A saga do transatlântico alemão Windhuk na Segunda Guerra Mundial

244 tripulantes foram aprisionados em Santos e levados para campos de concentração no interior de São Paulo

Texto de Cláudio Tsuyoshi Suenaga

Lançado ao mar em 15 de outubro de 1936, o Windhuk era um moderno e imponente transatlântico com 176 metros de comprimento, 22 de largura e 52 de distância da ponta do mastro até a quilha, capaz de deslocar até 16.662 toneladas a uma velocidade máxima de 18 nós (cada nó equivale a uma milha marítima por hora).

Windhuk, o maior transatlântico do mundo na Segunda Guerra

Em 15 de março de 1939, Hitler ocupava a Boêmia e a Tchecoslováquia transformando-as em protetorados. No mês seguinte, infundia uma “guerra de nervos” contra a Polônia, já anunciando uma provável invasão.

Em 21 de julho, o Windhuk partia do porto de Hamburgo para sua 13ª viagem, levando a bordo 250 tripulantes entre engenheiros, médicos e marinheiros, e cerca de 160 passageiros na primeira classe e 240 na classe turística, em sua maioria nobres ou magnatas franceses e ingleses. O luxuriante cruzeiro, programado para durar 60 dias, prometia fantásticas aventuras nas colônias da África, com direito a safáris.

Em 23 de agosto era assinado em Moscou o famigerado pacto de não-agressão germano-soviético, que permitia à Alemanha prosseguir com seus intentos sem o temor de um ataque a leste. Dois dias depois, o Windhuk ancorava na Cidade do Cabo, possessões inglesa e francesa na África do Sul, e no dia 29, ante a iminência da guerra, o comandante recebia pelo rádio ordens expressas do governo nazista para deixar imediatamente aquele país e buscar um porto neutro. Todos os passageiros, ressabiados, preferem ficar em terra.

O Windhuk zarpou o mais discretamente possível, mas logo cruzou com um navio holandês que, por telégrafo, forneceu a sua rota aos ingleses. Mesmo com  apenas um terço da capacidade do combustível e perseguido por um vaso de guerra britânico, o Windhuk logrou chegar em Lobito, na África Ocidental Portuguesa (atual Angola), onde já se encontravam quatro outros navios alemães. Era o dia 1º setembro de 1939, e os exércitos de Hitler haviam acabado de invadir a Polônia, desencadeando a Segunda Guerra Mundial.

Em menos de 48 horas, Inglaterra e França declaravam guerra à Alemanha e fechavam o cerco ao largo da costa. No aguardo de que o bloqueio naval pudesse ser vencido, dois meses se passaram sem que a situação se alterasse.

Angustiados com a demora e ansiosos em chegarem à terra natal, no dia 5 de novembro cinco tripulantes fugiram em um dos botes salva-vidas. Contando unicamente com a sorte, um mês depois encontraram um navio de guerra português que lhes ofereceu batatas, bacalhau, conservas, um barril de vinho e cigarros. Decorridos 73 dias, período em que percorrerem quase oito mil quilômetros, chegaram às Ilhas Canárias, pertencentes à Espanha do ditador fascista Francisco Franco.

Nesse ínterim, o radiotelegrafista do Windhuk recebia uma mensagem urgente: “Zurück nach Deutschland! Zurück nach Deutschland!”, ou seja, a ordem do Terceiro Reich era que retornassem à Alemanha a qualquer custo. Nessa noite, outro navio alemão, o Adolf Woermann, acabou perseguido e afundado e seus tripulantes abandonados à deriva em botes salva-vidas. Destarte, o Windhuk partiu de madrugada de Angola com todas as luzes apagadas.

Tripulantes do Windhuk na perigosa missão de pintar o casco do navio em pleno alto-mar.

