políticas nessa área, qual a razão para ter extrapolado tanto a sua jurisdição a ponto de fazer-se de profeta de Deus, vaticinando o fim do mundo?

Ocorre que, apesar de ser apresentado como autoridade científica absoluta na matéria, o IPCC na realidade é um grupo intergovernamental aberto aos países membros do PNUMA e da OMM, isto é, a nomeação dos seus membros obedece mais a critérios políticos do que propriamente científicos, daí que não seja composto majoritariamente por cientistas. O IPCC, na mesma linha do Clube de Roma, foi criado com a finalidade precípua de impactar a opinião pública e difundir o alarmismo, no que apelou para a distorção de dados, a projeção futura exagerada e fantasiosa e o tom apocalíptico. Abusos locais (rios poluídos, dejetos industriais) já não eram mais suficientes. Ao contrário do aquecimento global com as suas sensacionalíssimas consequências, os problemas locais raramente captam a imaginação global. O povo não os teme suficientemente.

O efeito estufa, que o IPCC atribui às atividades humanas como o maior uso de águas subterrâneas e do solo para a agricultura industrial, o maior consumo energético e a poluição, quando muito é um fenômeno natural de retenção do calor (radiação infravermelha) emitido pela Terra, que, por sua vez, é resultado do aquecimento da superfície terrestre pela radiação solar. Tanto que não se verifica apenas na Terra, mas também em outros planetas do sistema solar, e um exemplo clássico disso é Vênus. O efeito de estufa seria, portanto, totalmente marginal, se não mesmo insignificante, tanto mais que o principal efeito de estufa não é realizado pelo dióxido de carbono ou pelo metano, mas pelo vapor d’água.

Afeito a tomar por inquestionáveis dados respaldados por autoridades “científicas”, persuadido pelo prestígio que a ciência adquiriu nas últimas décadas, o público em geral põe fé na curva da temperatura global publicada anualmente pela OMM e pelo IPCC. Essa curva, que é apenas uma média das temperaturas medidas em sete mil estações meteorológicas espalhadas pelo planeta e tratadas na Universidade de East Anglia, em Londres, aponta que o aumento da temperatura média desde 1860 até aos nossos dias teria sido de 0,6º C, ou seja, a diferença de temperaturas que se observa à escala média anual entre dois bairros de uma mesma cidade. E ainda que esse dado fosse significativo, como falar em média de escala global misturando temperaturas marinhas, continentais, rurais, urbanas e sobretudo temperaturas de regiões que esfriam com a de outras que aquecem? O Ártico ocidental (ao norte do Canadá) esfriou e o Ártico ao norte do Mar da Noruega aqueceu. Qual é então a verdadeira situação do Ártico? De aquecimento ou de esfriamento?

Por aí se vê que não é possível afirmar com segurança que a Terra esteja ou não aquecendo. E ainda que esteja, a causa humana é absolutamente irrelevante no clima global, pois quem o determina são os fenômenos atmosféricos (como as nuvens, que têm um papel importante no equilíbrio energético porque controlam a energia que entra e que sai do sistema), geológicos (como as erupções vulcânicas) e astronômicos (como a precessão dos equinócios e as atividades solares). A radiação solar, por exemplo, tem um poder de aquecimento dez vezes maior durante o período em que atinge a superfície da Terra do que o efeito das emissões de dióxido de carbono. Logo, um eventual aumento da temperatura estaria muito pouco relacionado com os gases estufa.

Uma equipe do Centro Espacial Nacional Dinamarquês (Danish National Space Center) de Copenhague, encontrou evidência experimental de que a radiação cósmica proveniente da explosão de estrelas pode promover a formação de nuvens na baixa atmosfera. Como, durante o século XX, o campo magnético do Sol que protege a Terra da radiação cósmica mais do que duplicou em intensidade, o fluxo de radiação cósmica foi menor. Isso poderá ter reduzido o número de nuvens de baixa altitude na Terra, que promovem um resfriamento da atmosfera. Os elétrons liberados no ar pela passagem da radiação cósmica, composta por partículas atômicas que vêm da explosão das estrelas, ajudam a formação dos núcleos de condensação sobre os quais o vapor de água condensa para fazer nuvens. Este pode ser um fator muito importante, e até agora desprezado, na explicação do aquecimento global. Como pretender que a influência do homem no clima possa ser posta em evidência se os modelos aplicados simplesmente não levam em consideração o conjunto desses parâmetros?