Em alto-mar, os tripulantes cuidaram de disfarçar o imponente transatlântico conferindo-lhe uma nova identidade. Pendurando-se em cordas balouçantes na lateral do casco, pintaram-no de preto com faixas vermelhas. As chaminés foram camufladas e sobre o deque (convés) da piscina tremulava agora uma bandeira do Japão, costurada às pressas na lavanderia. Os tripulantes chineses que trabalhavam na caldeiraria, pintaram na proa, em forma de ideogramas, o novo nome do navio: Santos Maru.

Tentando romper o bloqueio inglês, em 15 de novembro o navio perde a direção e não consegue ancorar no Uruguai. O sonho de retornar à Europa ficaria definitivamente adiado. Às voltas com a escassez de comida e de combustível e à mercê dos barcos ingleses que nas proximidades da Argentina caçavam o Graff Spee (navio de guerra alemão que, disfarçado, afundou vários barcos aliados), o comandante decide seguir para o Brasil, país que ainda se mantinha neutro e cujo exército havia abandonado a vigilância do porto de Santos.

No dia 7 de dezembro de 1939, o Windhuk chegava suscitando enormes desconfianças, visto que o verdadeiro Santos Maru, da companhia japonesa Osaka Kaisen Line, havia deixado a cidade no dia anterior. Ao desembarcarem alemães em vez de japoneses, ficou patente que de fato algo muito estranho estava acontecendo.

Considerando que já havia famílias germânicas estabelecidas em Santos e São Vicente atuando no ramo de comércio exterior, sendo comum o veraneio de parentes, os tripulantes do Windhuk não encontraram dificuldades em se integrarem à comunidade. Subvencionados pelo consulado alemão, que pagava em torno de 125 mil réis a cada um, procuraram desfrutar ao máximo o clima tropical e as delícias do litoral santista. O navio, onde ficaram morando, converteu-se em uma espécie de hotel cinco estrelas.

A situação começaria a mudar drasticamente com o ataque japonês à base naval de Pearl Harbor, no Pacífico, em 7 de dezembro de 1941 – exatamente no aniversário de dois anos da chegada do Windhuk –, que proporciona aos Estados Unidos o pretexto para saírem do alheamento e ingressam de vez na guerra. Vargas, que com sua inata habilidade política procurava obter vantagens e concessões de ambos os lados, embora se inclinasse às potências totalitárias do Eixo, identificadas com as linhas preconizadas pelo seu Estado Novo, passa a ser fortemente pressionado a assumir uma posição pró-Aliados.

As tensões vão se agravando e num prenúncio das medidas implacáveis que sobreviriam, em 15 de janeiro de 1942, exatamente duas semanas antes de Vargas romper oficialmente as relações diplomáticas com a Alemanha, o governo brasileiro desembarca os tripulantes no porto de Santos e confisca todos os seus documentos – jamais devolvidos –, ao passo que o navio permanece fundeado no Canal de Santos.

Àquela altura, os submarinos alemães praticamente bloqueavam o litoral brasileiro, e em momentos de sobressalto, cogitou-se em interromper a navegação costeira. Até julho de 1942, 13 navios brasileiros tinham sido afundados por submarinos alemães. O que se encarava como perdas colaterais, no mês seguinte, porém, adquiria enlevos de comoção nacional.

No espaço de poucos dias, um único submarino nazista, o U-507, afundou cinco navios e um pequeno veleiro. No Baependy, foram 270 mortos, incluindo soldados do exército que rumavam para o Nordeste. No Araraquara, 131 mortos. No Aníbal Benévolo, 150 mortos. No Itagiba, 36 mortos. No Arará, que tinha parado para socorrer o Itagiba, 20 mortos. Só o pequeno veleiro Jacira, com seus seis tripulantes, escapou de sofrer perdas humanas.

Nas ruas, estudantes universitários e outras camadas não tão politizadas da população se manifestavam insuflando os pendores patrióticos e exigindo uma tomada firme de atitude, sem mais titubeios ou vacilos. Assim, em meio àquele clima de exaltação, no dia 22 de agosto de 1942 Vargas declara guerra à Alemanha e às potências do Eixo.

O governo apreende o transatlântico espalhando o insidioso boato de que o venderia aos Estados Unidos pela bagatela de US$ 5 milhões. Não aceitando a infâmia de ver o navio caindo em mãos inimigas, os tripulantes, com o auxílio de um bote, levaram toneladas de areia e cimento a bordo e concretaram todo o maquinário. Quando os norte-americanos chegaram para conferir sua nova e preciosa aquisição e se depararam com a sabotagem, ordenou-se a imediata prisão dos tripulantes do Windhuk, que passam a ser “caçados” em pensões e hotéis da cidade. Dos 250 tripulantes, 244 são levados às cadeias de Santos.

Para escapar do cárcere, alguns prepararam com mantimentos e instrumentos de navegação a Santa Fé, uma baleeira de pesca de 12 metros, fundeada na Praia das Vacas, em São Vicente. No domingo de Carnaval, enquanto a cidade se distraía, os fugitivos partiram com destino a Dacar, no Senegal, na costa ocidental da África. Navegavam a vela e a motor, mas numa noite o barco foi apanhado de surpresa por uma forte tempestade. O motor quebrou e a correnteza arrastou a Santa Fé para longe da rota. Um tripulante que fazia o seu turno no leme caiu no mar e não pôde ser resgatado. Com a moral em baixa, o comandante da fuga conduziu o barco de volta à Praia Grande. Próxima à praia, por um descuido a Santa Fé afundou e seus tripulantes foram presos e levados de trem, junto com os demais companheiros, à cadeia do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) no bairro da Mooca, na capital paulista, bem como à Casa de Detenção no Carandiru, zona norte. Um livro de culinária alemão, o Kochkunst Führer, foi encontrado com o cozinheiro do navio e apreendido sob suspeita de que se tratasse de uma obra nazista subversiva devido à palavra Führer, que quer dizer “guia” em português.

Como era inviável manter todos em cadeias comuns, surgiu a ideia de transportá-los para campos de prisioneiros nos moldes dos campos de concentração nazistas, dos quais já se tinha notícia na época. Instalaram-se inicialmente prisões provisórias em Pirassununga, Bauru e Ribeirão Preto, até que ficassem prontos os campos de concentração em Guaratinguetá e Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba. A tripulação do Windhuk foi então transportada em trens blindados para essas duas cidades, onde permaneceram, com a bucólica visão da Serra da Mantiqueira ao fundo, até o final da guerra.

Esse é um episódio praticamente desconhecido da história do país e só recentemente começou a ser estudado, já que, até 1996, era considerado secreto pelo governo, que permitia somente o acesso parcial aos arquivos oficiais, lacrados com base em uma lei que proibia consultas ou pesquisas por 50 anos. Em 1988, o prazo diminuiu para 30 anos.

Segundo a historiadora Priscila Ferreira Perazzo, que em agosto de 2002 defendeu na Universidade de São Paulo (USP) uma tese de doutorado em História Social intitulada Prisioneiros de Guerra: Os Cidadãos do Eixo nos Campos de Concentração Brasileiros, o tratamento dado aos imigrantes deixou de ser uma questão nacional para projetar-se como um dos elementos de negociação no campo da política internacional.

Os campos brasileiros, espalhados por sete estados (Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), chegaram a confinar cerca de três mil prisioneiros entre alemães, italianos e japoneses, tidos como elementos “indesejáveis” desde 1938. Mas na verdade se tratavam de fazendas do governo adaptadas, sem cercas eletrificadas ou torres com metralhadoras, que pouco se assemelhavam aos campos nazistas.