A Terra já aqueceu e esfriou antes e não está mais quente hoje quanto esteve séculos atrás, antes que houvesse automóveis e a queima de combustíveis fósseis. Ao longo de sua existência de 4,5 bilhões de anos, a Terra já sofreu processos de resfriamentos e aquecimentos extremos. Está comprovado que houve alternância de climas quentes e frios [Terra Estufa (Greenhouse) e Terra Geladeira (Icehouse), na linguagem dos paleoclimatologistas], sendo este um fenômeno corrente na história do planeta. O último episódio de resfriamento ou glaciação, iniciado no Pleistoceno (há 1,8 milhões de anos), teve seu ápice há cerca de 18 mil anos, quando, então, começou o processo de aquecimento, que continua nos dias de hoje. No entanto, o aquecimento não se dá sobre uma curva contínua. Neste espaço de tempo de 18 mil anos houve épocas de aquecimento e resfriamento, causando variações às vezes bruscas de temperaturas em períodos variáveis. A comprovação destes fatos é fornecida pela análise de testemunhos de sondagens, de centenas de metros, obtidos no Ártico e na Antártida, por meio da análise da composição isotópica do oxigênio encontrado nas bolhas de ar presas no gelo.

O carbono-14 radioativo e outros átomos raros produzidos na atmosfera pelas partículas cósmicas fornecem um registro de como as suas intensidades variaram no passado e explicam a alternância entre períodos frios e quentes dos últimos 12 mil anos. Sempre que o Sol era fraco e a radiação cósmica forte, seguiram-se condições frias, como a mais recente, na Pequena Idade do Gelo de há 300 anos. Considerando escalas de tempo mais longas, encontram-se variações de maior amplitude. Durante os últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por quatro episódios extremamente quentes, sem gelo e com níveis elevados dos oceanos, e quatro episódios extremamente frios, como o que vivemos atualmente, com camadas de gelo, glaciários e níveis de água relativamente baixos nos oceanos. Pensa-se que esta variação de mais longo termo se deve a variações no influxo de radiação recebida devidas à viagem do nosso sistema solar através da galáxia, correspondendo os episódios mais frios a encontros com os braços espirais mais brilhantes, onde a radiação é mais intensa. Os episódios frios mais frequentes, a cada 34 milhões de anos, ocorrem provavelmente quando o sistema solar passa através do plano médio da galáxia. Os episódios extremamente frios de há 700 e 2.300.000 de anos, em que até no equador havia gelo, correspondem a períodos em que havia uma taxa de nascimentos de estrelas na nossa galáxia anormalmente alta, implicando um grande número de explosões de estrelas e uma radiação cósmica muito intensa.

Nos períodos de maior aquecimento, o que se verificou não foram catástrofes e tragédias, muito pelo contrário, uma vez que aumentos de temperaturas proporcionam imensas economias de energia e o aumento das extensões de terras cultiváveis em direção às regiões subpolares. Foi o que aconteceu durante o período medieval de aquecimento global (mais quente do que o atual), quando os exploradores noruegueses se fixaram na costa gramada da Groenlândia e, lá pelos idos de 1350, o gelo cobriu os seus campos e as águas costeiras. No século XVII, a Pequena Idade do Gelo coincidiu com a diminuição da atividade magnética solar, quando as manchas solares quase desapareceram por cerca de 150 anos. Os vikings tiveram então de abandonar a Groenlândia, cuja vegetação passou de verdejante a tundra. A Finlândia perdeu um terço de sua população e a Islândia metade. O Porto de Nova York gelou e podia-se ir a pé da ilha de Manhattan à de Staten Island. Contudo, no período de aquecimento – quase um milênio antes que a mídia viesse culpar a atividade industrial pelos dias quentes – as costas do Atlântico não foram submersas pelo aumento do nível dos oceanos. Isso porque variações nos níveis dos oceanos são naturalmente compensadas pelo aumento da evaporação durante os ciclos de aquecimento. Deus planejou muito bem a Sua obra! Mais recentemente, entre os anos 1930 e 1960 (período do Ótimo Climático Contemporâneo), as explorações agrícolas do norte do Canadá e da Escandinávia deslocaram-se mais para o Norte. Nos anos 70, com o regresso do frio, voltaram a retroceder para o Sul. O mesmo aconteceu na África subsaariana onde os criadores de gado se deslocaram primeiro para o Norte e depois regressaram ao Sul quando a seca estalou nos anos 70. Durante o período quente, as chuvas tropicais eram mais abundantes.

Se não há um aquecimento global, ou se há um, mas de causas não antropogênicas e cujos efeitos podem vir a ser até bastante benéficos, por que então, afinal de contas, tantos cientistas aderem à histeria em torno do aquecimento global? Isso ocorre simplesmente porque seus partidários têm muito mais chances de conseguir verbas de pesquisa, e como a pesquisa é o fluido vital de uma carreira acadêmica nas melhores universidades, tende-se a referendar as mentiras sobre as mudanças climáticas, que são assim revestidas de uma aura científica, mesmo que sejam frontalmente contrárias à própria ciência. Os cientistas que questionam a existência do aquecimento global são acusados de estarem sendo patrocinados por grandes corporações do setor de hidrocarbonetos ou simplesmente estigmatizados como “teóricos da conspiração”. Tratados como “párias”, têm dificuldades em conseguir postos acadêmicos, ficando impossibilitados de receber fundos das universidades para as suas pesquisas.

Mas ainda assim, mais de uma centena deles ousou discordar publicamente do consenso em torno do aquecimento global. Eles admoestam que essas ameaçadoras previsões estão embasadas em teorias pseudocientíficas, em modelos imperfeitos de computadores e nas não respaldadas suposições de que o aquecimento global é o resultado da queima de combustíveis fósseis. Como os meios de comunicação não lhes concedem a palavra, o público é levado a acreditar que “todos” os principais cientistas do mundo estão de acordo sobre o aquecimento global e estão engajados em sua agenda política. A grande mídia em geral, que nos últimos anos se tornou meramente um porta-voz e um órgão de desinformação a serviço da Nova Ordem Mundial, insiste sobre um pretensioso consenso entre os cientistas, quando isso jamais existiu.

Former US Vice President, Al Gore, speaks at the launch of FEX-SIM in Sydney, Australia, 19 September 2007. FEX-SIM is an Australian initiative aimed at concentrating sustainabilityand CleanTech investments. EPA/PAUL MILLER AUSTRALIA AND NEW ZEALAND OUT

O primeiro nome que nos vem à mente quando o assunto é aquecimento global é o de Albert Gore, ex-vice-presidente (1993-2001) dos Estados Unidos pelo Partido Democrata que em 2006 lançou seu livro An Inconvenient Truth: The Planetary Emergency of Global Warming and What We Can Do About It (Verdade Inconveniente: A Emergência Planetária do Aquecimento Global e o que Podemos Fazer Sobre Isso),[1] que sob os auspícios da maior máquina publicitária da história, estabeleceu o consenso definitivo de que “o homem está aquecendo a Terra”, quando na verdade jamais houve um consenso científico a respeito. Sua predição de que o gelo da Groenlândia vai derreter e consequentemente elevar o nível dos oceanos em 6 metros, é pura ficção científica. Fatos científicos não adulterados demonstram que desde 2005 a camada de gelo da Groenlândia tem aumentado e não diminuído, do mesmo modo que a sua população de ursos polares. Seu livro de 1992, Earth in the Balance: Ecology and The Human Spirit (A Terra na Insegurança: A Ecologia e o Espírito Humano),[2] ajuda a explicar porque os seus discípulos defendem essa “crença” com zelo religioso. O psiquiatra norte-americano supostamente cristão Morgan Scott Peck (1936-2005), autor do livro The Road Less Traveled (O Caminho Menos Percorrido), classifica esta obra de Al Gore como um “livro sagrado”, conclamando que “devemos tê-lo para a nossa salvação coletiva”.[3] A ênfase em torno da espiritualidade centrada na terra está em todo o livro. A salada mística-esotérica-espiritual de Al Gore vai ao encontro das aspirações do Movimento Nova Era por uma universal espiritualidade unificadora embasada no pensamento de sistemas – uma versão pós-moderna da antiga crença panteística de que todas as coisas estão interligadas.

Os agentes contemporâneos da revolução ampliaram essa filosofia ao misturar todos os sistemas – político, econômico, social e religioso – com o panteísmo, o paganismo, o gnosticismo e o satanismo. Calcada nos mesmos princípios de espiritualidade centrada na terra, a agenda dos militantes “verdes” é radical: um controle drástico da população, um sistema de bem-estar global (que nada mais é do que o velho comunismo) e um governo planetário global. O plano da elite globalista por trás da Nova Ordem Mundial para a implantação de um Governo Único Mundial está em franco progresso. Poucas pessoas estão cientes das vastas redes de operação das agências de regulamentação e das ONGs que por meio da Agenda 21 estão implementando um controle total da terra, da água e de todos os recursos existentes disponíveis.

Notas:

[1] Gore, Al. An Inconvenient Truth: The Planetary Emergency of Global Warming and What We Can Do About It, New York, Emmaus, 2006.

[2] IDEM, Earth in the Balance: Ecology and the Human Spirit, Boston, Houghton Mifflin, 1992.

[3] Peck, Morgan Scott. The Road Less Traveled, New York, Simon and Schuster, 1978.

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