Alemães detidos em Pindamonhangaba, SP

Sob uma certa liberdade vigiada, os alemães em Pindamonhangaba, alojados em estábulos improvisados, tinham permissão para transitar pelo campo, construir suas próprias casinhas de jardim, que decoravam com seus pertences, fazer seus pães vollkornbrot típicos, criar galinhas, ordenhar as vacas, trabalhar na lavoura para produzir os alimentos que consumiam, sair para fazer compras na cidade – acompanhados por soldados armados de metralhadoras – e até jogar futebol. Os tripulantes, que nos anos anteriores haviam se casado com brasileiras, podiam receber visitas nessas cabanas. Os músicos da orquestra do navio animavam o ambiente e eram até chamados para tocar nas festas da cidade. O cozinheiro do navio assumiu a cozinha do campo e servia pratos refinados aos oficiais brasileiros. Somente uma vez os prisioneiros se rebelaram e tentaram fugir, sendo temporariamente mantidos na cadeia pública local.

Já em Guaratinguetá, o regime era bem mais rígido. O trabalho nas lavouras começava cedo e terminava à noite. Não havia regalias. O contato externo era proibido e invariavelmente só se comia arroz com feijão. Um dos prisioneiros desse campo, Horst Jüdes, ex-aprendiz do Windhuk que tinha apenas 19 anos à época, não sentiu ter vivido propriamente em um campo de concentração, e sim em um “presídio”. Assim como os demais, ele fora isolado e impedido de enviar mensagens aos familiares na Alemanha.

Willi Heinz Poppinga, tripulante do navio e amigo de Horst Jüdes, com maquete do navio Windhuk, confeccionado por ele, Poppinga, em 1939. Agradeço a Regina Sofia Poppinga Steinke, filha de Willi, pelas informações a respeito desta foto.

A maioria dos tripulantes eram jovens na faixa dos 20 anos. Em março de 1944, a ex-babá do Windhuk, Hildegard Braak, nascida em 1916, deu à luz a Carl Braack, o primeiro e único a nascer em um campo de concentração no Brasil. Conforme relatou, em Pindamonhangaba os tripulantes não pensavam em rebeliões ou fugas. “Estávamos bem lá. Para que fugir? Só esperamos, então, o fim da guerra”.

Enquanto a Europa era devastada, os prisioneiros ficavam isolados dos acontecimentos. Não tinham acesso a rádios nem jornais, e toda a correspondência era censurada. Em 1945, precipitava-se a derrocada do Reich em todas as frentes. Na segunda quinzena de abril, os russos cercaram Berlim e penetraram na cidade.

A mais destrutiva guerra de todos tempos – cujo saldo trágico ultrapassou os 40 milhões de mortos –, praticamente terminava em 8 de maio de 1945 com a rendição formal da Alemanha nazista. Os prisioneiros nos campos de São Paulo, no entanto, só foram libertados três meses depois, em agosto, com a capitulação definitiva do Japão, arrasado por duas bombas atômicas. No ano
seguinte um navio é colocado à disposição para levá-los à Alemanha.

Apesar das hostilidades sofridas, não ficaram traumas e cerca de 90% dos prisioneiros resolveu ficar no país, de acordo com o jornalista Camões Filho, autor do livro O Canto do Vento (que é o que significa Windhuk). Dos tripulantes do Windhuk, apenas um voltou à terra natal. O principal motivo, além dos atrativos naturais, se devia ao fato de as chances de sobrevivência aqui parecerem indubitavelmente maiores do que na alquebrada Alemanha do pós-guerra.

Tencionando progredir economicamente, espalharam-se pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. Alguns subiram a Serra da Mantiqueira, que tanto admiravam do campo de concentração, e se transformaram nos principais responsáveis pelo sucesso hoteleiro e gastronômico de Campos do Jordão. Em Santos, na capital paulista e em Blumenau, destacaram-se no comércio, em especial no ramo de restaurantes. Hildegard foi para a Grande São Paulo, tornando-se pioneira no Brasil no estudo da ortóptica (ramo da oftalmologia em que, mediante exercícios oculares, se procura corrigir deformação de eixos visuais que não estejam coordenados de modo a proporcionar visão binocular normal), e vive até hoje em Santo André. O aprendiz Kurt Viol trabalhou no ramo de construção civil e ajudou a construir o estádio do Maracanã, na capital fluminense, e depois se tornou especialista em torrefação de café.

Windhuk, restaurante alemão em Moema

Aproveitando a experiência do período em que trabalharam na cozinha do Windhuk, em 1948 Wolfgang Gramberer e Rolf Stephan, que ficaram presos em Guaratinguetá, fundaram no bairro de Moema, zona sul de São Paulo, um bar com o mesmo nome da embarcação para congraçar os amigos e não deixar que a história fosse esquecida.

O bar passaria a outros proprietários até que Valfrido Krieger (natural de Santa Catarina) ingressou no bar como funcionário em 1964 e apenas nove meses depois adquiriu o estabelecimento. Ampliou as instalações e a estrutura e converteu o bar em restaurante alemão, cultivando suas tradições e a culinária, assim prosseguindo até os dias atuais.

Com mais de 50 anos de tradição, o restaurante Windhuk, todo decorado com objetos originais do navio, fotos e notícias, ocupa um majestoso chalé em estilo alpino em Moema. Todos os anos, no dia 7 de dezembro, os tripulantes remanescentes do Windhuk se reencontram no restaurante para comemorar a chegada ao Brasil e relembrar a aventura.

Windhuk, encontro dos tripulantes, 2003-12-07

Quanto ao destino do Windhuk, o que se sabe é que foi rebocado, reparado e reformado pelos norte-americanos, que o rebatizaram de USS Le Jeune e o utilizaram para transporte de tropas nas guerras da Coréia e do Vietnã. Mais tarde teria sido visto com peregrinos em águas filipinas e desde então correm boatos de que terminou seus dias em algum ferro-velho da Ásia. Seu sino de cobre original ainda hoje ressoa em um quartel nos campos de treinamento do exército norte-americano na Califórnia.

Fontes consultadas

Ribeiro, Keila & Salgueiro, Isabela. “Brasil teve campos de concentração em 1942”, in Folha de S. Paulo, 8-12-2002, 1ª página e p. A-12.

Sá, Xico. “Arquivo exibe ‘guerra ignorada’ no Brasil”, in Folha de S. Paulo, 29-06-1998, brasil, p. 8, c. 1.

Versão on line da revista Náutica, que traz na seção “História do Mar”, a matéria “Um porto mais seguro”, de Gustavo Roth, publicada na edição nº 164. www.revistanauticaonline.com.br

Neste site do Projeto Imigração Alemã, são relacionado os nomes de todos os 250 tripulantes do Windhuk: www.rootsweb.com/~brawgw/alemanha/historia_Windhuk.htm

Site do Restaurante Windhuk: www.windhuk.com.br
Cláudio Tsuyoshi Suenaga
Mestre em História pela Universidade Estadual Paulista (Unesp)

2 comentários em “A saga do transatlântico alemão Windhuk na Segunda Guerra Mundial

  • 10/12/2017 em 15:48
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    A foto com a maquete do navio Windhuk, não é de Horst Jüdes e sim de Willi Heinz Poppinga, tripulante do navio e meu pai, infelizmente já falecido. Era amigo de
    Horst Jüdes. Portanto quem fez a maquete foi meu pai. Sugiro em memória dele,
    retificar a legenda da foto.
    Fico ao dispôr para maiores informações.
    O Canto do Vento, também está em nossas mãos, mas na edição que temos, não
    faz referência à autoria da maquete.
    Sds.
    Regina Sofia Poppinga Steinke

  • 13/12/2017 em 14:42
    Permalink

    Obrigado pela retificação, cara Regina. Correção feita. Infelizmente o autor não pôde ir mais a fundo nas pesquisas a respeito, já que se ocupa de muitos outros assuntos de sua especialidade e se encontra a trabalho no Japão, o que lhe toma todo o tempo.

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